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Cid Gomes

Senador pelo Estado do Ceará
Cid Ferreira Gomes
Cid Ferreira Gomes
Senador pelo Ceará
Período 1 de fevereiro de 2019
até a atualidade.
Ministro da Educação do Brasil
Período 1 de janeiro de 2015
até 18 de março de 2015
Presidente Dilma Rousseff
Antecessor José Henrique Paim
Sucessor Luiz Cláudio Costa (interino)
59.º Governador do Ceará
Período 1 de janeiro de 2007
até 1 de janeiro de 2015
Vice-governador Francisco José Pinheiro (2007-2011)
Domingos Gomes de Aguiar Filho (2011-2015)
Antecessor Lúcio Alcântara
Sucessor Camilo Santana
Prefeito de Sobral
Período 1 de janeiro de 1997
até 1 de janeiro de 2005
Vice-prefeito Edilson Aragão
Antecessor Aldenor Façanha Júnior
Sucessor Leônidas Cristino
Deputado estadual do Ceará
Período 1 de janeiro de 1991
até 1 de janeiro de 1996
Dados pessoais
Nascimento 27 de abril de 1963 (56 anos)
Sobral, CE
Esposa Maria Célia Habib Moura Ferreira Gomes
Partido PMDB (1983-1990)
PSDB (1990-1997)
PPS (1997-2005)
PSB (2005-2013)
PROS (2013-2015)
PDT (2015-atualmente)
Assinatura Assinatura de Cid Gomes

Cid Ferreira Gomes (Sobral, 27 de abril de 1963) é um engenheiro civil e político brasileiro. Atualmente, é senador pelo estado do Ceará.

Foi filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido Popular Socialista (PPS), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido Republicano da Ordem Social (PROS).[1] Atualmente, é filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Foi governador do estado do Ceará por dois mandatos.

BiografiaEditar

Filho do defensor público José Euclides Ferreira Gomes Júnior, ex-prefeito de Sobral, e da professora Maria José Santos Ferreira Gomes, iniciou seus estudos em sua cidade natal. Graduou-se em Engenharia Civil na Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, onde chegou a ocupar a presidência do Centro Acadêmico. É irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-deputado estadual e federal, ex-governador do Ceará, ex-candidato à presidência da República e ex-Ministro da Fazenda e da Integração Nacional.[2] O outro irmão, Ivo Gomes, é ex-deputado estadual e atual Prefeito de Sobral.[3]

Em 2013, foi listado como um dos 60 nomes mais poderosos do país pelo portal IG.[4]

Cid Gomes é casado com Maria Célia Habib Moura Ferreira Gomes e pai de Rodrigo Dias Ferreira Gomes (nascido em 1997), Matheus Habib Ferreira Gomes (nascido em 2007) e Pedro Gomes (nascido em 2015).[5]

Carreira PúblicaEditar

Início da vida públicaEditar

Ingressou na política aos 25 anos, em 1988, como vice na chapa de José Linhares Pontes (popularmente conhecido como Padre Zé) à prefeitura de Sobral, derrotados com uma pequena margem de votos pelo candidato José Parente Prado.[6] Logo depois disso, entre 1989 e 1990, Cid Gomes foi coordenador político regional no Ceará, tendo sido convidado pelo então governador Tasso Jereissati. [7]

Deputado estadualEditar

Em outubro de 1990, Cid concorreu ao cargo de deputado estadual (PSDB) e foi eleito com 21.895 votos. Em 1991 se tornou líder do PSDB na Assembléia Legislativa do Ceará. [8]

Ao longo do mandato, Cid se tornou primeiro-secretário da Mesa Diretora[9]. Em 1994 disputou novamente como deputado estadual e foi reeleito com 45.570 votos, alcançado a terceira melhor votação do estado.[8]

Em 1995, Cid Gomes foi reeleito para o cargo deputado estadual. No segundo mandato, foi eleito por unanimidade presidente da Assembleia, com 32 anos, sendo o presidente mais jovem da história do parlamento estadual.[10]

Cid Gomes, por seu destaque como presidente da assembleia cearense, participou da Conferência Nacional de Assembleias Legislativas dos Estados Unidos, em 1996, e do Encontro de Integração de Jovens Políticos da América Latina e da Europa, realizado pela Fundação Konrad Adenauer no mesmo ano.

