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Columbofilia, columbismo ou columbicultura é a prática da criação, seleção e cultivo de pombos-correio para competição.

Índice

Noções GeraisEditar

Columbofilia é a uma modalidade desportiva relacionada a corrida entre pombos-correio. Columbófilos (criadores de pombos-correio) potencializam capacidades físicas e de orientação para participação de campeonatos. Eles desenvolvem velocidades máximas entre 87 km/h e 102 km/h em distâncias que podem chegar a mais de 1.200 quilômetros.

Características do Pombo-correioEditar

O atual pombo-correio é o resultado de cruzamentos de algumas raças belgas e inglesas, efetuadas na segunda metade do século XIX. Esse padrão de pombo foi continuamente selecionado a fim de apurar duas características principais: a capacidade de orientação e um morfótipo atlético. O pombo-correio caracteriza-se, principalmente pelas seguintes propriedades:

Columbofilia no MundoEditar

Em Portugal são realizadas corridas de pombos entre fevereiro e junho de cada ano, sendo que nos restantes meses existem outras competições columbófilas, nomeadamente os derbys.[1]. O número de pombos está estimado em 4,5 milhoes.

No Brasil]], competições são realizadas anualmente de maio a outubro. O pombo-correio foi introduzido no Brasil pelo Exército Brasileiro para fins de comunicações. Atualmente a população de pombos-correio no Brasil está estimada em um milhão. Os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Sergipe, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso e Espírito Santo contam com columbófilos reconhecidos a nível mundial.

Histórico Cronológico e Jurídico da Columbofilia no BrasilEditar

31/05/1903 – Fundação da Sociedade Columbófila Brasil onde funcionou até o ano de 1950.

16/06/1930 – Fundação da Sociedade Columbófila Paulista.

10/08/1935 – Fundação da Sociedade Columbófila A. Rolinha em atividade até hoje.

06/07/1933 – Decreto nº. 22.894 – assinado pelo Presidente do Brasil Getúlio Vargas criando a Confederação Columbófila Brasileira, como órgão integrante do Ministério da Guerra, sendo considerado uma sociedade de utilidade pública, gozando dos benefícios e incentivos fiscais.

22/02/1934 – Decreto nº. 23.904 – alterou a composição da diretoria da Confederação Columbófila Brasileira, apontando como novos diretores, a alta direção do Ministro de Estado da Guerra e o Diretor do Serviço Telegráfico do Exército.

22/02/1934 – Decreto nº. 23.905 - aprovou o regulamento da Confederação Columbófila Brasileira, assinado pelo General de Divisão Pedro Aurélio de Góes Monteiro, Ministro de Estado da Guerra.

1951 – Ano de Fundação do Clube Columbófilo Limeirense - SP

27/07/1960 – Decreto nº. 48.631 – assinado pelo Presidente Juscelino Kubitschek subordinando a Federação Columbófila Brasileira à Superintendência do Conselho Nacional de Desportos, órgão do Ministério da Educação e Cultura, como órgão exclusivamente civil, e manteve seu status de utilidade pública.

18/11/1971 – Decreto nº. 69.547, assinado pelo Presidente General Emílio G. Médici, que revogou o Decreto nº. 48.631, e consequentemente, voltou à subordinação da Confederação Columbófila Brasileira ao Ministério da Guerra.

10/05/1991 – Decreto sem número, publicado no Diário Oficial da União de 13 de maio de 1991, assinado pelo Presidente Fernando Collor, que revogou o Decreto nº. 22.894 de 6 de julho de 1933, ou seja, cancelou a criação da Confederação Columbófila Brasileira.

24/07/1993 – Criação da Federação Columbófila Brasileira, associação civil de direito privado, sem nenhum apoio financeiro, para representar o país, centralizar e direcionar a columbofilia brasileira.

2014 - No Campeonato Mundial realizado na cidade de Mira, Portugal; a Delegaçao Brasileira sagrou-se Campea Mundial de 2014. Na mesma competiçao, o Terceiro Colocado em soma de pontos obtidas ao longo das etapas(Pombo As), tambem era do Brasil. Fato inedito para a modalidade.

Legislação de Columbofilia em PortugalEditar

Dec. Lei 36767 de 26 de Fevereiro de 1948 (Lei de protecção ao pombo-correio): Determina que é necessário estar inscrito na Federação Portuguesa de Columbofilia para poder ter pombos-correio ou comprar anilhas oficiais[2] e que o dever de quem encontrar um pombo-correio extraviado é comunicá-lo de imediato à Federação Portuguesa de Columbofilia, que tratará de identificar o proprietário a fim de se proceder à recuperação do pombo. Após a recepção da comunicação emitida pela Federação, o proprietário dispõe de 15 dias (corridos) para a efectiva recuperação do pombo.[3]

Referências

  1. [www.columbofiliaonline.com www.columbofiliaonline.com] Verifique valor |URL= (ajuda)  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  2. Federação Portuguesa de Columbofilia. «Como ser columbófilo». Consultado em 13 de Junho de 2012 
  3. Federação Portuguesa de Columbofilia. «Perdidos & Achados». Consultado em 13 de Junho de 2012 

Ligações externasEditar