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Declaração de Tashkent

A Declaração de Tashkent de 10 de janeiro de 1966 foi um acordo de paz entre Índia e Paquistão após a Guerra Indo-Paquistanesa de 1965, pondo fim a cinco semanas de confrontos entre as duas partes.[1]

A paz tinha sido alcançada em 23 de setembro pela intervenção das grandes potências que pressionaram as duas nações para um cessar-fogo por temores que o conflito se intensificasse e atraísse outras potências.[carece de fontes?]

Visão geralEditar

A reunião foi realizada em Tashkent, na então União Soviética (atual Uzbequistão), com início em 4 de janeiro de 1966 para tentar criar um acordo mais permanente.[carece de fontes?]

A declaração foi emitida no final de uma conferência entre os dois chefes de governo opostos, o primeiro-ministro indiano Lal Bahadur Shastri e o presidente paquistanês Muhammad Ayub Khan, através da mediação do premiê soviético Alexei Kosygin[1] e sob pressão dos Estados Unidos e das Nações Unidas.

DeclaraçãoEditar

A conferência foi vista como um grande sucesso e a declaração que foi lançada era esperada para ser um marco para uma paz duradoura. A declaração afirmava que:[1][2][3]

  • As forças indianas e paquistanesas se retirariam às suas posições pré-conflito, linhas pré-agosto, no prazo até 25 de fevereiro de 1966.
  • Uma declaração conjunta de não-interferência nos assuntos internos uns dos outros.
  • As relações econômicas e diplomáticas seriam restauradas.
  • Transferência organizada dos prisioneiros de guerra.
  • Os dois líderes trabalhariam para a construção de boas relações entre os dois países.

Referências

Ligações externasEditar