Prefeito de SobralEditar

 
Placa da atual Biblioteca de Sobral construída na gestão de Cid Gomes.

Em 1996, disputou o cargo de prefeito municipal de Sobral, sendo eleito com um montante de mais de 64% dos votos do eleitorado. Deixou o cargo de Deputado Estadual em 1997 para assumir a prefeitura. Quando assumiu o cargo de prefeito de Sobral, em 1997, Cid Gomes quebrou a divisão de poder das famílias Prado e Barreto, que governaram a cidade de Sobral desde o ano de 1963. [11]

Durante sua gestão como prefeito realizou convênios para a construção de seis escolas de grande porte e investiu mais de R$ 2,5 milhões para a recuperação de 23 escolas do município, dando os primeiros passos para a melhoria da educação do município de Sobral. [12]

Em 2000, concorreu à reeleição, vencendo novamente com mais de 68% dos votos.

Em 2001, a gestão conseguiu, cinco antes do restante do Brasil ampliar o Ensino Fundamental para nove anos já atendendo crianças de seis anos de idade. Dois anos mais tarde, Sobral alcança mais de 100% de taxa de escolarização líquida (número possível pois recebia alunos de cidades vizinhas). [13]

Criou também na Prefeitura de Sobral o Programa de Alfabetização na Idade Certa, que foi base para a criação do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa, do Governo Federal. [14]

Nos oito anos de gestão em Sobral, a cidade passou por um redesenho profundo de suas finanças municipais e um rearranjo fiscal, fazendo com que a cidade se tornasse a terceira maior arrecadadora de imposto no Ceará. [15]

Em pesquisa feita em 2004, Cid Gomes foi eleito o melhor prefeito de todo o estado do Ceará. [16]

ConsultorEditar

No começo de 2005, mudou-se para Washington D.C, nos Estados Unidos, onde exerceu a função de consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).[17]

Governador do Estado do CearáEditar

Em 2006, Cid Gomes foi eleito Governador do Ceará, derrotando o então ocupante do cargo, Lúcio Alcântara, em primeiro turno, com 62,38% dos votos. Quatro anos depois, foi reeleito, também no primeiro turno, com 62,31% dos votos. No primeiro mandato de governador, o vice foi Professor Pinheiro e, no segundo, Domingos Filho.

Nos seus primeiros anos de mandato criou projetos nas áreas de inclusão digital e segurança pública, além de medidas para a preparação do Estado para receber uma refinaria, que não chegou a ser instalada, e de uma siderúrgica, concebida em 2008 e que já está em funcionamento desde 2016 no Complexo Portuário do Pecém. [18]

Cid também foi responsável pela criação do A criação do CONSESP (Conselho Estadual de Segurança Pública), prevista na Constituição Estadual de 1989, assim como na Lei Estadual de número 12.120/93. Em março de 2007, o Governador Cid Gomes nomeou os 13 integrantes do Conselho. [19]

Dando prosseguimento para o Programa de Alfabetização Idade Certa (criado no município de Sobral), o Governo do Estado capacitou 15 mil professores nas 184 cidades do Ceará, impactando mais de 300 mil alunos. [14]

Em 2010 foi reeleito para Governador no primeiro turno com 62,31% dos votos contra 19,38% do candidato Marcos Cals (PSDB).

Assegurou junto à Petrobras e ao Governo Federal a instalação de uma refinaria de petróleo para o Ceará. Outros projetos considerados estruturantes ganharam destaque ou entraram em pauta durante sua gestão, como a construção do Cinturão de Águas, a Companhia Siderúrgica do Pecém, o Cinturão Digital e ações sociais como a Educação Integrada, o Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic), posteriormente adotado pelo Governo Federal sob o nome de Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, construção de hospitais regionais, do Centro de Eventos do Ceará e grande investimento na área da segurança.

