Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023

edição de 2023 da Copa do Mundo de Futebol Feminino

A Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino de 2023, será a nona edição do torneio mundial de seleções femininas. Está previsto para acontecer entre os dias 20 de julho e 20 de agosto deste ano, sendo a edição mais tardia deste formato da Copa do Mundo. As competições acontecerão na Austrália e na Nova Zelândia, sendo a primeira edição a ocorrer em dois países simultaneamente, além de ser o primeiro mundial de futebol profissional a acontecer nesses dois países, tendo como novidade a ampliação do formato para 32 participantes. A definição dos países aconteceu no dia 25 de junho de 2020 após uma votação virtual.[1]

Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino
Austrália e Nova Zelândia 2023
LogoAustraliaNewZeland.png
Logotipo da Candidatura Australiana e Neozelandês
Dados
Participantes 32
Organização FIFA
Anfitrião Austrália
Nova Zelândia
Período 20 de julho – 20 de agosto
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Ampliação e Mudanças no FormatoEditar

Em 5 de junho de 2019, algumas horas antes da final da Copa do Mundo Feminina daquele ano, o presidente da FIFA, o suíço-italiano Gianni Infantino declarou em uma coletiva de imprensa que aquela edição era uma edição sem precedentes na história do torneio, com um interesse de mídia nunca visto, o que levou as maiores audiências de televisão jamais registradas na história do futebol feminino. Ao final desta declaração, ele anunciou que a entidade havia elaborado uma lista com cinco metas a serem atingidas pelo futebol feminino nos próximos anos. Faziam parte desta lista:

  • Criação de um mundial de clubes, aos moldes do que já acontece com os homens desde 2005.
  • Criação da Liga Mundial Feminina, seguindo os moldes da Liga das Nações da UEFA.
  • Com o aumento do nível dos jogos registrado nas duas edições anteriores,a entidade decidiu aumentar o número de seleções participantes de 24 para 32, a fim de igualar o formato do torneio masculino, vigente desde 1998.
  • Dobrar as premiações para a Copa de 2023, também igualando estes valores aos dos homens.
  • Dobrar os investimentos no desenvolvimento do esporte para US$1 bilhão.[2][3]

Em 31 de julho do mesmo ano, o quadro executivo da entidade ratificou a primeira meta, que era a equiparação do formato dos dois torneios. No entanto,alguns meses mais tarde,a entidade decidiu que ele será vigente no masculino até 2022, já que a partir de 2026 passará a ser 48 seleções.[4]

CandidaturasEditar

Ao todo, oito países anunciaram a intenção de se candidatar para ser sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023, chegando assim a um número recorde de candidaturas da história do torneio, desde sua primeira edição em 1991. O processo de inscrições seguiu até o dia 16 de abril de 2019. Os projetos seriam apresentados ao público no dia 4 de outubro de 2019, quando até então era a data limite para a apresentação de documentação confirmando as candidaturas e uma votação seria feita em Miami nos Estados Unidos estando prevista inicialmente para março de 2020.[5][6] Entre os candidatos estão três países da América (Argentina, Brasil e Colômbia), dois da Ásia (Coreia do Norte/Coreia do Sul e Japão), um país da África (África do Sul) e dois da Oceania (Austrália e Nova Zelândia, que viriam a se juntar em seguida).

