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Castelo de Salvaterra do Extremo

castelo medieval de que restam apenas vestígios na atualidade
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Castelo de Salcaterra do Extremo
Mapa de Portugal - Distritos plain.png
Construção ()
Estilo
Conservação Regular
Homologação
(IGESPAR)
N/D
Aberto ao público

O Castelo de Salvaterra do Extremo, na Beira Baixa, localiza-se na povoação e freguesia de mesmo nome, Concelho de Idanha-a-Nova, Distrito de Castelo Branco, em Portugal, na margem direita do rio Erges.

Castelo raiano, foi absorvido pela malha urbana da povoação, subsistindo apenas vestígios na atualidade.

Na margem oposta do rio Erges, podem ser observadas as ruínas do Castelo de Peñafiel, em Zarza la Mayor, em território espanhol.

HistóriaEditar

AntecedentesEditar

A primitiva ocupação humana de seu sítio remonta à pré-história, acreditando-se que foi fortificado pelos romanos, posteriormente sucedidos pelos Visigodos e Muçulmanos, ligados à exploração de recursos minerais (chumbo, estanho e ouro).

O castelo medievalEditar

À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, D. Afonso Henriques (1112-1185) teria determinado a edificação do castelo.

Sob o reinado de D. Sancho II (1223-1248), a povoação recebeu Carta de Foral (1229).

Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521), a povoação e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509).

No final do século XVIII, o castelo ainda mantinha guarnição militar. Por decreto de 31 de março de 1797, a sua guarnição ficou sendo composta por um destacamento da Companhia Fixa de Guarnição da Beira Baixa, composto por 28 militares comandados por um tenente.[1]

Do século XIX aos nossos diasEditar

A povoação perdeu importância na medida em que as fronteiras se pacificaram no decorrer da primeira metade do século XIX. Foi sede de concelho até 1855, a partir de quando foi anexada ao concelho de Idanha-a-Nova.

Pouco resta do castelo medieval, totalmente descaracterizado, a não ser alguns troços de muralha, atualmente inscritos em habitações de particulares.

Referências

Ligações externasEditar