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Clube Atlético Guaçuano[1] é um clube brasileiro de futebol da cidade de Mogi Guaçu, interior do estado de São Paulo, fundado no dia 26 de fevereiro de 1929. Suas cores são verde e branco. O Estádio Municipal Alexandre Augusto Camacho é o local que o Guaçuano manda suas partidas. Atualmente, está licenciado.

Guaçuano
Clube Atletico Guacuano.png
Nome Clube Atlético Guaçuano
Alcunhas Mandi, Alvi-verde
Torcedor/Adepto Atleticano
Mascote Mandi
Fundação 26 de fevereiro de 1929 (90 anos)
Estádio Alexandre Augusto Camacho
Capacidade 8.000 lugares
Presidente Brasil José Antonio Mallis
Treinador Brasil
Patrocinador Brasil Unimed
Material (d)esportivo Brasil Deffende
Competição Licenciado
Website www.atleticoguacuano.com.br/
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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HistóriaEditar

Assim como a maioria dos clubes de futebol do interior paulista, o Clube Atlético Guaçuano, tem suas origens ligadas ao futebol amador. Sua fundação ocorreu em 26 de fevereiro de 1929, quando um grupo de entusiastas esportistas, se reuniu no antigo e tradicional Cine República, um espaço cultural da época e fundaram o então chamado “Club Athletico Guassuano”. O verde e branco são as cores do clube, que tem como mascote o “Mandi”, um peixe muito comum no interior do Estado e outrora abundante nas aguas do rio que leva o nome da cidade: Mogi Guaçu.

O primeiro presidente do clube foi o senhor Alexandre Augusto Camacho, eleito na assembleia que fundou oficialmente o clube, em 1929. Ele foi um dos responsáveis pela construção do tradicional “Camachão” que até hoje é o principal estádio de Mogi Guaçu e onde o “Mandi” manda seus jogos. O espaço foi inaugurado em 1930 e em 1951, passou a levar o nome de Alexandre Augusto Camacho.

Após sua fundação, há quase 100 anos, o “Atlético” como era mais conhecido pelos torcedores antigos ou o “Guaçuano” como dizem os mais novos, representou a cidade de Mogi Guaçu em vários campeonatos amadores do Estado, até que em  1958 se sagrou Campeão do Amador Regional, vencendo o sempre empolgante “derby” da cidade diante do Cerâmica Clube.

O “Mandi” ficou inativo de 1959 até 1974, quando então aconteceu a primeira participação no futebol profissional, assumindo a vaga deixada pelo Grêmio Esportivo Guaçuano e disputando a Segunda Divisão do futebol paulista.

Em 1975, mais exatamente no dia 28 de setembro, o “Mandi” empatou em 0 a 0 com a A. E. Laranjalense, em Laranjal Paulista e faturou o titulo da série Petronilho de Brito da Segunda Divisão de Profissionais. Mesmo com o título conquistado, não houve acesso para a Intermediária de 1976 e o “Mandi” mais uma vez jogou a conhecida “segundona”.

No ano de 1977, o clube caiu para a Terceira Divisão. Retornando à "segundona" em 1980.

Em 1981, o clube voltou a celebrar glórias, conquistou o título do Grupo Azul da Segunda Divisão, com uma vitória histórica sobre o Mogi Mirim E. C. Após dois empates, um terceiro jogo foi marcado para a cidade de Limeira, que foi literalmente invadida pelo torcedor guaçuano que comemorou muito a emocionante vitória por 4 a 3 em cima de seu maior rival. Outro titulo importante conquistado no ano de 1981 foi o de “campeão estadual de juniores ”, coroando-se assim o excelente trabalho de base realizado naquele ano.

No ano de 1992, conquistou o vice-campeonato da Segunda Divisão. O acesso veio dentro Estádio Alexandre Augusto Camacho, após um empate diante do C.A.U. Iracemapolense, da cidade de Iracemápolis. Novamente, no ano seguinte não pode consolidar o acesso, pois seu estádio, não obedecia à capacidade mínima de dez mil espectadores. Além disso, o clube passou por uma crise financeira que impediu os investimentos necessários para disputar a competição.


