Cotã[1] (em uigur: خوتەن; romaniz.: Ḫotǝn; chinês: 和田, pinyin: Hétián, formalmente: chinês simplificado: 和阗; chinês tradicional: 和闐) é uma cidade oásis está situada a 1410 m acima do nível do mar (sendo o oásis mais alto da Bacia do Tarim), entre dois rios: o rio Ioruncas (Rio do Jade Branco) a leste e o rio Caracas (Rio do Jade Preto) ao oeste[2], é a capital da jurisdição de Hotã, Sinquião, China.

Mesquita em Hotan

Com uma população de 114.000 pessoas (2006), Cotã é a maior cidade da margem sul do deserto de Taclamacã[2] e da Bacia do Tarim. Situa-se na margem norte da cordilheira Cunlum, que é cortada pelas passagens Sanju, Hindutague e Ilchi.

A cidade, localizada ao sudeste de Iarcanda, é ocupada quase que exclusivamente pelos uigures, é um centro secundário de agricultura e foi um importante ponto de parada no braço sul da histórica Rota da Seda[3].

Cotã sempre foi dependente de dois grandes rios, o Caracas e o Ioruncas, que forneciam a água necessária para a sobrevivência de toda a fronteira sudoeste do vasto deserto de Taclamacã. O Ioruncas continua fornecendo água e irrigação para a cidade e o oásis.

Na cidade é possível observar práticas o artesanais antigas utilizadas por lá por cerca de dois milênios, como seda feita a mão a partir de casulos, ou o processo em uma fábrica mecanizada da década de 1950. Outras práticas artesanais são a confecção de são joias de jade e a fabricação manual de papel feito a partir da casca da de amoreira e de plantas do deserto[2].

Ligações ExternasEditar

Referências

  1. EBM 1967, p. 5.
  2. a b c Hotan - Ancient Kingdom of Jade and Silk Arquivado em 3 de fevereiro de 2015, no Wayback Machine., em inglês, acesso em 08 de fevereiro de 2015.
  3. The Buried Silk Road Cities of Khotan, em inglês, acesso em 08 de fevereiro de 2015.

BibliografiaEditar

  • Enciclopédia Brasileira Mérito Vol. XI. São Paulo: Mérito S. A. 1967 
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