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Catas Altas da Noruega é um município brasileiro do interior do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2016 era de 3 652 habitantes. Apesar do nome semelhante e da proximidade geográfica, é diferente de Catas Altas, outro município mineiro.

Município de Catas Altas da Noruega
Bandeira de Catas Altas da Noruega
Brasão de Catas Altas da Noruega
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 1 de março
Fundação 1 de março de 1963 (56 anos)
Gentílico catasaltense
Padroeiro(a) Nossa Senhora das Graças[1]
CEP 36450-000 a 36454-999[2]
Prefeito(a) Gerson Lobo Neiva (PP)
Localização
Localização de Catas Altas da Noruega
Localização de Catas Altas da Noruega em Minas Gerais
Catas Altas da Noruega está localizado em: Brasil
Catas Altas da Noruega
Localização de Catas Altas da Noruega no Brasil
20° 41' 24" S 43° 29' 52" O20° 41' 24" S 43° 29' 52" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte IBGE/2008 [3]
Microrregião Conselheiro Lafaiete IBGE/2008 [3]
Municípios limítrofes Itaverava, Piranga, Lamim, Ouro Preto
Distância até a capital 142 km
Características geográficas
Área 143,366 km² [4]
População 3 462 hab. Censo IBGE/2010[5]
Densidade 24,15 hab./km²
Clima Tropical de Altitude
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,673 médio PNUD/2000 [6]
PIB R$ 14 250,041 mil IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 4 014,10 IBGE/2008[7]
Página oficial
Prefeitura www.catasaltasdanoruega.mg.gov.br

HistóriaEditar

Minas Gerais é o estado brasileiro onde floresceram os primeiros municípios, através da riqueza da terra (o ouro) que originou o enriquecimento cultural e os traços de nossa gente.

Catas Altas da Noruega é também uma dessas primeiras civilizações urbanas. Começou a ser povoada aproximadamente em torno de 1690 por membros das Bandeiras de Miguel Garcia e do Coronel Salvador Furtado de Mendonça enquanto exploravam a região da Serra de Itaverava.

Como a cata de ouro era fácil, encontrando o precioso mineral até nas raízes das plantas, o povoado cresceu e assim nasceu as "Catas Altas", seu primeiro nome.

Pelos idos de 1750, surgiram os primeiros sinais de decadência da mineração do ouro, ocasionada pelo progressivo esgotamento das minas superficiais, e ainda pelo elevado montante fixado para a cobrança dos quintos do Rei, que não era somente estendido aos mineiros, mas também a pessoas que se dedicavam a outras profissões. Muitos ficaram reduzidos à miséria. Diante dessa situação, e incentivados pela iniciativa do Conde de Bobadella, o Governador da Capitania das Minas Gerais, que procurou incentivar novas descobertas, os garimpos de Catas Altas e o da Noruega (atual localidade rural do município) foram reativados e se uniram, originando o nome atual da cidade: Catas Altas da Noruega.

Até 1718, o povoado pertencia à Vila Rica (Ouro Preto), quando aos 7 de março, o então Governador da Capitania, o Conde de Assumar, subordinou o distrito à jurisdição da recém-criada Villa de São João del Rey (Tiradentes).

No ano de 1840, em 3 de abril foi criada a freguesia de Catas Altas da Noruega, pela Lei Nº 184, subordinada ao município de Conselheiro Lafaiete.

Catas Altas da Noruega emancipou-se pela Lei Nº 2.765 de 30 de dezembro de 1962 e foi instalado como município em 1º de março de 1963.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 14. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  2. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  3. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  5. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  7. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 

Ligações externasEditar