Em 1994, com a reestruturação das divisões do Campeonato Paulista, o Guaçuano voltou à disputa na então Série B3, sexto nível estadual, sem equivalência no sistema atual.


No ano de 1996, o clube chegou até o quadrangular final deste torneio, sua melhor campanha no período, mas ficou sem a vaga para a Série B2, quinto nível estadual.


Até 2005, o “Mandi” disputou esta categoria, a série B2, quando uma nova reestruturação unificou as séries B do Paulistão em um único campeonato, a atual Segunda Divisão e quarto nível estadual. Mais uma vez o clube ficou próximo da vaga para a Série A3, mas foi derrotado nas fases finais.


No ano de 2008 o “Mandi”, de novo, ficou no quase. Chegou a penúltima fase juntamente com Batatais F. C. , G. E. Osasco e Barretos E. C. Na ultima rodada desta fase, em pleno “Camachão”, um jogo decisivo tanto para o Guaçuano, quanto para o Batatais, uma vitória levaria o vencedor ao acesso e à disputa da finalíssima da Segunda Divisão daquele ano.  Numa noite nem um pouco inspirada o “Mandi”  foi derrotado por 3 a 0, ficando apenas a um pontinho do acesso e da final.


Em 2011, após excelente campanha, chega a ultima rodada da penúltima fase, precisando apenas  da vitória sobre a forte equipe da C. A. Votuporanguense para conseguir o tão sonhado acesso. O “Camachão”, como é conhecido seu estádio, recebe lotação máxima e o “Mandi” vence por 2 a 0, chegando finalmente na Série A3.

Em 2012, na Série A3, faz uma campanha brilhante, liderando grande parte do campeonato. Na fase decisiva, precisa apenas de uma vitória contra o já desclassificado Marilia A. C., mas mesmo diante de 10 mil pessoas que superlotaram o Estádio Alexandre Augusto Camacho, o inédito acesso à Série A2 do Campeonato Paulista não veio, pois o “Mandi” apenas empatou a partida.

Em 2013, começam as dificuldades, as arquibancadas tubulares que foram alugadas para cumprir as exigências de capacidade mínima do estádio, foram retiradas e outras exigências da FPF não foram cumpridas. Dessa forma o clube disputou o campeonato inteiro daquele ano com os portões fechados. A campanha não foi boa e o “Mandi” só se salvou do rebaixamento na última rodada com uma vitória “suada” diante do A. A. Flamengo de Guarulhos.

2014 a situação foi ainda pior, a FPF não permitiu mais a utilização do Estádio Alexandre Augusto Camacho e o “Mandi” teve que mandar seus jogos na vizinha cidade de Itapira. Diante de uma série de problemas, o resultado não poderia ser outro: o rebaixamento.

Em 2015, aconteceria a volta à Segunda Divisão, mas sem estádio em condições de receber partidas oficiais e com diversos problemas extra campo, iniciou-se um período de inatividade do “Mandi” o qual perdurou até o inicio deste ano de 2019, quando uma nova diretoria foi eleita e empossada, reacendendo assim a esperança em cada um dos milhares de torcedores do Clube Atlético Guaçuano de que ele volte a brilhar novamente.

[2]

Principais jogadoresEditar

  • Bilão
  • Silvinho
  • Ismanir
  • Papinha
  • Humberto Suzigan
  • Babá Caveanha
  • Miguelito
  • Zé Muié ( Goleiro )
  • Moacir Guaçu

MascoteEditar

Mogi Guaçu, originalmente grafada como Moji-Guaçu - nasceu às margens do rio que lhe empresta o nome, e sua existência se deve diretamente a esta localização privilegiada. O rio Mogi Guaçu recebeu essa denominação dos indígenas que habitavam a região, e significa “Grande Rio Que Serpenteia”, em Tupi-Guarani. Quando surgiu a ideia de uma mascote para o Clube Atlético Guaçuano, a escolha só poderia recair sobre algo relacionado a ele. Nascia o “Mandi”, peixe característico encontrado no rio e também conhecido como bagre ou surubim.

