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Copa Rio de 2009

(Redirecionado de Copa Rio 2009)

A Copa Rio de Profissionais de 2009 foi a 14ª edição da Copa Rio. Nesta edição, que seguiu o padrão das duas últimas, o torneio foi disputado pelos clubes considerados "pequenos" do Estado do Rio de Janeiro, realizado com o propósito de movimentar as equipes após a disputa do Campeonato Carioca de 2009, além de oferecer ao campeão uma vaga na Copa do Brasil de 2010 e ao vice-campeão uma vaga na Série D de 2010.

Copa Rio de Profissionais 2009
Copa Rio 2009
Rio de Janeiro.
Dados
Participantes 17
Organização FFERJ
Período 21 de março27 de junho
Gol(o)s 396
Partidas 116
Média 3,41 gol(o)s por partida
Campeão Flag of Duque de Caxias, Rio de Janeiro.gif Tigres do Brasil
Vice-campeão Município do Rio de Janeiro Madureira
Melhor marcador Daniel (Sendas) - 16 gols
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O torneio foi organizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e divido em 4 fases; além de ter tido jogos, em sua grande maioria, às quartas e aos sábados às 15h. A final foi disputada por Madureira e Tigres do Brasil, sagrando-se campeão o segundo time, de Xerém.

Índice

Equipes envolvidasEditar

Equipes desistentesEditar

Antes de a competição começar, algumas equipes desistiram de participar, mesmo tendo direito à vaga por suas classificações nas Séries B e C do Carioca de 2008. Com isso, vagas foram abertas até que algum clube que se tivesse posicionado mais abaixo na classificação de 08 preenchesse a vaga (casos de CFZ, Fênix e Sendas). Além disso, a FFERJ diminuiu o número de participantes de 18 para 17, pois, com as inúmeras desistências dos times da Série B e a do Sampaio Corrêa, convidado mesmo sendo da Série C, não havia mais tempo para fechar o calendário.

Por fim, mais um problema. Apesar de o regulamento falar que equipes classificadas para a Copa do Brasil ou para as Série B ou C de 2009,[1] casos de Americano e Duque de Caxias respectivamente, não pudessem disputar a Copa Rio, o clube campista entrou na competição. Isso ocorreu porque o Mesquita, que fora o antepenúltimo da 1ª Divisão de 2008 e poderia preencher a vaga faltosa de um time da Série A, desistiu e a FFERJ não aceitou o pedido de entrada do América, rebaixado no ano anterior. Assim, o time de Campos aceitou participar do torneio.[2]

Segue a lista de desistentes:

Equipes participantesEditar

Ao contrário de 2007, quando foram 24 as equipes representantes, a FFERJ optou por reduzir o tamanho da competição para 18 participantes, sendo oito da Série A de 2008, seis da Série B e quatro da Série C. Depois das citadas desistências, fechou em 17 representantes.

Participam da primeira fase as 3 melhores equipes classificadas na 2ª Divisão do Campeonato Carioca de 2008, a partir da 2ª colocação e que estejam devidamente regularizadas junto à FFERJ, e as 3 melhores equipes classificadas na 3ª Divisão do Campeonato Carioca de 2008, a partir da 2ª colocação e que também estejam devidamente regularizadas.

Entram já na segunda fase as 9 melhores equipes da 1ª Divisão do Campeonato Carioca de 2008 (à exceção do Duque de Caxias, que disputará a Série B do Campeonato Brasileiro); as 2 primeiras da 2ª Divisão do Campeonato Carioca de 2008; e a campeã da 3ª Divisão do Campeonato Carioca de 2008.

Resumo (o idealizado)Editar

Como se pode perceber no artigo segundo do regulamento, a ideia da FFERJ era que entrassem na segunda fase os campeões das Séries B e C de 2008, ou seja, Bangu, Tigres, Quissamã e Campo Grande; além dois oito times da Série A de 2008. Com as desistências supra-citadas, o Campo Grande acabou voltando para disputar a primeira fase que, ao invés de classificar três, passou a classificar quatro, deixando um dos grupos da segunda fase com dois times provindos da primeira.

O ideal, porém, diante do regulamento era que tivéssemos a seguinte configuração na segunda fase: Bangu, Boavista, Cabofriense, Campo Grande, Friburguense, Macaé, Madureira, Mesquita, Quissamã, Resende, Tigres do Brasil e Volta Redonda, mais os três classificados.