Em 31 de julho de 2019, a FIFA resolveu acelerar o prazo de oficialização de candidaturas, previstos para terminar em outubro, antecipando para o mês de agosto do mesmo ano a confirmação dos nove países interessados, devido a ampliação no número de equipes. Também foi adiado o processo de votação, passando para o mês de maio de 2020, mas mantido o local da decisão, além de reabrir o processo da apresentação de mais candidatos na disputa. Com a mudança, os projetos serão apresentados ao público agora no mês de dezembro de 2019. Aproveitando o anúncio, até o momento apenas o Brasil confirmou a real intenção de ser sede da próxima edição, apesar de já estar inscrito desde 19 de março de 2019. O país já sediou duas vezes a edição masculina da copa com sucesso (1950 e 2014), podendo aproveitar os estádios já existentes e usados na ultima competição e também aproveita a crescente popularidade do futebol feminino, além de ter sido palco de importantes torneios mundiais, como o caso dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 no Rio de Janeiro.[7][8][9] Após a proposta de prorrogação para apresentação de documentos, houve a saída da Bolívia do pleito, sendo assim, o número de candidaturas cai para oito, incluindo a candidatura conjunta das Coreias. A Bélgica, que chegou a mostrar interesse em agosto, desistiu logo em seguida.[10] Em seguida, houve a saída da África do Sul, Argentina e da candidatura conjunta das Coreias.[11]

Em dezembro de 2019, a FIFA confirmou os países candidatos a receber esta edição: Brasil, Colômbia, Japão e a candidatura conjunta entre Austrália e Nova Zelândia. A escolha da sede ocorreu na reunião do Conselho da Fifa, no dia 25 de junho de 2020 em Addis Abeba, capital da Etiópia.[12]

No dia 8 de junho de 2020, foi anunciada a retirada do Brasil na disputa pelo mundial de 2023 após uma reunião realizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O principal motivo se deve pela falta de apoio financeiro por parte do Governo Jair Bolsonaro [carece de fontes?], apesar do mesmo emitir uma carta de apoio a FIFA se comprometendo em oferecer a estrutura do país para o evento, além de alegar uma possível perda de favoritismo na votação do dia 25 pelo fato do país já ter sido sede dos grandes campeonatos de futebol e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 pelo Rio de Janeiro[carece de fontes?], alegando acúmulo de eventos e também pela crise mundial causada pela Pandemia de COVID-19, o que impediria a assinatura de garantias exigidas pela FIFA. Sendo assim, a CONMEBOL foi representada pela Colômbia, que permaneceu na disputa junto com a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia e a candidatura solo do Japão, declarando apoio a candidatura da primeira.[13] Logo em seguida, no dia 22 de junho de 2020 (três dias antes da votação),foi a vez do Japão anunciar a desistência pela briga para sediar a Copa de 2023. Os motivos principais foram a crise mundial causada pela Pandemia de COVID-19, mesmo motivo pelo que tirou a candidatura do Brasil pelo mundial feminino. O país será sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2020 e dos Jogos Paralímpicos de Verão de 2020, que foram transferidos para 2021 por conta da Pandemia após pressão das entidades. Sendo assim, restaram apenas as candidaturas da Colômbia e a conjunta de Austrália e Nova Zelândia.[14]