RivalidadesEditar

Os rivais do Guaçuano, contra quem realiza os principais clássicos, são o Mogi Mirim[3], o Paulínia[4][5] e a Itapirense[6].

Elenco atualEditar

Goleiros
Jogador
  Bruno T
  Vinícius
Defensores
Jogador Pos.
  Cássio Borges Z
  Giovanni Ricci Z
  Mateus Nascimento Z
  Maycon Oliveira LD
  Matheus Diniz LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
  Rodolfo V
  Thiago Rogério V
  Samuel M
  Silva M
  Guilherme Santos M
  Denis M
Atacantes
Jogador
  Peu
  Iago
  Jonathan
  Andre Silva
  Caio Basilio
  William Vinicius
Comissão técnica
Nome Pos.
  João Batista T

TítulosEditar

NacionaisEditar

  •   Campeão do Torneio da Amizade
* Como Chaminé Clube.

EstaduaisEditar

Categorias de baseEditar

  •   Campeão da Copa Jaburu de Amparo (Sub-15)
  •   Campeão da Copa Jaburu (Sub-17)

EstatísticasEditar

ParticipaçõesEditar

Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A   R  
  Série A2 6 Sem dados 1982 1987 ?
Série A3 12 Sem dados 1975 2014 ? ?
Segunda Divisão 12 Sem dados 1977 2011 ? ?
Série B2 8 Sem dados 1996 2004 ? ?
Série B3 1 ?º colocado (2001) 2001 2001 ?
Copa Paulista 1 Primeira fase (2012) 2012 2012

Competições estaduais

  • Anos na Série A2: 1982-1987
  • Anos na Série A3: 1975-1976, 1980-1981, 1988-1992 e 2012-2014
  • Anos na Segunda Divisão: 1977-1979, 1994-1995 e 2005-2011
  • Anos na Série B2: 1996-2000 e 2002-2004
  • Anos na Série B3: 2001
  • Anos que jogou a Copa Paulista: 2012

Últimas dez temporadasEditar

 Ver artigo principal: Temporadas do Guaçuano
Últimas dez temporadas do Clube Atlético Guaçuano
  Nacionais   Internacionais   Estaduais
Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continentais / Mundial Campeonato Paulista Copa Paulista
Ano Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos. Fase Máxima
2010 D Não classificado SD 12º
2011 D Não classificado SD
2012 D Não classificado A3 1F
2013 D Não classificado A3 15º
2014 D Não classificado A3 20º
2015 Licenciado
2016 Licenciado
2017 Licenciado
2018 Licenciado
2019 Licenciado


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Eliminado nas semifinais
     Classificado à fase de grupos da Copa Libertadores
     Classificado à fase preliminar da Copa Libertadores
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Campeão do Campeonato do Interior
     Rebaixado à divisão inferior
     Campeão e promovido à divisão superior
     Vice-campeão e/ou promovido à divisão superior

Referências

  1. «Federação Paulista de Futebol». Consultado em 9 de outubro de 2008. Arquivado do original em 23 de novembro de 2010 
  2. «História do Guaçuano» 
  3. Mogi Mirim e Guaçuano vão fazer o clássico regional
  4. «Paulínia vence clássico regional e se classifica». TVB. 23 de setembro de 2010. Consultado em 23 de setembro de 2010 
  5. Pereira, Leandro (10 de março de 2010). «Rivalidade entre as equipes não entrará em campo» (html). Portal de Paulínia. Consultado em 27 de agosto de 2010 [ligação inativa]
  6. Segundona: Guaçuano estréia com clássico regional

Ligações externasEditar