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BiografiaEditar

Brackett foi presidente do Screen Writers Guild (1938-1939), e atuou como presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de 1949 a 1955. Ele escreveu ou produziu mais de 40 filmes durante sua carreira, incluindo Ninotchka (1939), A Incrível Suzana (1942), Só Resta uma Lágrima (1946), O Quarto Mandamento (1951), Torrentes de Paixão (1953), O Rei e Eu (1956), A Casa das Amarguras (1958), Tudo Azul com o Barba Azul (1959), e Blue Jeans - O Que os Pais Desconhecem (1959).[1]

De 1936-1950, Brackett trabalhou com Billy Wilder como seu colaborador em treze filmes, incluindo Farrapo Humano (1945) e Crepúsculo dos Deuses (1950), que ganhou o Oscar por seus roteiros. A parceria profissional da dupla terminou em 1950, após a conclusão do Crepúsculo dos Deuses. Brackett então foi trabalhar na 20th Century-Fox como roteirista e produtor. Seu roteiro de Titanic (1953) lhe rendeu outro Oscar. Ele recebeu um Oscar honorário pelo conjunto da obra em 1958.

Referências

  1. «"It's the Pictures That Got Small" Charles Brackett on Billy Wilder and Hollywood's Golden Age» (em inglês). Columbia University Press Website. Consultado em 16 de janeiro de 2019 

Ligações externasEditar