Livro das candidaturasEditar

  Austrália e   Nova ZelândiaEditar

 
Logotipo Oficial da Candidatura Australiana e Neozelandesa

Nenhum dos torneios adultos da FIFA foi organizado por dois países membros de confederações diferentes (Em 2006,a Austrália "mudou" de confederação,deixando a OFC e sendo efetivada na AFC,enquanto que a Nova Zelândia permaneceu). A Ásia já sediou duas edições da Copa do Mundo Feminina, a primeira em 1991 e a e a quinta em 2007, ambas realizadas na China. Já no torneio masculino a única edição realizada no continente foi em 2002,quando Coreia do Sul e o Japão organizaram o torneio de forma conjunta. Além disso,a próxima edição será realizada no Catar em 2022. Apesar deste histórico recente, nenhum torneio adulto da FIFA havia sido realizado na Oceania. Seleções emergentes no cenário feminino, a proposta observou as constantes demandas do futebol feminino nos dois países,que também organizam a A-League que é a principal liga de futebol profissional dos dois países. Com uma história geopolítica e desportiva em comum, iniciada no período prévio aos Jogos Olímpicos de Verão de 1908, quando os dois Comitês Olímpicos Nacionais se juntaram e formaram o time da Australásia que durou apenas 4 anos, sendo reforçada com a assinatura do pacto do ANZAC em 1914,que unifica as forças de defesa externa dos dois países em conflitos internacionais. Os dois interessados tem uma excelência organizacional desportiva consolidada e mundialmente reconhecida. Por ter sido anteriormente membro da OFC, a Austrália, sediou duas edições masculinas da Copa das Nações da OFC (1998 e em 2004) e 3 edições do da versão feminina do mesmo torneio (1989,1991 e 2003).Já como Asiática,a Austrália sediou a Copa da Ásia de 2015 e a Copa da Ásia de Futebol Feminino de 2006. Esta não será a primeira experiência australiana em um torneio FIFA,o país ainda sediou duas edições da Copa do Mundo FIFA Sub-20, a primeira em 1981 e a segunda 1993. O currículo australiano na organização de outros eventos esportivos é extenso, contando com duas edições dos Jogos Olímpicos de Verão, realizadas em 1956 e em 2000, seguida dos Jogos Paralímpicos do mesmo ano, cinco edições dos Jogos da Commonwealth (1938, 1962, 1982, 2006 e a mais recente em 2018), uma edição das Surdolímpiadas de Verão em 2005 e uma quantidade diversificada de campeonatos mundiais em diversos esportes sendo destacados os Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2007, Campeonato Mundial de Basquetebol Feminino de 1994, a Copa do Mundo de Rugby Union de 2003 e três edições da Copa do Mundo de Netball. Este sucesso também serve para a Nova Zelândia, mas em menor escala, o país sediou 3 edições dos Jogos da Commonwealth (1950, 1974 e em 1990), uma edição das Surdolímpiadas de Verão em 1989. Tal como a Austrália,o país não é um novato em torneios da FIFA, já que sediou uma vez a Copa do Mundo FIFA Sub-17, em 1999 e Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2015. O portfolio neozelandês ainda conta com uma duas edições masculinas da Copa das Nações da OFC (1973 e 2002) e três edições da versão feminina do torneio (1986,1998 e 2010),3 edições da Copa do Mundo de Netball (1975,1999 e 2007), uma edição individual da Copa do Mundo de Rugby Union realizada em 2011. Além disso, os dois países já sediaram uma edição conjunta do mesmo torneio em 1987 e duas edições da Copa do Mundo de Críquete em 1992 e em 2015. A maior parte das subsedes propostas está na Austrália (7 cidades) enquanto que outras 5 estão na Nova Zelândia. A partida de abertura será disputada no Eden Park em Auckland, enquanto que a final será realizada no Estádio Olímpico de Sydney.[15]

  ColômbiaEditar

 
Logotipo Oficial da Candidatura Colombiana

O país da América do Sul, destaca o expressivo crescimento do futebol feminino no continente e no país, além da exaltação pela cultura local e a alta audiência das transmissões de partidas, chegando até a 90% da população colombiana. O projeto também destaca a experiência do país em eventos importantes, tais quais podem ser destacados: Copa do Mundo de Futsal de 2016, Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2011, Copa do Mundo de Atletismo Infantil e os Jogos Centro-Americanos e do Caribe de 2018 em Barranquilla. Quanto as partidas, as sedes ficarão entre as cidades mais populosas do país como a capital Bogotá, Medellín, Barranquilla e Cáli, além de diversas cidades litorâneas.[16]

Candidaturas descartadasEditar

  Japão: Desistiu de ser candidato no dia 22 de junho de 2020 por conta da crise mundial causada pela Pandemia de COVID-19 e pelo curto prazo para organizar o evento, já que o país ainda se prepara para sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 2020.[14]
  Brasil: Desistiu de ser candidato no dia 8 de junho de 2020, motivado pela austeridade causada pela pandemia e também pelo histórico recente de grandes eventos realizados no país.[13]
  Argentina: Retirou sua candidatura em dezembro de 2019.
  Coreia do Norte/  Coreia do Sul: Retiraram as suas candidaturas em dezembro de 2019
  África do Sul: Retirou sua candidatura em dezembro de 2019
  Bélgica: Chegou a demonstrar interesse, porém desistiu em agosto de 2019. Além disso, estaria inelegível pelo fato da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 ter sido na França, o que impediu qualquer interesse por parte de federações filiadas a UEFA.
  Bolívia: Desistiu da candidatura em setembro de 2019.