Já na primeira fase, o ideal era termos não três, mas quatro representantes da Série B de 2008: Aperibeense, Olaria, Goytacaz e CFZ. E, por fim, não três, mas dois representantes da Série C (lembrando que o Campo Grande já estaria lá na segunda fase): Castelo Branco e São João da Barra.

No final - e no total -, portanto, três clubes que deveriam originalmente estar de fora entraram: Americano, Fênix e Sendas; enquanto que outros quatro que deveriam participar originalmente não o puderam fazer, alegando problemas financeiros: Goytacaz, Mesquita, Olaria e São João da Barra.

Fórmula de disputaEditar

Os seis times que disputam a primeira fase enfrentam-se em jogos de ida e volta, classificando-se as 4 melhores colocadas para a segunda fase.

Na segunda fase, os 4 classificados pela primeira fase juntam-se aos outros 11 times, divindo-se em três grupos de cinco equipes cada. Novamente, os clubes enfrentam-se em ida e volta, classificando-se à terceira fase os 2 melhores colocados de cada grupo, além dos 2 melhores terceiros colocados por índice técnico.

Na terceira fase, as 8 equipes são dividas em dois grupos com quatro equipes cada. Uma vez mais elas se enfrentam em esquema de ida e volta, chegando à grande final o campeão de cada chave.

A quarta fase resume-se a duas partidas, consideradas finais, com ida e volta, sendo o mandante do jogo da volta o time que tiver obtido o melhor índice técnico na soma de todas as fases anteriores.

Mando de campoEditar

Ao contrário do que ocorrera durante o Campeonato Carioca, a FFERJ liberou a maioria dos estádios, desde que atendessem ao básico do Estatudo do Torcedor, ou os jogos não tivessem público. Algumas equipes, porém, mandaram todas as suas partidas em outros estádios. Foram elas:

Houve também casos específicos:

Primeira fase (Grupo A)Editar

A primeira fase foi realizada entre 21 de março e 22 de abril. Esta fase foi marcada pelas goleadas tomadas pelo Campo Grande, que perdeu todas as partidas que disputou (inclusive, a maior goleada da competição ocorreu no último confronto da primeira fase: Aperibeense 10 x 2 Campo Grande), além do fato de ter havido gols em todos os confrontos. O Castelo Branco, por sua vez, perdeu 6 pontos no TJD/RJ, mas, mesmo que os obtivesse de volta, estaria eliminado. Assim, o campeonato pôde prosseguir sem precisar de uma pausa para um novo julgamento. Outro detalhe da primeira fase foram os 100% de aproveitamento do CFZ como mandante, que se classificou graças a este belíssimo desempenho, já que perdeu todos os confrontos diretos como visitante (só venceu, obviamente, o Campo Grande).

Classificados para a segunda fase
  • i. ^ Punido com a perda de 6 pontos por irregularidade.

Segunda faseEditar

A segunda fase foi realizada entre os dias 25 de abril e 30 de maio. Sua primeira rodada ficou marcada pelos primeiros jogos sem gols na competição: os confrontos Macaé x Tigres do Brasil e Resende x Fênix terminaram empatados por 0 a 0. Por sua vez, o Grupo C ficou marcado pelas confusões de tabela envolvendo o Americano, o que levou a um atraso no calendário da competição. A maior goleada foi Cabofriense 5 a 1 no Bangu, ocorrida na terceira rodada.

Classificados para a terceira fase

Grupo BEditar

Foi composto por Macaé, Tigres, Madureira, Friburguense e o segundo colocado na primeira fase, o CFZ.

A primeira troca de técnicos no grupo e a segunda na competição ocorre após o primeiro tuno: Mário Marques, com apenas quatro pontos conquistados dos doze disputados, sai do Macaé para o time de juniores do Fluminense.[3] O seu substituto é justamente Toninho Andrade, que saíra do Americano dias antes.[4] O Tigres classificou-se com uma rodada de antecedência, ao derrotar o CFZ em casa por 1 x 0.