Em 2013, Cid Gomes “viralizou” na internet depois de ser flagrado por uma moradora mergulhando dentro de uma adutora tentando consertar um vazamento na cidade de Itapipoca (CE). [20]

Ao final de seu segundo mandato como Governador do Estado, Cid Gomes foi incluído na lista dos 60 nomes mais poderosos do Brasil. Apesar de o estado estar na 11ª posição entre as economias do Brasil, o Ceará figurava então como 4º estado com maior nível de investimento. [21]

Ministro da EducaçãoEditar

Em janeiro de 2015, foi escolhido pela presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Educação, compondo a base ministerial de seu segundo mandato.[22] O decreto de nomeação para o Ministério da Educação foi publicado no Diário Oficial da União em 1 de janeiro de 2015.[23]

Uma das primeiras medidas de Cid Gomes frente ao ministério foi o aumento de cerca de 13% do piso salarial dos professores. Com o reajuste, o salário passou de R$ 1.697 para R$ 1.917,68.[24]

Em discussões sobre o FIES para alunos de ensino superior, Cid afirmou “não defender quantidade, mas qualidade”, apontando a necessidade de avaliações mais rigorosas tanto para as instituições de ensino participantes quanto para os alunos. Cid Gomes deu declaração afirmando que iria trazer mais rigor para o FIES, e que o governo não deveria “iludir” os jovens para fazer faculdades ruins. A afirmação, na altura fez as ações da Kroton (maior empresa do setor privado de ensino superior do Brasil), caírem em 6%. [25]

Em visita a Universidade Federal do Pará Cid afirmou então que na câmara dos deputados “tem lá uns 400, 300 deputados que quanto pior melhor para eles, que querem que o governo esteja frágil porque é a forma deles achacarem mais, tomarem mais, tirarem mais dele e aprovarem suas emendas impositivas”. [26]

Cid foi convocado para comparecer a Câmara, em articulação feita por Eduardo Cunha. Em seu comparecimento, afirmou: “Eu fui acursado de mal-educado [por Eduardo Cunha]. O ministro da educação é mal-educado. Pois muito bem: prefiro ser acusado por ele [Cunha] de mal educado, do que ser como ele, acusado de achaque.” A afirmação, segundo a Folha de São Paulo, foi uma referência à delação do doleiro Alberto Youssef, que havia feito uma delação acusando Eduardo Cunha de apresentar requerimentos para pressionar uma empresa a pagar propinas.[27]

Em 18 de março de 2015, ao prestar esclarecimentos na Câmara dos Deputados sobre declarações feitas dias antes de que "a Câmara tinha de 300 a 400 achacadores”, envolveu-se em discussão com o presidente da Casa, Eduardo Cunha e retirou-se da sessão. Posteriormente, pediu exoneração do cargo de ministro.[28] O decreto de exoneração,[nota 1] a pedido, foi publicado no Diário Oficial de 19 de março de 2015.[29]

SenadorEditar

Nas eleições de 2018, foi eleito senador pelo Ceará, com 41,62% dos votos.[30] Nessa eleição, Cid alcançou a marca histórica de o congressista mais bem votado da história do Ceará. [31]

Em agosto do mesmo ano, junto com o irmão Ciro e políticos ligados a ambos, fechou acordo de migração do PROS para o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Sobre as invasões em celulares de autoridades e sobre as mensagens divulgadas pela “Vaza Jato”, Cid Gomes defendeu na Comissão de Constituição e Justiça uma CPI para investigar e propor medidas de segurança para o sigilo de comunicações e também para apurar se realmente houv conluio entre o Poder Judiciário e o Ministério Público. [32]

Em matéria do Jornal Metrópoles, Cid Gomes foi um dos quatro únicos Senadores que não registraram custos de despesas com serviços de cartas em 2019. [33]

ControvérsiasEditar

Suposta investigaçãoEditar

Em 2010, a revista Veja anunciou suposta investigação da Polícia Federal sobre desvio de 300 milhões de reais em verbas do Ministério da Integração Nacional, entre 2003 e 2009, quando Ciro Gomes era o titular da pasta, para financiar campanhas políticas dele e do irmão Ciro Gomes. A investigação também apurou o alegado envolvimento de Cid Gomes e do político cearense Zezinho Albuquerque em um esquema de desvio de recursos.[34] Os irmãos Gomes negaram envolvimento.

