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Debrah Miceli
Alundra Blayze in 1995.jpg
Miceli como Alundra Blayze em 1995.
Informações pessoais
Nome completo Debrah Anne Miceli
Nascimento 9 de fevereiro de 1964 (55 anos)[1]
Milão, Itália[2]
Residência Condado de Citrus, Flórida, Estados Unidos[2]
Carreira na luta livre profissional
Nome(s)
de ringue
Alundra Blayze[1]
Madusa[1]
Madusa Miceli[1][2]
Altura
anunciada
1 78 m[1]
Peso
anunciado
150 lb (68 kg)[1]
Treinado
por
Brad Rheingans[3]
Eddie Sharkey[1][4]
Estreia 1984[4]
Aposentadoria 2001[2]

Debrah Anne Miceli[5][6] (nascida Debra Lewandowski; Milão, 9 de fevereiro de 1964)[1] é uma motorista de caminhão monstro e ex-lutadora de luta livre profissional ítalo-americana. Ele é mais conhecida pelo seus nomes artísticos Madusa (forma reduzida de Made in the USA)[2] e Alundra Blayze. No início de sua carreira, Miceli lutou para a American Wrestling Association, onde ganhou o Campeonato Mundial Feminino da AWA. Em 1988, ela foi a primeira mulher a ganhar o prêmio de "novato do ano" da Pro Wrestling Illustrated. No ano seguinte, Miceli assinou um contrato com a All Japan Women's Pro-Wrestling, fazendo dela o primeiro estrangeiro a atuar na promoção.

Mais tarde, ela se juntou a World Championship Wrestling (WCW), onde era um membro da Dangerous Alliance, um grupo de lutadores gerenciados por Paul E. Dangerously. Em 1993, a lutadora assinou um contrato com a rival da WCW, a World Wrestling Federation (WWF), sob o nome Alundra Blayze. Na WWF, ela rivalizou com Bull Nakano e Bertha Faye, conquistando ainda o campeonato feminino da promoção três vezes. Dois anos após a adesão à WWF, Miceli voltou a WCW, aparecendo em um episódio do Monday Nitro para jogar o título da WWF em uma lata de lixo; como resultado, ela foi incluída na "lista negra" da companhia (que mais tarde passou a se chamar WWE) nos 20 anos seguintes.[7] Em sua segunda passagem na WCW, Miceli rivalizou com Bull Nakano e Oklahoma, e se tornou na primeira mulher a conquistar o Campeonato Mundial de Pesos-Leves da WCW. Depois de treinar lutadores como Torrie Wilson, Stacy Keibler e Nora "Molly Holly" Greenwald no WCW Power Plant, ela deixou a empresa em 2001. Em 28 de março de 2015, Miceli foi introduzida no Hall da Fama da WWE, sob seu apelido de Alundra Blayze.[8]

Miceli compete no mundo dos caminhões monstro. Ela dirige um veículo chamado Madusa, e ganhou o co-campeonato de 2004 do Monster Jam World Finals na modalidade freestyle na primeira de três rodadas. No ano seguinte, Miceli foi a única concorrente feminina no Super Bowl of Motorsports, e posteriormente venceu a modalidade corrida no Monster Jam World Finals.