O grupo caracterizou-se por ser o mais disputado dentre os três, pois até a penúltima rodada todos ainda podiam se classificar ou ser eliminados, como primeiro, segundo ou terceiro colocados; e mesmo na última rodada, Macaé, Madureira e Friburguense não tinham nada garantido. Ao término, pesou o espetacular aproveitamento do Madureira em casa - 4 vitórias e apenas 1 gol sofrido.

Grupo CEditar

Foi composto por Americano, Boavista, Quissamã, Resende e o terceiro colocado na primeira fase, o Fênix.

Já na segunda rodada, surge uma polêmica. Prevendo que nenhuma equipa pequena fosse se classificar às finais do Campeonato Carioca nem chegar às oitavas-de-final, no mínimo, da Copa do Brasil, a FFERJ apertou o calendário e marcou jogos para quartas e sábados sucessivos, sem intervalos. Com isso, jogos não poderiam ser remanejados para datas futuras. Ocorreu que o Americano, após ter eliminado o Botafogo na segunda fase, iria enfrentar a Ponte Preta no dia 29 de abril pela Copa do Brasil, às 19h30 em Campos, e tinha compromisso marcado contra o Fênix, em Barra Mansa, para o mesmo dia às 15h. Como resolução, a FFERJ adiou a partida para o dia seguinte, 30 de abril, às 15h30, o que gerou protestos da comissão técnica campista.[5]

Por conseguinte, a partida entre Boavista e Fênix, originalmente marcada para 2 de maio foi remanejada para 3 de maio, de forma que todas as demais equipes do Grupo ficassem com no mínimo dois dias de intervalo entre as partidas, como é instituído nas competições nacionais. O Americano, por sua vez, teve de jogar 2 de maio, dessa vez com mais de 24 horas de diferença entre duas partidas, contra o Resende, pois o confronto de volta contra a Ponte Preta seria a 5 de maio, em Campinas.

Resumindo, o time campista teve confrontos 29/04 (Copa do Brasil, em Campos), 30/04 (Copa Rio, em Barra Mansa), 02/05 (Copa Rio, em Campos) e 05/05 (Copa do Brasil, no interior do estado de São Paulo), ou seja, quatro partidas em sete dias, tendo lançado mistos de reservas com juniores (pois o regulamento da competição determina um máximo de 4 juniores) nos dois confrontos da Copa Rio, tendo perdido as duas partidas; além de ter sido eliminado da competição nacional. Como consequência, o clube sofreu uma debandada, com a saída de destaques, como Éberson, Ernani e Kieza; além do técnico Toninho Andrade.[6] Este iria para o Macaé algumas rodadas depois e foi substituído por Rafael Soriano, na primeira troca de treinadores dentro da competição.

Definitivamente, a fase do Americano não era boa àquela altura da temporada. Depois de tudo isso, a equipe preparou-se para enfrentar o Boavista, no Caio Martins, a 09/05. Mas um acidente na BR-101 impediu que a equipe pudesse chegar a tempo para o confronto. Até o momento, a situação está como pendente na FFERJ, pois, apesar de não ter jogado e, a princípio, dever sofrer uma derrota por 3 X 0 (como W.O.), a ausência do time não foi decorrente de falta de vontade ou interesse do time, logo a partida pode sofrer uma remarcação. O problema, novamente, é o aperto do calendário da competição que impede tais atrasos. O caso foi para julgamento no TJD.[7][8] No julgamento de primeira instância, por 4 X 3 (voto decisório do presidente de mesa), o clube campista foi punido com a derrota por W.O. (3 X 0 para o Boavista), o que o tornou o primeiro eliminado da segunda fase, tendo ainda de pagar uma multa (de valor desconhecido) e também além de ser afastado de competições oficiais para 2010. O clube prometeu entrar com recurso e paralisar a competição.[9]

No segundo julgamento, em 26 de maio, o time conseguiu reverter a punição, pelo placar máximo no mesmo Tribunal (5 X 0), e a partida teve de ser remarcada para o sábado seguinte, 30 de maio, o que gerou um atraso no calendário original da competição - atraso este necessário, pois o Boavista ainda apresentava chances de classificação como segundo melhor terceiro colocado (tinha 7 pontos contra 8 da Cabofriense no Grupo D).[10] Isso gerou, a priori, duas controvérsias: 1) se este jogo pôde ser adiado e o calendário atrasado, por que os demais do Americano, na época do Copa do Brasil, também não puderam sofrer remarcação?; 2) a última rodada ocorre ao mesmo horário e data para todos os grupos para não haver possível combinação de placares ou favorecimentos de certas partes, mas, em consequência de tudo que foi explicado, a Cabofriense ficou "na torcida" pelo Americano de maneira direta. E, por incrível que pareça, o time campista conseguiu sua única vitória justamente neste confronto e decretou a classificação da Cabofriense e a eliminação do time de Saquarema.