A Polícia Federal e o Ministério Público, em resposta à Revista Veja, negaram a existência de investigação de Cid e Ciro Gomes. [35] Ciro anunciou ação judicial contra a revista e Cid acionou jurídica e administrativamente a Polícia Federal,[36] que negou o envolvimento de ambos no suposto caso de corrupção.[37]

Professores grevistasEditar

Em 2011, ao se pronunciar contra professores grevistas, disse: "Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado. Eles pagam mais? Não. O corporativismo é uma praga no meu ponto de vista. (...) Isso é uma opinião minha que governador, prefeito, presidente, deputado, senador, vereador, médico, professor e policial devem entrar, ter como motivação para entrar na vida pública, amor e espírito público".[38]

Em janeiro de 2015, Cid afirmou que a declaração foi distorcida e que tal interpretação alegadamente equivocada seria contrassenso por ser filho de professores, destacando: "O que eu disse é que qualquer servidor público, seja ele vereador, governador, médico, deputado, professor, antes de qualquer coisa precisa ter vocação. É um espaço que você tem por natureza a posição de sacrifício pessoal. Claro que você tem que ter boa remuneração. Eu nunca disse que não. Seria um contrassenso porque sou filho de professores. Até por experiência pessoal, sei da importância de se ter boa remuneração."[39]

Mudança de partidoEditar

Em 2013, por ter sido contrário à decisão do PSB de apoiar a então provável candidatura presidencial do governador de Pernambuco e presidente nacional da sigla, Eduardo Campos, nas eleições de 2014, Cid Gomes, juntamente com seu irmão Ciro Gomes, saiu do partido e filiou-se ao recém-criado PROS, levando consigo mais de 300 políticos, entre prefeitos, vereadores, deputados e lideranças municipais, e cerca de 500 filiados em geral.[40][41]

Em 2015, Cid Gomes se filiou ao PDT. No seu ato de filiação, acusou Michel Temer de "chefe de uma quadrilha de achacadores que assola o Brasil". [42]

CondecoraçõesEditar

  • 2007 - Ordem Estadual do Mérito Renascença[43]
  • 2009 - Ordem do Mérito de Rio Branco[44]
  • 2009 - Medalha Mérito da Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza[45]
  • 2011 - Medalha Grande Oficial da Ordem ao Mérito Aeronáutico[46]
  • 2011 - Medalha da Ordem do Mérito Militar[47]
  • 2011 - Medalha do Mérito Tamandaré[48]
  • 2011 - Medalha do Mérito Judiciário Clóvis Beviláqua[49]
  • 2012 - Medalha de Mérito Defensorial José Euclides Ferreira Gomes[50]
  • 2013 - Troféu Executivo Público[51]
  • 2014 - Medalha do Mérito Industrial[52]
  • 2014 - Medalha Boticário Ferreira[53]
  • 2015 - Medalha de Mérito de Contas[54]
  • 2015 - Medalha de Mérito Presidente Luiz Inácio Lula da Silva[55]
  • 2016 - Ordem do Mérito das Comunicações[56]

Notas

  1. No Direito Administrativo Brasileiro, exoneração é diferente de demissão, nesta é uma punição aplicada a agentes públicos, naquela é um desligamento a pedido do agente público/servidor público e também para casos de cargos de livre nomeação e exoneração, portanto sem natureza jurídica de punição. Vide em: ACQUAVIDA, Marcus Cláudio. Dicionário Jurídico Brasileiro Acquavida. São Paulo; Editora Jurídica Brasileira, 1993.