Índice

Carreira na luta livre profissionalEditar

American Wrestling Association (1986–1989)Editar

Em 1984, Miceli treinou com Eddie Sharkey em Minneapolis, Minnesota e começou a trabalhar no circuito independente para ganhar cinco dólares por luta.[4] Em 1986, ela passou a atuar na American Wrestling Association (AWA) sob o nome artístico Madusa Miceli, onde rivalizou com Sherri Martel.[4][9][10] Depois desta deixar a AWA, Miceli substituiu-a como a manager de "Mr. Magnificent" Kevin Kelly, que muitas vezes uniu-se com Nick Kiniski para formarem a "The Perfect Tag Team".[11] Em uma final de torneio, Madusa venceu o Campeonato Mundial Feminino da AWA sobre Candi Devine em 27 de dezembro de 1987.[1] Nessa altura, ela também começou a gerenciar o campeão mundial dos pesos-pesados da AWA, Curt Hennig.[1] Mais tarde, Madusa perdeu o título para Wendi Richter em 26 de novembro de 1988.[12] Hennig e ela entraram então para o grupo Diamond Exchange, que também incluía a Badd Company (Paul Diamond e Pat Tanaka) e eram liderados por Diamond Dallas Page.[13][14] Com Diamond e Tanaka, Madusa enfrentou os Top Guns (Ricky Rice e Derrick Dukes) e Wendi Richter no único pay-per-view da AWA, o SuperClash III.[15] Ambos os campeonatos de duplas da Badd Company e o título feminino de Richter estavam em jogo; entretanto, como foi Richter que obteve o pin em Madusa, a Badd Company continuou como os campeões de equipes.[16] Em 1988, Miceli foi também a primeira mulher a receber o prêmio de "novato do ano" da Pro Wrestling Illustrated.[4]

All Japan Women's Pro Wrestling (1989–1991)Editar

Miceli teve uma rápida passagem de seis semanas na All Japan Women's Pro-Wrestling no início de 1989,[4] onde ganhou o título feminino da IWA de Chigusa Nagayo, antes de perde-lo de volta para ela no dia seguinte. Miceli, então, começou a treinar no Japão, aprendendo o estilo de luta livre profissional japonês, bem como muay thai, kickboxing e boxe.[4] Ela finalmente assinou um contrato de três anos com a All Japan, que fez dela a primeira lutadora não japonesa a ser contratada pela empresa.[4] Além disso, Miceli trabalhou para a TWA, rivalizando com Luna Vachon, a quem ela enfrentou em uma luta cabelo vs. cabelo de duplas em setembro de 1991.[17] Ela e seu parceiro Eddie Gilbert derrotaram Vachon e Cactus Jack, e com o resultado, Vachon teve a cabeça raspada.[17]

World Championship Wrestling (1991–1993)Editar

Miceli então foi para a World Championship Wrestling (WCW) e ajudou Paul E. Dangerously formar o grupo Dangerous Alliance.[18] Ela agiu principalmente como manager de Rick Rude, um dos membros da equipe.[1] Em 25 de outubro de 1992, Dangerously expulsou-a da aliança no evento Halloween Havoc.[1] Miceli, no entanto, derrotou Dangerously por contagem em 18 de novembro de 1992 no Clash of the Champions.[1]

World Wrestling Federation (1993–1995)Editar

Em 1993, a World Wrestling Federation (WWF) reativou seu campeonato feminino, que estava vago desde 1990,[19] e Miceli foi trazida pela empresa para reviver sua divisão feminina.[20] Ela estreou sob o nome artístico Alundra Blayze,[1] porque o proprietário da WWF Vince McMahon não queria pagar Miceli para usar o nome Madusa, que tinha sido registrado.[3] Ela lutou em torneio para coroar a nova campeã, e na final, derrotou Heidi Lee Morgan em 13 de dezembro de conquistar o título.[19]

Depois do torneio, Miceli pediu a gestão da WWF para trazer novas mulheres para competir.[20] Em meados de 1994, Bull Nakano se juntou ao elenco da empresa e começou a rivalizar com Blayze. Ela derrotou Nakano no SummerSlam, mas perdeu o cinturão para esta em 20 de novembro de 1994 no Japão, no evento Big Egg Wrestling Universe.[21] Cinco meses mais tarde, em 3 de abril de 1995, Blayze recuperou o título de Nakano em uma edição do Monday Night Raw.[22] Como parte da história, imediatamente após a vitória, ela foi atacada por Bertha Faye, que quebrou seu nariz.[23] De acordo com Rhonda Sing (Faye), o enredo foi escrito para Miceli ser retirada dos eventos seguintes para ela realizar implantes mamários e uma plástica no nariz.[23] Blayze retornou em agosto de 1995, perdendo o título feminino para Faye no SummerSlam em 27 de agosto.[22] Dois meses depois, ela conquistou o campeonato pela terceira vez, derrotando Faye em 23 de outubro.[24]