Na sexta rodada, o Resende foi o primeiro time a garantir sua vaga - e, ao lado do Volta Redonda, com duas rodadas de antecedência - ao bater o Americano em casa por 4 x 2.[11] O Quissamã classificou-se na rodada seguinte, ao derrotar o Fênix por 5 x 0 em casa.

Com isto, observa-se que houve grande vantagem destas duas equipes sobre as demais, classificando-se com certa tranquilidade. Por outro lado, o Boavista, que teoricamente deveria sobrar entre as duas equipes, por conta do problema delas e da sua estrutura, sofreu com a alta carga de empates e, não fosse uma vitória aos 45 minutos do segundo tempo contra o Fênix, teria sido eliminado por antecedência. No fim das contas, sua derrota para o Americano, com o mando de campo (mas realizada em Niterói) demonstrou a irregularidade dessas equipes e que, se tivesse tido mais tempo de recuperação e preparo, o Americano poderia ter entrado na briga pela vaga como terceiro colocado.

Grupo DEditar

Foi composto por Bangu, Cabofriense, Volta Redonda, o primeiro e o quarto colocados na primeira fase, que foram Sendas e Aperibeense respectivamente. Com uma vitória na sexta rodada, fora de casa contra o Aperibeense, o Volta Redonda tornou-se o primeiro classificado por antecipação. Na rodada seguinte, o Sendas também garantiu sua classificação antecipada, vencendo exatamente o time de Aperibé.

O grupo foi marcado pela extrema superioridade de Volta Redonda e Sendas sobre as três demais equipes, que se alternaram entre as últimas colocações. Ao final, graças às duas vitórias sobre o Bangu, a Cabofriense conseguiu terminar como terceira colocada e se classificar, graças ao tropeço do Boavista no confronto adiado contra o Americano (leia os parágrafos referentes ao Grupo C).

Terceira FaseEditar

A terceira fase será realizada entre os dias 3 de junho e 20 de junho.

Classificado para a final

Grupo EEditar

O grupo E foi composto pelo Madureira, campeão do Grupo B, pelo Volta Redonda, campeão do Grupo D, pelo Quissamã, vice-campeão do Grupo C e pelo Macaé, o segundo melhor terceiro colocado, classificado por índice técnico.

O Volta Redonda, após quatro derrotas seguidas, foi eliminado ao perder em casa, de goleada, para o Madureira por 4 x 1, ainda na quarta rodada. Outra vez, o desempenho perfeito em casa foi fundamental para a classificação do Madureira à final. Com os 100% de aproveitamento, o time se classificou no dito "grupo da morte" na última rodada, na qual tanto Macaé como Quissamã ainda tinham chances significativas.

Grupo FEditar

O grupo F foi composto pelo Resende, campeão do Grupo C, pelo Tigres do Brasil, vice-campeão do Grupo B, pelo Sendas, vice-campeão do Grupo D e pela Cabofriense, o primeiro melhor terceiro colocado, classificado por índice técnico.

A Cabofriense foi a primeira equipe do grupo a ser eliminada, após a derrota por 5 x 3 para o Sendas, fora de casa, na quarta rodada. Na rodada seguinte, o Tigres derrotou o Sendas fora de casa por 3 x 2, coroando uma ótima participação nesta fase, e se classificou para a final com antecedência.

Quarta Fase (Final)Editar

As finais foram realizadas nos dias 24 de junho e 27 de junho. O time que obtivesse melhor desempenho por índice técnico durante toda a competição, dentre os finalistas poderia decidir a finalíssima em casa. Assim, o primeiro confronto foi realizado em Madureira e o segundo jogo em Xerém. Os treinadores finalistas foram Roy (Madureira) e Betão (Tigres).