Referências

  1. «Cid Gomes minimiza indefinição ideológica do Pros». O POVO. 1 de outubro de 2013. Consultado em 19 de março de 2015 
  2. «Cid Gomes é confirmado ministro da Educação». Brasil247. 23 de dezembro de 2014. Consultado em 2 de janeiro de 2015 
  3. «Delci Teixeira assume Secretaria de Segurança do CE, e Ivo, Cidades». G1. 29 de dezembro de 2014. Consultado em 2 de janeiro de 2015 
  4. «Os 60 mais poderosos do país». IG. Consultado em 1 de janeiro de 2014 
  5. «Nasce o terceiro filho do ministro da Educação, Cid Gomes». G1. 11 de janeiro de 2015. Consultado em 12 de janeiro de 2015 
  6. «ELEIÇÕES MUNICIPAIS de 15 de novembro de 1988» (PDF). Tribunal Regional Eleitoral do Ceará. Consultado em 1 de janeiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 28 de outubro de 2017 
  7. «CID GOMES (PSB)». G1. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  8. a b Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «Cid Ferreira Gomes». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  9. «Legislatura de 1991». Assembléia Legislativa do Ceará. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  10. «Cid Ferreira Gomes». Assembleia Legislativa do Ceará. Consultado em 3 de janeiro de 2015 
  11. «Folha de S.Paulo - Família Gomes disputa poder desde 1890 - 26/08/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  12. «210599». boletim.sobral.ce.gov.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  13. Reis, Adriana (1 de agosto de 2007). «Educação Infantil é Prioridade». Revista Nova Escola. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  14. a b Ramalho, Renan (23 de dezembro de 2014). «Indicado para a Educação, Cid Gomes faz parte de clã político do Ceará». G1. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  15. Cavalcante Holanda, Virginia (2007). «Modernizações e Espaços Seletivos no Nordeste Brasileiro. Sobral: Conexão Lugar/Mundo» (PDF). USP. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  16. «Eleitos os 33 melhores prefeitos do Ceará». Diário do Nordeste. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  17. «Biografia de Cid Gomes». Governo do Estado do Ceará. 2 de janeiro de 2014. Consultado em 18 de março de 2018. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2014 
  18. «Siderúrgica completa 10 anos de concepção». Diário do Nordeste. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  19. «Assembleia Legislativa do Estado do Ceará». www.al.ce.gov.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  20. Joesla, Francisca (27 de dezembro de 2013). «Vídeo mostra mergulho de Cid Gomes para consertar adutora no CE». G1. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  21. «Cid Gomes é o 56 mais poderoso do País, confira o ranking dos 60 Mais Poderosos - 60 Mais Poderosos - iG». Último Segundo. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  22. Nery, Natuza; Falcão, Márcio (23 de dezembro de 2014). «Eduardo Braga assumirá Minas e Energia; veja 13 novos ministros». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de dezembro de 2014 
  23. «Diário Oficial da União, edição 1/2015, seção 2. pág. 2». Imprensa Nacional. 1 de janeiro de 2015. Consultado em 2 de janeiro de 2015 
  24. «Piso dos professores é reajustado em 13,01% e passa para R$ 1.917,78». Agência Brasil. 6 de janeiro de 2015. Consultado em 10 de setembro de 2019 
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  26. «Cunha chama ministro da Educação de mal-educado e aprova sua convocação - 04/03/2015 - Poder». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  27. «Aconselhada a demitir ministro, Dilma chama Cid Gomes para conversa - 18/03/2015 - Poder». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  28. «Cid Gomes pede demissão após discussão na Câmara dos Deputados». Zero Hora. 18 de março de 2015. Consultado em 18 de março de 2015 
  29. «Diário Oficial da União - 19 de março de 2015». Diário Oficial da União. 19 de março de 2015. Consultado em 19 de março de 2015 
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  31. «Recordista de votos no CE, Cid terá tarefa no 2º turno». www.opovo.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
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  33. «Em seis meses, senadores gastam R$ 852 mil em serviços de cartas». Metrópoles. 14 de julho de 2019. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  34. «Polícia Federal investiga escândalo que envolve os irmãos Ciro e Cid Gomes». Veja. 18 de setembro de 2010. Consultado em 18 de março de 2015 
  35. «Folha de S.Paulo - Ceará: Cid e Ciro Gomes não são investigados, de acordo com Ministério Público e PF - 21/09/2010». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2019 
  36. Lauriberto Braga Fonte (19 de setembro de 2010). «Cid e Ciro Gomes negam participação em desvio de recursos». IG. Consultado em 18 de março de 2015 
  37. «Para onde caminham os irmãos Cid e Ciro Gomes?». Brasil247. 11 de janeiro de 2013. Consultado em 18 de março de 2015 
  38. «Cidade onde Cid foi prefeito inspirou programa nacional de alfabetização». G1. 23 de dezembro de 2014. Consultado em 2 de janeiro de 2015 
  39. Passarinho, Nathalia (2 de janeiro de 2015). «Cid Gomes diz que declaração sobre salário de professores foi distorcida». G1. Consultado em 18 de março de 2018 
  40. Lauriberto Braga (2 de outubro de 2013). «Depois de deixarem o PSB, Cid e Ciro Gomes anunciam filiação ao PROS». Estadão. Consultado em 1 de janeiro de 2014 
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  42. «Cid Gomes se filia ao PDT e chama Temer de chefe de quadrilha - Política». Estadão. Consultado em 10 de setembro de 2019 
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Ligações externasEditar