Em dezembro, devido a problemas financeiros que a WWF estava tendo na época, Miceli foi liberada de seu contrato e assim ela foi destituída do Campeonato Feminino, que permaneceu vago até 1998.[24] Miceli então voltou para a rival da WWF, a World Championship Wrestling,[25] e ela foi integrada na "lista negra" da empresa nos 20 anos seguintes, devido à sua participação em um incidente controverso ao retornar para a WCW.[7]

Retorno a World Championship Wrestling (1995–2001)Editar

Em dezembro de 1995, Miceli assinou um novo contrato com a WCW, e como parte de uma história escrita por Eric Bischoff,[5] ela reestreou no WCW Monday Nitro em 18 de dezembro de 1995, jogando o cinturão de campeã feminina da WWF em uma lata de lixo.[4] Ela mais tarde lamentou a sua ação e admitiu que não teria feito isso se Bischoff não lhe tivesse coagido.[26] Miceli voltou a usar o nome Madusa novamente, e a WCW também trouxe em Bull Nakano para rivalizar com ela e assim as duas vieram a se enfrentar no Hog Wild em agosto de 1996, onde Madusa venceu.[27] Devido a uma estipulação pré estabelecida, ela foi autorizada a destruir a motocicleta de Nakano depois do combate.[27]

A empresa decidiu então estabelecer o Campeonato Feminino da WCW, mas Madusa perdeu para Akira Hokuto na final do torneio para coroar a primeira campeã em 29 de dezembro no Starrcade.[28] Em 15 de junho de 1997, Hokuto manteve o título contra ela no The Great American Bash em uma luta título vs. carreira.[1][29] Miceli, em seguida, teve um hiato de quase dois anos na WCW.[1]

Madusa retornou em abril de 1999 como parte da facção de Randy Savage chamada Team Madness juntamente com Gorgeous George e Miss Madness.[30] Após essa história terminar, Madusa entrou em um torneio pelo Campeonato da WCW, mas foi derrotada e eliminada do torneio.[31] Mais tarde ela re-entrou na competição enfrentando Evan Karagias, mas foi novamente eliminada.[31] Após isso, Madusa passou a gerenciar Karagias.[32] Depois deste ganhar o Campeonato Mundial de Pesos-Leves da WCW no Mayhem,[33] ele foi encontrado flertando com Spice do grupo Nitro Girls.[34] No Starrcade, entretanto, Spice deu um golpe baixo em Karagias durante sua luta, permitindo a Madusa derrota-lo, tornando-se assim na primeira mulher a ganhar o título de pesos-leves da WCW.[35][36] Spice então juntou-se com ela e se tornou em sua manager por um curto período de tempo.[37]

Em janeiro de 2000, Madusa desenvolveu uma rivalidade com Oklahoma.[38] Eles se enfrentaram em uma luta evening gown em 12 de janeiro no WCW Thunder, onde ela o derrotou ao tirar sua roupa, mas ele a atacou após o confronto.[39] Madusa acabou perdendo o título dos pesos-leves para Oklahoma no Souled Out em 16 de janeiro de 2000.[1][35]

Nesse meio tempo, Miceli tornou-se uma instrutora no WCW Power Plant, onde ajudou as mulheres a treinarem, como Nora Greenwald (Molly Holly).[40] Antes da falência da WCW, ela esteve envolvida em uma rápida rivalidade com Torrie Wilson e Shane Douglas, que derrotaram ela e seu parceiro Billy Kidman no Fall Brawl em uma luta de andaimes.[41] Após isso, Madusa não apareceu mais na programação da WCW.[1] Ela deixou a empresa quando soube que Vince McMahon, o proprietário da World Wrestling Federation (WWF), iria comprar a WCW.[42] Devido a seu desentendimento com McMahon, ela optou por não ficar na empresa.[42] Miceli se aposentou da luta livre profissional em 2001, porque ela não gostou da direção em que luta feminina estava tomando; segundo ela, a competição entre mulheres foi se distanciando da livre livre real para se tornar em lutas de calcinhas e sutiãs.[2][42]

