Cinema de vanguarda

Cinema de Vanguarda é um cinema concebido entre a década de 1920 e a década de 1930 na França, quando os artistas das correntes de vanguarda (surrealismo, dadaísmo, impressionismo, cubismo,...) resolveram experimentar a linguagem cinematográfica.[1][2] Resultou-se dessa experimentação o cinema como Arte.[1][2] A partir da criação de cine-clubes, o cineasta pioneiro vanguardista Louis Delluc mobilizou artistas de renome como Marcel Duchamp (Dadaísmo), Luis Buñuel, Salvador Dali (surrealismo), Abel Gance, Jean Epstein, e Dimitri Kirsanov. A estética do movimento vanguardista privilegiava o ritmo e o movimento.[1] O objetivo dos cineastas era chocar a burguesia e causar impacto com sensações a partir de fenômenos visuais nos filmes nada comerciais.[1] Explorou a iluminação e novos ângulos da câmera. O movimento foi se dissipando pela perseguição dos regimes totalitários que assumiram o poder por volta de 1930. A arte vanguardista era considerada degenerada e muitos cineastas acabaram migrando para os Estados Unidos e dando força a Hollywood. Outros passaram para a clandestinidade e alguns optaram por produzir filmes comerciais.

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c d Azambuja, Tereza (15 de janeiro de 2013). «Experimentando o Cinema: notas e reflexões sobre o cinema de vanguarda». RUA » Revista Universitária do Audiovisual. Consultado em 16 de maio de 2020 
  2. a b «Experimentation in Film/The Avant-Garde». MoMA Learning. Consultado em 16 de maio de 2020 
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