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Herval
Herval em 1866
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Homônimo Manuel Luís Osório, Marquês de Herval
Lançamento 1865
Comissionamento 1866
Descomissionamento 1879
Comandante(s) Tomás Pedro de Bittencourt Cotrim
Estado Descomissionado
Características gerais
Tipo de navio Corveta encouraçada
Classe Classe Mariz e Barros
Deslocamento 1 197 t (2 640 000 lb)
Comprimento 57,95 m (190 ft)
Boca 10,98 m (36,0 ft)
Pontal 5,79 m (19,0 ft)
Calado 2,88 m (9,45 ft)
Propulsão máquinas alternativas a vapor, acoplados a dois eixos.
600 hp (447 kW)[1]
Velocidade 9 nós (17km/h)
Armamento 2 canhões de 150 mm (5,9 in)
2 canhões de 68 mm (2,7 in)
Blindagem casco - 12 pol. à meia nau
7 pol. na proa e na popa
torres principais - 12 pol.
convés - 3 pol.
torre de comando de 4 pol.

A Corveta Encouraçada Herval foi um navio de guerra da classe Mariz e Barros que serviu a Armada Imperial Brasileira durante a Guerra do Paraguai.

Índice

HistóriaEditar

A corveta foi construída nos estaleiros de Plymouth, Inglaterra. Foi o segundo navio da Armada a ostentar o nome Herval, em homenagem ao General Manuel Luís Osório, Marquês de Herval. Originalmente batizado de Medusa foi vendido ao Brasil uma vez que os paraguaios, em dificuldades financeiras, não conseguiram pagar por ele. Pertence a mesma classe da Corveta Encouraçada Mariz e Barros. O navio chegou ao Brasil em 30 de maio de 1866 e em 19 de julho do mesmo ano recebeu oficialmente o nome Herval, sendo incorporado a Armada também no mesmo ano sob o comando do 1° Tenente Tomás Pedro de Bittencourt Cotrim.[2]

ServiçoEditar

 
Episódio da madrugada de 2 de março. Os encouraçados Silvado, Brasil, Mariz e Barros, e Herval, metralhando os paraguaios que, protegidos pela noite, vieram em canoas dar abordagem ao Cabral e Lima Barros.

Suas principais ações ocorreram em batalhas da Guerra do Paraguai. Em 2 de fevereiro de 1867 participou no bombardeio de Curupaiti. No dia 2 de março de 1868, em conjunto com a Corveta Encouraçada Brasil, foi em auxílio dos encouraçados Lima Barros e Cabral, repelindo uma tentativa de abordagem pelos paraguaios. Ainda em 1868 participou das operações em Curupaiti, Humaitá e Angostura.[2]

Após o conflito passou por reforma em 1875 no Rio de Janeiro. Teve sua baixa registrada em 1879, tendo suas máquinas retiradas para serem usadas na Corveta Primeiro de Março.

Referências

  1. Chesneau, Koleśnik & Campbell 1979, p. 406.
  2. a b «NGB - Corveta Encouraçada Herval». www.naval.com.br. Consultado em 20 de outubro de 2018 

BibliografiaEditar


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