WWE Hall of Fame (2015)Editar

Em 2 de março de 2015, foi anunciado que Miceli seria introduzida no Hall da Fama da WWE, sob o nome "Alundra Blayze".[8] No Twitter, ela disse que isso era um sinal de respeito, uma vez que era o nome dela na WWE, mas que seria Madusa a discursar na cerimônia.[43] Durante o seu discurso, em resposta às perguntas constantes sobre ela jogar o Campeonato Feminino da WWF no lixo durante um episódio do Monday Nitro, sua indutora, Natalya, trouxe uma lata de lixo ao palco e Miceli (chamando-se tanto como Madusa e Alundra Blayze) retirou o título de lá, ressaltando que ele tinha uma boa aparência para um título feminino, e dizendo que finalmente o cinturão "estava de volta, onde ele pertence", depois de 20 anos.[44] Ela segurou o título em seu ombro, e referiu-se a si mesma como a campeã feminina reinante da WWF.[44]

Carreira como piloto de caminhões monstrosEditar

 
Caminhão monstro de Debrah Miceli, Madusa, no Monster Jam, no Edward Jones Dome, em St. Louis, Missouri. O caminhão está parado, equilibrado em sua extremidade traseira.

Miceli entrou no negócio de caminhões monstros com Dennis Anderson em 1999.[2][4] Ela fez sua primeira aparição com um hot rod americano no Trans World Dome.[45] Mais tarde, Meceli comprou seu próprio caminhão e nomeou-o Madusa, já que ainda tinha direitos sob o nome.[2][42] Ela começou a ganhar competições freestyle em 2001.[45] Miceli ganhou o co-campeonato de 2004 no Monster Jam World Finals também na modalidade freestyle na primeira de três rodadas.[2][45] Em março de 2005, em Las Vegas, Miceli derrotou o seu instrutor Dennis Anderson na final do Monster Jam World Finals durante o campeonato de corrida,[45] fazendo dela a primeira mulher a ganhar esta competição.[1] Também em 2005, ela era a única concorrente feminina no Super Bowl of Motorsports.[2]

A partir de janeiro de 2008, Miceli é também a vice-presidente executiva da Major League of Monster Trucks.[46] Em 2009, ela voltou a competir no Monster Jam depois de um hiato que começou em 2006.[47]

Em 10 de outubro de 2014, ela se lesionou em um evento de Monster Jam em Melbourne, na Austrália, e foi levada para um hospital local para o tratamento.[48]

Vida pessoalEditar

Miceli nasceu em Milão, Itália, mas foi criada em vários lares adotivos em Minneapolis, Minnesota.[4][42] Ela é judia.[49] Antes de entrar para a luta livre profissional, fez ginástica e trilha, e aos 14 anos, trabalhou em um restaurante fast-food.[3][4][42] Durante o início de sua carreira, ela também trabalhou como enfermeira em meio período.[3]

Seu primeiro casamento foi em 1991 com o colega de profissão Eddie Gilbert. Em junho de 1997, ela conheceu o jogador jogador da NFL Ken Blackman, e eles se casaram sete meses depois em 14 de fevereiro de 1998.[1][30] Os dois compartilharam suas casas em Cincinnati, Ohio e em Homosassa, Flórida.[30] Em 1998, eles abriram uma loja de motocicletas chamada "Spookee Custom Cycles", que fabricou motos para outros jogadores da NFL como Kimo von Oelhoffen, Darnay Scott, Bradford Banta e Dan Wilkinson.[30] O casal se divorciou mais tarde.[2] Em 25 de junho de 2011, Miceli casou-se com Alan Jonason, um sargento-mor do Exército dos Estados Unidos, em Memphis, Tennessee.[6]

Em 1995, ela apareceu nos filmes Shootfighter II, Death Match e Intersanction II. No Japão, Miceli lançou um CD de músicas cantadas em japonês.[3] Ela ainda é proprietária de spa para animais de estimação chamado Koolkats and Hotdogs em Lecanto, Flórida.[2][25] Em fevereiro de 2004, Miceli também comentou corridas de barco.[1]

Na luta livre profissionalEditar

Campeonatos e prêmiosEditar

Ver tambémEditar

Referências

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Ligações externasEditar