Processo de EscolhaEditar

Os países serão avaliados em três quesitos:

  • Segurança
  • Saúde, serviços médicos e controle de dopagem
  • Aspectos comerciais

Cada país recebeu uma nota de 0 a 5 nesses quesitos. Porém, no dia 19 de junho de 2020, a COMNEBOL e a Colômbia emitiram uma carta aberta a FIFA acusando a entidade de preconceito por conta das avaliações do país nos três quesitos, além de considerar que a afirmação de que "Os hospitais colombianos de maneira geral não prestam serviços de urgência conforme os serviços sanitários internacionais, e os pacientes com quadros graves poderiam ter que ser transferidos para outro país", considerando uma afirmação ofensiva e que os hospitais colombianos possuem uma das estruturas mais avançadas da América do Sul. Nas avaliações, a Austrália e Nova Zelândia receberam uma avaliação de 4.1 pontos, a então candidatura do Japão recebeu uma nota de 3.9 e a Colômbia recebeu uma nota de apenas 2.8. Na carta, a entidade alega uma avaliação equivocada e sem fontes comprobatórias sobre as situações do país.[17]

 
Ópera de Sydney reproduzindo imagens de torcedores e jogadoras após o anúncio da escolha da Austrália e Nova Zelândia como sedes do Mundial de 2023

Em 25 de junho de 2020, a candidatura conjunta da Austrália e da Nova Zelândia foram escolhidas como sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023, depois de uma parcial de votação acirrada, já que a Colômbia recebeu a maioria dos votos da UEFA (exceto Inglaterra) e da CONMEBOL, enquanto que a candidatura dupla de Austrália e Nova Zelândia receberam os votos da OFC, CONCACAF, AFC e CAF.[1]

IX Copa do Mundo de Futebol Feminino
Congresso Ordinário da FIFA
25 de junho de 2020, em Addis Abeba (Etiópia)
Países candidatos Rodada Única %
  Austrália
  Nova Zelândia
22 65,86
  Colômbia 13
34,14
Votos nulos 0 0
Abstenções 0 0
Total 35 100

DatasEditar

Ao contrário das edições anteriores, nenhuma das candidaturas pode propor as datas do torneio. Coube a FIFA pré-determinar qual seria a janela de disputa do torneio, escolhendo o período de julho a agosto (verão no hemisfério norte) de 2023 para não coincidir com outros eventos internacionais de grande porte, como as finais da Liga dos Campeões da UEFA e outros campeonatos mundiais marcados para o mesmo período. Porém, esta será a primeira vez na história em que a Copa do Mundo Feminina será disputada durante o inverno dos países-sede.[15]

Em 20 de maio de 2021, a FIFA definiu o período de 20 de julho a 20 de agosto de 2023 como os dias do Mundial Feminino, durante uma reunião do conselho que também definiu as datas da repescagem que serão de 17 a 23 de fevereiro de 2023, além da Copa do Mundo de Futebol Feminino Sub-17 de 2022 que será na Índia e da Copa do Mundo de Futebol Feminino Sub-20 de 2022 que acontecerá na Costa Rica.[18]

EstádiosEditar

As regras da FIFA estabelecem que o número mínimo de estados seja de 8 e o máximo seja de 12, tal como o que acontece com o Mundial Masculino. Assim, 12 cidades dos dois países ofereceram 13 estádios. Todavia, a divisão de jogos irá dividir o formato usado na Copa do Mundo FIFA de 2002 em que houve uma divisão proporcional do número de sedes envolvidas (serão 5 sedes em cada país, com 64 jogos previstos, sendo 32 em cada país). Até então, além das subsedes neozelandesas, do lado australiano apenas uma cidade está confirmada, já que o jogo de abertura, uma das semifinais e a disputa de terceiro lugar estão confirmados para o Eden Park na Nova Zelândia, enquanto que o primeiro jogo da seleção australiana, a outra semifinal e a final serão no Estádio Olímpico de Sydney.[19]

Em 31 de março de 2021, são definidos os estádios e a divisão de jogos. A Austrália receberá a partida em cinco cidades e a Nova Zelândia em quatro cidades, com ambos os países recebendo uma semifinal cada.[20]

  Austrália
Sydney Brisbane Melbourne
Estádio Olímpico de Sydney Novo Estádio de Sydney Estádio de Brisbane Melbourne Rectangular
Stadium
Capacidade: 70,000

(capacidade atual: 82,500)

Capacidade: 42,512
(está em construção)
Capacidade: 52,263 Capacidade: 30,052
       
Cidades-sede da Copa de 2023 pela Austrália
Perth Adelaide
Perth Oval Hindmarsh Stadium
Capacidade: 22,225 Capacidade: 18,435
   
  Nova Zelândia
Auckland Wellington Dunedin
Eden Park Wellington Regional Stadium Dunedin Stadium
Capacidade: 48,276 Capacidade: 39,000 Capacidade: 28,744
     
Hamilton
Cidades-sede da Copa de 2023 pela Nova Zelândia
Waikato Stadium
Capacidade: 25,111
 

ParticipantesEditar

As competições que qualificaram as seleções para a Copa do Mundo serão disputadas ainda em datas a serem definidas, onde serão apuradas 32 seleções para o torneio, além das anfitriãs Austrália e Nova Zelândia e que já estão previamente classificadas por serem os países sede. Serão 29 vagas diretas para a competição e 3 vagas por repescagem. A repescagem funcionará da seguinte forma: 10 seleções serão divididas em três grupos, dois com três países e um com quatro. A líder de cada um estará garantida na Copa do Mundo. Times do mesmo continente não poderão ficar no mesmo grupo, e o torneio funcionará como evento-teste. A divisão das vagas foi realizada no dia 23 de dezembro de 2020.[21][22]

Confederação Seleção Presenças Primeira presença Última presença Melhor resultado anterior
AFC
(5 vagas + país-sede)
  Austrália 8 1995 2019 Quartas de final (2007, 2011 e 2015)
OFC
(1 vaga, sendo direcionada ao país-sede)
  Nova Zelândia 6 1991 2019 Fase de grupos (1991, 2007, 2011, 2015 e 2019)
UEFA

(11 vagas)

CAF

(4 vagas)

CONCACAF

(4 vagas)

CONMEBOL

(3 vagas)

Fase de gruposEditar

Equipes classificadas para a fase final
Equipes eliminadas

Fase finalEditar

ChaveamentoEditar

Oitavas de final Quartas de final Semifinais Final
                           
           
   
     
   
       
   
Sydney (Estádio Olímpico)
     
   
       
   
     
   
       
   
Sydney (Estádio Olímpico)
     
   
     
   
     
   
       
   
Auckland
     
   
        Terceiro lugar
   
Auckland
     
       
           
   
     

Oitavas de finalEditar

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Quartas de finalEditar

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SemifinalEditar

Disputada na Austrália
' ' ' Estádio Olímpico de Sydney, Sydney


Disputada na Nova Zelândia
' ' ' Eden Park, Auckland

Disputa pelo terceiro lugarEditar

Disputada na Nova Zelândia
19 de agosto ' ' ' Eden Park, Auckland

FinalEditar

Disputada na Austrália
20 de agosto ' ' ' Estádio Olímpico de Sydney, Sydney

Referências

  1. a b «Fifa escolhe Austrália e Nova Zelândia como sedes da Copa do Mundo Feminina de 2023». globoesporte.com.br. Consultado em 25 de junho de 2020 
  2. «Fifa apresenta cinco propostas para o futebol feminino, inclusive 32 seleções na Copa de 2023». Globoesporte. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  3. «Presidente da Fifa quer expandir Copa do Mundo feminina para 32 seleções». VEJA.com. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  4. Conteúdo, Estadão (31 de julho de 2019). «Copa do Mundo feminina passará de 24 para 32 seleções já em 2023». Jornal CORREIO | Notícias e opiniões que a Bahia quer saber. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  5. Redação (19 de março de 2019). «Copa do Mundo Feminina terá "briga recorde" por sede em 2023». Máquina do Esporte. Consultado em 7 de junho de 2019 
  6. Lobo, Felipe. «Nada de portas fechadas: Fifa torna público processo para escolher sede da Copa 2023 feminina». Trivela. Consultado em 7 de junho de 2019 
  7. «CBF confirmará Brasil como candidato a sede da Copa feminina de 2023». esporte.uol.com.br. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  8. «Fifa anuncia que Copa feminina de 2023 terá 32 seleções». esporte.uol.com.br. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  9. «Brasil é candidato a sede da Copa feminina de 2023; Fifa bate o martelo e expande participação à 32 seleções – Jornal Correio do Sul». Consultado em 5 de agosto de 2019 
  10. «Oito associações disputam sediar Copa do Mundo de 2023 de futebol feminino». Extra. Consultado em 3 de setembro de 2019 
  11. «Austrália e Nova Zelândia se unem por Copa de 2023; Brasil está na disputa». Gazeta Esportiva. 13 de dezembro de 2019. Consultado em 13 de janeiro de 2020 
  12. FIFA.com. «Women's Football - News - FIFA Women's World Cup 2023™: four bids submitted - FIFA.com». www.fifa.com (em inglês). Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  13. a b CBF, Assessoria. «Brasil retira candidatura à sede da Copa do Mundo Feminina FIFA 2023». cbf.com.br (em pr). Consultado em 8 de junho de 2020 
  14. a b «Japan FA to withdraw from Bid to host the FIFA Women's World Cup 2023™». JFA (em inglês). Consultado em 23 de junho de 2020 
  15. a b «Bid Book - Austrália and New Zeland» (PDF). fifa.com. Consultado em 13 de janeiro de 2020 
  16. «Bid Book - Colombia» (PDF). fifa.com. Consultado em 13 de janeiro de 2020 
  17. «Conmebol envia carta à Fifa rebatendo comentários "discriminatórios" à candidatura colombiana à Copa do Mundo Feminina de 2023 - Surto Olimpico». www.surtoolimpico.com.br. Consultado em 23 de junho de 2020 
  18. «FIFA Council approves further transfer system reforms and announces key FIFA Women's World Cup 2023™ dates». www.fifa.com. Consultado em 25 de maio de 2021 
  19. «Australia and New Zealand are hosting the FIFA 2023 Women's World Cup. Here's how the tournament will work». abc.net.au. Consultado em 26 de junho de 2020 
  20. «FIFA anuncia estádios e cidades-sede da Copa do Mundo Feminina de 2023». GQ. Consultado em 12 de junho de 2021 
  21. «Fifa define distribuição de vagas para Copa do Mundo Feminina de 2023, primeira com 32 seleções». ge. Consultado em 2 de janeiro de 2021 
  22. FIFA.com. «Welcome to FIFA.com News - Update on FIFA Women's World Cup™ and men's youth competitions - FIFA.com». www.fifa.com (em inglês). Consultado em 2 de janeiro de 2021