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O termo mundo, cultura ou civilização greco-romana, quando usado como um adjetivo, como entendido pelos estudiosos e escritores modernos, refere-se às regiões geográficas e nações que culturalmente (e historicamente) foram diretamente e intimamente influenciadas pela língua, cultura, governo e religião dos gregos e romanos antigos. Em termos exatos de área refere-se ao "mundo mediterrânico", as extensas áreas de terra centradas nas bacias do Mar Mediterrâneo e do Mar Negro, a "piscina" dos gregos e dos romanos, ou seja, onde as percepções culturais, ideias e sensibilidades desses povos eram dominantes.

Definição do termoEditar

É a descrição das regiões que estavam por muitas gerações submetidas ao governo dos gregos e romanos e, portanto, os aceitavam ou foram obrigados a adotá-los como seus mestres e professores. Esse processo foi pela adoção aparentemente universa os idiomas nativos dos trabalhadores rurais (a grande maioria da população), elas eram as línguas dos habitantes urbanos e das elites cosmopolitas (ver língua franca). Certamente, todos os homens notáveis, independentemente da sua origem étnica, falavam e escreviam em grego e/ou latim.

Sendo assim, o jurista e chanceler imperial romano Ulpiano era fenício, o matemático e geógrafo greco-egípcio Cláudio Ptolomeu era um cidadão romano e os famosos pensadores pós-Constantino João Crisóstomo e Agostinho de Hipona eram sírio e berbere, respectivamente. O historiador Flávio Josefo era judeu, mas ele também escrevia e falava em grego e era um cidadão romano.

Propriamente falando, o termo "mundo greco-romano" significa todo o reino do Cáucaso, da Grã-Bretanha ao Hejaz, da costa atlântica da Península Ibérica ao rio Tigre e do ponto em que o Reno encontra o Mar do negro ao norte do Sudão.

Ver tambémEditar

BibliografiaEditar