Abrir menu principal
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2009).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde agosto de 2009). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Criopreservação de rebentos de plantas.

Criopreservação ou crioconservação é um processo onde células ou tecidos biológicos são preservados através do congelamento a temperaturas muito baixas, geralmente −196 °C (o ponto de ebulição do nitrogénio líquido).[1]

Criopreservação de células estaminaisEditar

A criopreservação de células estaminais é a técnica de isolar e manter as células estaminais a baixas temperaturas para que toda a sua composição permaneça inalterada e a sua viabilidade mantida por tempo indefinido. O processo de criopreservação requer que as amostras de sangue, que contém células estaminais, sejam sujeitas a um arrefecimento moderado e controlado para salvaguardar a viabilidade das células. Após a chegada à temperatura de 196º negativos as células estaminais poderão ser mantidas neste estado por tempo indefinido.

ProcessoEditar

No momento que as amostras de sangue, que contém as células estaminais, chegam ao laboratório procede-se ao processamento de viabilidade, em que é feita a contagem celular que determina o número de leucócitos, o número de células mononucleadas e o número de células CD34+. Esta fase engloba, ainda, os testes que indicarão se a amostra está ou não contaminada por bactérias, vírus ou fungos. Após a separação celular, em que são separadas as células estaminais das várias células que constituem o nosso sangue, procede-se à fase da Criopreservação – cada amostra é devidamente identificada e rotulada procedendo-se, de seguida, á descida gradual de temperatura, a uma velocidade controlada dos 4ºC até aos 120ºC negativos. De seguida a amostra é colocada num contentor de Azoto líquido à temperatura de -196ºC, podendo ficar criopreservada por tempo indeterminado. O controlo de descida de temperatura diminui a possibilidade de perda de viabilidade celular da amostra evitando a formação de cristais de gelo no seu interior.

  Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.

Ver tambémEditar