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Cláudio Christovam de Pinho

futebolista brasileiro
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Cláudio Christóvam de Pinho (Santos, 18 de Julho de 1922 — Santos, 1 de maio de 2000) foi um futebolista brasileiro.

Cláudio
Informações pessoais
Nome completo Cláudio Christóvam de Pinho
Data de nasc. 18 de julho de 1922
Local de nasc. Santos (SP),  Brasil
Falecido em 1 de maio de 2000 (77 anos)
Local da morte Santos (SP),  Brasil
Apelido O Gerente
Informações profissionais
Posição Atacante
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1940-1941
1942-1943
1943-1944
1945-1957
1959-1960
Brasil Santos
Brasil Palmeiras
Brasil Santos
Brasil Corinthians
Brasil São Paulo
00000
0320000(9)
0350000(10)
05500000(305)
0350000(10)
Seleção nacional
19451957 Brasil Brasil 012 0000(5)

Era também conhecido como "o gerente", por ser o principal líder do time Corinthians nos anos 50. Marcou 305 gols com a camisa deste time, tornando-o o maior goleador da história Corintiana e um dos maiores jogadores da história do clube.

Revelado no Santos, teve uma passagem rápida pelo Palmeiras, onde marcou o primeiro gol do ex-Palestra Itália com o novo nome, em 1942, no mesmo ano ganhou o título paulista pelo clube alvi-verde. Porém, dentro de um ano, retornou a Vila Belmiro. O Corinthians foi buscá-lo em 1945, para fazer dele um dos maiores ídolos do clube.

Foi o líder de uma equipe considerada genial, que marcou 103 gols no Campeonato Paulista de 1951, que tinha Luizinho, Baltazar, Rafael, Simão e Carbone. Era rápido, habilidoso e um excelente cobrador de escanteios, faltas e pênaltis.

Pela seleção foi campeão do Sul-americano de 1949.

Não jogou em Copas do Mundo, prejudicado pelo fato de que estas não ocorreram nos anos 40. E não foi chamado pelos técnicos da Seleção nas copas de 1950 e 1954.

Em 1950 era um dos melhores pontas do pais ao lado de Tesourinha. Ficou fora da primeira convocação e mesmo após o corte de Tesourinha, por contusão, foi preterido pelo técnico Flávio Costa que preferiu chamar, como substituto, o lateral Alfredo do Vasco da Gama - Vasco que era o ex-time do treinador.[1]

A derrota para o São Paulo na final do Paulista de 1957 marcou seu último jogo pelo clube alvi-negro. Mas continuou no clube, assumindo o cargo de técnico do time. Demitido após 14 meses, aceitou um convite do São Paulo para voltar aos gramados novamente como jogador por um curto período tempo, entre 1959 e 1960. Assim, acabou tornando-se um dos poucos jogadores a defender os 4 maiores clubes de São Paulo.

Morreu em 2000, vítima de ataque cardíaco, em Santos, cidade onde nasceu.

TítulosEditar

Referências

  1. «Cópia arquivada». Consultado em 17 de novembro de 2008. Arquivado do original em 8 de outubro de 2009 
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