Como campeão, o Tigres do Brasil está classificado para a Copa do Brasil de 2010 e, como vice, o Madureira já está definido como um dois representantes fluminenses na Série D de 2010. Foi o segundo título da Fera da Baixada na competição, coroando o seu ano de estreia na Série A do Campeonato Carioca, no qual o seu time de juniores foi campeão estadual vencendo os dois turnos. Já o Madureira manteve a série de boas campanhas e melhorou o seu desempenho em relação ao ano anterior, quando fora terceiro colocado.

Primeiro jogoEditar

24 de junho Madureira 2 - 2 Tigres do Brasil Conselheiro Galvão, Rio de Janeiro
15:00
Victor Silva   34'
Bruno   48' (pen)
Jucelino   57'
Súmula Pedrão   35'
Eduardo   86'
Público: 0
Árbitro: Agnaldo Xavier Farias

Segundo jogoEditar

27 de junho Tigres do Brasil 2 - 0 Madureira De Los Larios, Duque de Caxias
15:00
Pedrão   43'
André Bocão   50'
Fabinho  59'
Súmula Público: 230
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães
Copa Rio 2009
 
Tigres do Brasil
Campeão
(2º título)

EstatísticasEditar

Última atualização a 24 de junho de 2009.

ArtilhariaEditar

Gols Jogador Time
16 Daniel Sendas
14 Alex CFZ
11 Vitor Rossini Sendas
8 Diego Castelo Branco
Raphael Fênix
7 Hiroshi Resende

Os maiores públicosEditar

Os números são dos borderôs da FFERJ,[12] considerando o que o clube definiu como vendido (ou distribuído, no caso de bilhetes gratuitos), não sendo considerado oficial e precisamente o público presente em cada jogo.

Público Mandante Placar Visitante Estádio Cidade Data
1 628 Quissamã 1 - 1 Macaé Carneirão  Quissamã 13 de junho
2 310 Quissamã 3 - 1 Americano Carneirão  Quissamã 13 de maio
3 305 Quissamã 5 - 0 Fênix Carneirão  Quissamã 23 de maio
4 281 Quissamã 2 - 1 Madureira Carneirão  Quissamã 10 de junho
5 264 Quissamã 1 - 1 Volta Redonda Carneirão  Quissamã 17 de junho
6 250 Sendas 6 - 0 Campo Grande Sendolândia   São João de Meriti 21 de março
7 250 Sendas 2 - 1 Aperibeense Sendolândia   São João de Meriti 28 de março
8 250 CFZ 6 - 2 Campo Grande Estádio Antunes Coimbra   Rio de Janeiro 1 de abril
9 248 Volta Redonda 1 - 1 Sendas Raulino de Oliveira   Volta Redonda 16 de maio
10 246 Volta Redonda 2 - 1 Bangu Raulino de Oliveira   Volta Redonda 23 de maio

Os melhoresEditar

Aspecto Time Número Média
Ataque Sendas 56 gols marcados 2,33 por jogo
Defesa Quissamã 13 gols sofridos 0,93 por jogo

Classificação GeralEditar

Campeão
Vice-campeão
Eliminados na terceira fase
Eliminados na segunda fase
Eliminados na primeira fase
Classificação
# Time PG J V E D GP GS SG
1 Tigres do Brasil 34 16 10 4 2 25 15 +10
2 Madureira 28 16 8 4 4 27 18 +9
3 Sendas 41 24 12 5 7 56 43 +13
4 Resende 29 14 9 2 3 19 16 +3
5 Macaé 24 14 7 3 4 21 14 +7
6 Quissamã 23 14 6 5 3 22 13 +9
7 Volta Redonda 21 14 6 3 5 23 22 +1
8 Cabofriense 11 14 3 2 9 23 31 -8
9 CFZ 25 18 8 1 9 36 34 +2
10 Aperibeense 23 18 7 2 9 40 31 +9
11 Fênix 23 18 6 5 7 31 34 -3
12 Friburguense 8 8 2 2 4 8 12 -4
13 Boavista 7 8 1 4 3 7 10 -3
14 Americano 6 8 1 3 4 10 14 -4
15 Bangu 4 8 1 1 6 10 18 -8
16 Castelo Branco[i] 10 10 4 4 2 28 17 +11
17 Campo Grande 0 10 0 0 10 12 56 -44
  • i. ^ Punido com a perda de 6 pontos por irregularidade.

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar