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Corpo de Fuzileiros Navais

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Corpo de Fuzileiros Navais
Seal of the Brazilian Marine Corps.jpg
Brasão do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil
País  Brasil
Corporação Marinha do Brasil
Subordinação Forças Armadas do Brasil
Missão Infantaria Naval
Denominação Fuzileiros
Sigla CFN
Criação 1808
Patrono Almirante Sylvio de Camargo
Grito de Guerra Adsumus
Logística
Efetivo 18.000
Insígnias
Estandarte Estandarte fuzileiros navais.gif
Comando
Almirante-de-Esquadra (FN) Alexandre José Barreto de Mattos
Disambig grey.svg Nota: Para as unidades equivalentes de outros países, veja Fuzileiros Navais.

O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) é uma força integrante da Marinha do Brasil.

Encontra-se presente em todo o território nacional, tanto no litoral, quanto nas regiões ribeirinhas da Amazônia e do Pantanal, atuando em tempos de paz na segurança das instalações da Marinha e no auxílio a populações carentes através de ações cívico-sociais desenvolvidas regionalmente pelos Distritos Navais. No exterior, zela pela segurança das embaixadas brasileiras na Argélia, Paraguai, Haiti e Bolívia. Participou de todos os conflitos armados da História do Brasil.

Índice

HistóriaEditar

Antecedentes: a Brigada Real da MarinhaEditar

A Brigada Real da Marinha foi a origem do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. Criada em Portugal em 28 de agosto de 1797, por Alvará da rainha D. Maria I, chegou ao Rio de Janeiro, em 7 de março de 1808, acompanhando a família real portuguesa que transmigrava para o Brasil, resguardando-se das ameaças dos exércitos invasores de Napoleão. Dizia o Alvará:

O batismo de fogo dos Fuzileiros Navais ocorreu na expedição à Guiana Francesa (1808/1809), com a tomada de Caiena, cooperando ativamente nos combates travados até a vitória, garantindo para o Brasil o atual estado do Amapá. Nesse mesmo ano, 1809, D. João Rodrigues Sá e Menezes, Conde da Anadia, então Ministro da Marinha, determinou que a Brigada Real da Marinha ocupasse a Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, onde até hoje os Fuzileiros Navais têm seu “Quartel-General”.

 
Fuzileiros navais brasileiros.

Após o retorno do Rei D. João VI para Portugal, um Batalhão da Brigada Real da Marinha permaneceu no Rio de Janeiro. Desde então, os soldados-marinheiros estiveram presentes em todos os episódios importantes da História do Brasil, como nas lutas pela consolidação da Independência, nas campanhas do Prata e em outros conflitos armados em que se empenhou o País.

Ao longo dos anos, o Corpo de Fuzileiros Navais recebeu diversas denominações: Batalhão de Artilharia da Marinha do Rio de Janeiro, Corpo de Artilharia da Marinha, Batalhão Naval, Corpo de Infantaria de Marinha, Regimento Naval e finalmente, desde 1932, Corpo de Fuzileiros Navais (CFN).

Durante a Segunda Guerra Mundial, foi instalado um destacamento de Fuzileiros Navais na Ilha da Trindade, para a defesa contra um possível estabelecimento de base de submarinos inimigos e, ainda, foram criadas Companhias Regionais ao longo da costa, que mais tarde se transformaram em Grupamentos de Fuzileiros Navais. Os combatentes anfíbios embarcaram, também, nos principais navios de guerra da Marinha do Brasil (ver: Brasil na Segunda Guerra Mundial). O Brasil, apesar de conviver pacificamente na comunidade internacional, pode vir a ser compelido a envolver-se em conflitos gerados externamente, devido a ameaças ao seu patrimônio e a interesses vitais, bem como em atendimento a compromissos assumidos junto a organismos internacionais, fruto do desejo brasileiro em assumir uma participação ativa no concerto das nações no século XXI.

A Marinha do Brasil, parcela das Forças Armadas com a responsabilidade de garantir os interesses brasileiros no mar e em áreas terrestres importantes para o desenvolvimento das campanhas navais, encontra-se estruturada como uma força moderna, de porte compatível com as atuais possibilidades do País, capaz de dissuadir possíveis agressores, favorecendo, assim, a busca de soluções pacíficas das controvérsias.

Uma das suas tarefas é a projeção de poder sobre terra. Para tanto, além do bombardeio naval e aeronaval da costa, poderá a Marinha valer-se dos fuzileiros navais para, a partir de operações de desembarque, controlar parcela do litoral que seja de interesse naval. Essas operações, comumente conhecidas como Operações Anfíbias, são consideradas por muitos como sendo as de execução mais complexa dentre todas as operações militares. Atualmente a MB dispõe de tropa profissional apta a executar, com rapidez e eficiência, ações terrestres de caráter naval, as quais lhe confere credibilidade quanto à sua capacidade projeção sobre terra. Na década de 1950, o CFN estruturou-se para emprego operativo como Força de Desembarque, passando a constituir parcela da Marinha destinada às ações e operações terrestres necessárias a uma campanha naval.

A 6 de Março de 1958 o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil foi feito Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito de Portugal.[1]

Mais recentemente, os Fuzileiros Navais, como Observadores Militares da Organização das Nações Unidas (ONU), atuaram em áreas de conflito, como El Salvador, Bósnia, Honduras, Moçambique, Ruanda, Peru e Equador.

Em Angola, como Força de Paz, participaram da Missão de Verificação das Nações Unidas (UNAVEM-III) com uma Companhia de Fuzileiros Navais e um Pelotão de Engenharia.

O batismo de fogo: a conquista de CaienaEditar

 Ver artigo principal: Invasão da Guiana Francesa
 Ver também: Guerra Peninsular

Em represália pela invasão de Portugal continental, o Príncipe-Regente D. João ordenou a Invasão da Guiana Francesa, cuja capital, Caiena, foi conquistada por forças deste destacamento e do Exército Português a 12 de janeiro de 1809. Dois dias depois, a 14, foi hasteada a Bandeira Real Portuguesa, solenizando-se este ato com uma salva de vinte e um tiros de artilharia.

Campanhas históricasEditar

Posteriormente, a unidade esteve envolvida em diversas campanhas, como:

Nesta última, destacou-se em ação na batalha do Riachuelo e no episódio conhecido como passagem de Humaitá.

Quando da proclamação da República brasileira (1889), o Batalhão Naval formou em frente ao Quartel-general do Exército, ao lado das tropas de Deodoro.

A lei nº 1698 de 15 de fevereiro de 1895 criou o Corpo de Infantaria da Marinha, em substituição ao Batalhão Naval. Em 1924 pelo Decreto nº 16.171, de 24 de dezembro, passou a denominar-se Regimento Naval.

A atuação junto à ONUEditar

O CFN tem se destacado na participação em ações humanitárias promovidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em teatros de operação tão diversos como El Salvador, Bósnia, Honduras, Moçambique, Ruanda, Angola, Peru, Equador, Timor-Leste, e recentemente, no Haiti (MINUSTAH).

Banda MarcialEditar

 
Desfile da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais.

A Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais (BMCFN) é uma tradicional banda pertencente ao CFN, com base na Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras.[2] A banda não possui instrumentos convencionais,[3] sendo composta por mor, auxiliar do mor, schellenbaum, baliza, bombos, caixas de guerra, taróis, surdos, quadriton, pratos, liras, gaitas, flautins, trompetes e trombonitos.[4] Seu som ficou famoso pelo uso da gaita de fole, presenteada ao Brasil pela tripulação do navio USS Saint Louis norte-americano, adquirido pela Marinha em 1951 como o Tamandaré. Os que manuseiam esse instrumento recebem manuais da Escócia e Inglaterra.[2]

Suas origens remetem à Banda Marcial da Brigada Real da Marinha portuguesa, vinda de Portugal com a fuga da Família Real para o Brasil em 1808, já então com 60 componentes, distribuídos nos naipes de trombetas, caixa de guerra e de pífaros. Fruto do contato da Marinha brasileira com as Forças Armadas de outros países durante a Segunda Guerra Mundial, a Banda Marcial foi reorganizada em 1946, sendo integrada, a partir de então, por oito bombos, oito taróis, 16 caixas de guerra, oito surdos, oito pratos, 16 pífaros, 24 cornetas de primeira voz, 24 cornetas de segunda voz e 16 cornetas baixo, com um efetivo de 121 militares. Em 1968, a banda passou a ostentar o título de maior banda marcial militar e maior banda de gaitas escocesas do mundo, tornando-se famosa e admirada pelo povo brasileiro. Hoje em dia, ela tem cerca de 200 militares, sendo seu responsável o Capitão de Fragata Ennes Fernando da Silva e o regente, Cesário José Barbosa Neto.[5][2]

Entre os eventos dos quais a BMCFN já participou, além do Dia da Pátria, destacam-se a cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos, a inauguração do Monumento de Abertura dos Portos às Nações Amigas, a abertura dos Jogos Mundiais Militares de 2011 e do Velas Sudamérica 2010 e a comemoração dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil.[4] No exterior, também participou do 39º Festival Intercéltico de Lorient, na França,[2] da coroação da rainha Elizabeth II, na Inglaterra, das Comemorações Cabralinas, em Portugal,[5] do Royal Edinburgh Military Tattoo, na Escócia,[6] e da abertura do desfile de 14 de julho em Paris, no "Ano do Brasil na França".[2]

MeiosEditar

Para cumprir as suas missões, os fuzileiros são desembarcados de veículos anfíbios ou helicópteros. Para isso contam com o apoio do fogo naval e/ou aeronaval. Uma vez em terra, operam os seus próprios meios, que incluem blindados, artilharia de campanha, artilharia antiaérea, engenharia de combate, comunicações e guerra eletrônica.

Equipamento Origem Tipo Versões Quantidade Observações Imagem
Veículos Blindados
SK-105 Kürassier   Áustria Carro de Combate SK 105A2S
4KH7FA
17[7]
1[7]
 
M113   Estados Unidos Veículo blindado de transporte de pessoal M113A1
M125A1
M577A1
XM806E1
M113A1G
24[8]
2[8]
2[8]
1[8]
1[8]
Todas modernizadas no padrão M113MB1.[9][10]  
Mowag Piranha   Suíça Veículo blindado de transporte de pessoal Piranha IIIC 22[11]  
AAV-7A1   Estados Unidos Veículo blindado de transporte de pessoal AAV-7A1
LVTP-7A1
LVTC-7A1
LVTR-7A1
21
22
3
3
 
Artilharia
ASTROS II[12]   Brasil Sistema de artilharia terra-terra AV-LMU
AV-RMD
AV-PCC
AV-MET
AV-OFVE
6
3
1
1
1[13]
 
M114[14]   Estados Unidos obus rebocado M114A1 6[15] 155mm

(Devem ser substituídos pelo M777)[16]

 
L118[14]   Reino Unido obus rebocado L118 18 (3 baterias)[17] 105mm  
Soltam K6[14]   Israel Morteiro K6A3 6[15] 120mm  
M29 mortar[14]   Estados Unidos Morteiro M29A1 100 81mm  
M60 Brandt[14]   França Morteiro Brandt ? 60mm
Artilharia Antiaérea
Mistral[18]   França Artilharia antiaérea sistema de lançamento de míssil MBDA 24  
RBS 70   Suécia Artilharia antiaérea 12  
Bofors L/70[14]   Suécia Artilharia antiaérea 40 mm 6 Sendo repotencializados  
Radar
Radar Saber   Brasil Radar 1  
Bandvagn 206   Suécia Radar 1  
VANT
Carcará UAV   Brasil VANT 40
Carcara II   Brasil VANT 2
Veículos
Agrale Marruá   Brasil Veículo Utilitário 400+  
Land Rover Defender   Reino Unido Veículo Utilitário 250  
Toyota Bandeirante   Brasil Veículo Utilitário 270  
Unimog   Alemanha Caminhão 228  
MBB 1720   Brasil Caminhão 200  
MBB 1725/42   Alemanha Caminhão 122  
MBB LAK1418   Alemanha Caminhão ?
Volvo NL   Suécia Caminhão ?
Ford Cargo[19]   Estados Unidos Caminhão 15 Viatura cisterna água
AV-VBL 4x4   Brasil Veículo blindado leve 03  

Armamento IndividualEditar

Armamento Origem Calibre Capacidade do carregador Tipo Imagem
Taurus PT92[18]   Brasil 9x19mm 17+1 Pistola  
Taurus MT12[18]   Itália/  Brasil 9x19mm 20, 30 ou 40 Submetralhadora  
M16A2 Mod 705[18]   Estados Unidos 5.56x45 mm 20, 30 Fuzil de assalto  
M4[20]   Estados Unidos 5.56x45 mm 30 Carabina  
M964 FAL[18]   Bélgica 7.62×51 mm 20 Fuzil de assalto  
PGM Hecate II[21]   França 12,7 x 99 mm NATO 7 Fuzil de precisão
Mossberg 500[18]   Estados Unidos 12ga De 5+1 a 8+1 Espingarda  
M964 FAP[18]   Bélgica 7.62×51 mm Fuzil-metralhador  
Browning M2HB QCB[18]   Estados Unidos 12,7 x 99 mm NATO Metralhadora pesada  
Mk 19[22]   Estados Unidos 40 mm 32, 48 Lança-granadas automático  
LAG 40[23]   Espanha 40 mm 24, 32 Lança-granadas automático  
FN MAG Mod B60-20[18]   Bélgica 7.62×51 mm Metralhadora média  
FN Minimi[18]   Bélgica 5.56x45 mm 100 ou 200 munições Metralhadora leve  
AT-4[18]   Suécia 84 mm Anticarro  

OutrosEditar

Treinamento e PeculiaridadesEditar

 
Fuzileiros Navais desembarcando na Amazônia durante treinamento militar.

Treinado como "Força de Pronto Emprego", o CFN conta atualmente com cerca de 15 mil homens, todos concursados, e em sua grande maioria aquartelados no Rio de Janeiro.

Missão do CFNEditar

A missão do CFN é garantir a projeção do poder naval em terra, por meio de desembarques realizados em conjunto com navios e efetivos da Marinha.

TreinamentoEditar

Para estarem sempre aptos a cumprir suas missões, os Fuzileiros Navais passam por rigorosos treinamentos físicos, como corridas todos os dias, noites sem dormir, natação, tiro prático com armamentos diversos, especialmente fuzis, rapel, patrulhas terrestres, patrulhas fluviais, primeiros socorros, sobrevivência na selva, fast rope, adestramento com rádios comunicadores e armadilhas de guerra, além de luta corporal.

LemaEditar

O lema do Corpo de Fuzileiros Navais é "ADSUMUS", expressão em latim que, na língua portuguesa, significa "Aqui estamos!". O lema surgiu no ano de 1958, próximo às comemorações do aniversário de 150 anos do CFN, quando o almirante-de-esquadra (FN) Leônidas Telles Ribeiro pediu a sua esposa, sra. Violeta Telles Ribeiro, que sugerisse algo apropriado para ser usado. Após o almirante haver saído para uma caminhada, D. Violeta redigiu o seguinte texto:[25]

UnidadesEditar

Grupamentos de Fuzileiros NavaisEditar

Na maioria dos Distritos Navais há um Grupamento de Fuzileiros Navais a ele subordinados.[26] Essas unidades são empregadas em operações de caráter naval, dentre elas: a defesa de instalações navais e portos; operações de segurança interna; e operações de Garantia de Lei e Ordem (GLO).[27]

Unidades EspecializadasEditar

Unidades especializadas em Defesa QBNREditar

 
Fuzileiros Navais em treinamento de proteção em resposta a emergências químicas.

O CFN possui unidades especializadas para prover ações de descontaminação e combate em guerras químicas, biológicas, nucleares e radiológicas e defesa QBRN. São as seguintes:

GaleriaEditar

Principal ObjetivoEditar

Fazer desembarque de militares altamente treinados em territórios hostis dominados pelo inimigo, em qualquer parte do mundo, que, depois de dominado, é ocupado pelo Exército.

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Corpo de Fuzileiros N. da Marinha do Brasil". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 16 de abril de 2015. 
  2. a b c d e Barreto, Lane (7 de junho de 2016). «Banda do Corpo de Fuzileiros Navais mantém tradição com gaitas de fole escocesas». Ministério da Defesa. Consultado em 28 de março de 2017. 
  3. Nassif, Luís (5 de janeiro de 2012). «A gloriosa Banda dos Fuzileiros Navais em Paris». GGN. Consultado em 28 de março de 2017. 
  4. a b Gaertner, Lívia (24 de julho de 2012). «Banda Marcial de Fuzileiros Navais faz apresentação esta noite em Corumbá». Diário Corumbaense. Consultado em 28 de março de 2017. 
  5. a b «Marinha confirma apresentação da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais em Imperatriz». Jornal O Progresso. 9 de outubro de 2011. Consultado em 28 de março de 2017. 
  6. «Banda da Marinha vai participar de festival na Escócia». Época. 15 de junho de 2015. Consultado em 28 de março de 2017. 
  7. a b Machado, Miguel (16 de maio de 2011). «FUZILEIROS BLINDADOS (I)». Operacional.pt. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  8. a b c d e Velloso, Ludovico Alexandre Cunha (3 de setembro de 2010). «Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais - Histórico das origens». DefesaNet. Consultado em 29 de outubro de 2016. 
  9. Lopes, Roberto (14 de agosto de 2016). «Segundo a 'Jane's', mês que vem CFN recebe as três últimas viaturas M-113 (de segunda mão) modernizadas pela IMI». Plano Brasil. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  10. Galante, Alexandre (15 de agosto de 2016). «CFN recebe últimos blindados M113MB1 modernizados». Forças Terrestres - ForTe. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  11. Poggio, Guilherme (18 de janeiro de 2013). «Última VBTP Piranha do CFN deve ser recebida neste mês». Forças Terrestres - ForTe. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  12. «Corpo de Fuzileiros Navais recebe ASTROS CFN 2020». Plano Brasil. 7 de abril de 2014. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  13. Galante, Alexandre (26 de março de 2014). «Aquisição de Viatura Oficina do Sistea Astros para o CFN». Forças Terrestres - ForTe. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  14. a b c d e f «Armamento Pesado». Comando do Material de Fuzileiros Navais. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  15. a b Galante, Alexandre (19 de outubro de 2010). «Marinha do Brasil interessada no obuseiro M777 da BAE Systems». Forças Terrestres - ForTe. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  16. Galante, Alexandre (19 de setembro de 2010). «Marinha do Brasil interessada no obuseiro M777 da BAE Systems». Forças Terrestres - ForTe. Consultado em 10 de janeiro de 2017. 
  17. Padilha, Luiz (24 de março de 2015). «FFE realiza exercício de Tiro de Artilharia de Campanha na Ilha da Marambaia (RJ)». Defesa Aérea & Naval. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  18. a b c d e f g h i j k l «Armamento Leve». Comando do Material de Fuzileiros Navais. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  19. Pinto, E.M. (8 de abril de 2013). «Corpo de Fuzileiros Navais adquire 122 novas viaturas». Plano Brasil. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  20. «269 novos fuzis para o Corpo de Fuzileiros Navais». Portal Defesa. 22 de abril de 2014. Consultado em 11 de setembro de 2016. 
  21. «Fuzil PGM HECATE II para o "Batalhão Tonelero" da Marinha do Brasil». Plano Brasil. 5 de setembro de 2014. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  22. «Corpo de Fuzileiros Navais adquire novos CLAnfs». Notícias Infodefensa América. 2 de abril de 2014. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  23. Machado, Miguel (16 de maio de 2010). «FUZILEIROS BLINDADOS (II)». Operacional.pt. Consultado em 5 de novembro de 2016. 
  24. a b «Engenharia (Via Wayback Machine)». Comando do Material de Fuzileiros Navais. Consultado em 10 de janeiro de 2017. 
  25. «ADSUMUS». Suplemento Especial Tecnologia & Defesa nº 17 
  26. Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais
  27. a b «Entrevista com o AE Leal Ferreira - "Forças Distritais"». Defesa Aérea & Naval. 19 de maio de 2015. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  28. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome :4
  29. a b Olive, Ronaldo (2 de maio de 2015). «Mostra de ativação do Centro de Defesa NQBR dos Fuzileiros Navais». Tecnodefesa. Consultado em 10 de setembro de 2016. 
  30. Lopes, Roberto (26 de setembro de 2015). «DOSSIÊ Impacto do Ajuste Fiscal do CFN: Fuzileiros levarão 15 anos (ou mais) para ativar batalhões nas fronteiras com o Paraguai e a Colômbia». Plano Brasil. Consultado em 10 de setembro de 2016. 

Ligações externasEditar