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Carlos Amarilla
Nascimento 26 de outubro de 1970 (48 anos)
Assunção,  Paraguai
Nacionalidade paraguaio
Ocupação árbitro de futebol

Carlos Arecio Amarilla Demarqui (Assunção, 26 de outubro de 1970) é um árbitro de futebol paraguaio.

Amarilla é árbitro desde 1997 e, sua primeira partida internacional foi um jogo entre Uruguai e Equador. Apitou a final da Copa América de 2004, entre Brasil e Argentina.

ControvérsiasEditar

Em uma das investidas contra a paranaense Edina López, mãe de seus três filhos, queimou-lhe o rosto com uma frigideira. Respondeu a processo, mas foi inocentado.[1] Edina deu entrevista em 2015 para o programa CQC, da TV Bandeirantes, e disse ainda sofrer ameaças do ex-marido. [2]

Em 2006, na Copa do Mundo, teve atuação tendenciosa no jogo entre Tunísia e Ucrânia, favorecendo a equipe europeia. Por conta dessa atuação, foi impedido de atuar a partir das oitavas de final.[3]

Em 2009, foi novamente acusado de vender arbitragens e enfrentou um processo no Tribunal de Justiça Desportiva.[4]

Em 15 de maio de 2013, em partida válida pela fase final da Libertadores da América, Amarilla e seus assistentes tiveram o trabalho contestado na partida entre Corinthians e Boca Juniors (1–1), na qual o time brasileiro acabou eliminado da competição.[5]

Escutas telefônicas divulgadas em 2015 indicam que o árbitro poderia ter beneficiado o Boca Juniors deliberadamente num esquema envolvendo o então presidente da Associação do Futebol Argentino, Julio Grondona.[6] Amarilla negou qualquer participação no esquema.[7]

Após isso, Amarilla foi suspenso pela Federação Paraguaia de Futebol. Ele ficou proibido de apitar qualquer partida organizada pela entidade. A investigação sobre suposto favorecimento ao clube argentino não avançou, e Amarilla foi recolocado nos jogos da Federação Paraguaia. Mas Amarilla passou a ser quarto árbitro, pouco para quem tem o selo Fifa e era a principal referência no país. [8]

Referências