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Deficiência de molibdênio
Molibdênio
Classificação e recursos externos
CID-10 E61.5
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Deficiência de molibdênio é uma deficiência nutricional raramente diagnosticada em humanos, pois apenas 45 microgramas por dia já são suficientes para adultos e pode ser encontrado em diversos grãos, verduras e carnes.

Molibdênio auxilia na desintoxicação do fígado e funciona como co-fator de três enzimas essenciais. Além disso, molibdênio pode regular o metabolismo de cálcio, magnésio e do cobre e facilitar a utilização de ferro. Molibdênio também foi associado ao crescimento ósseo e a um risco reduzido de cárie dentária. Alguns estudos ainda vinculam este mineral com um menor risco de câncer de estômago e câncer de esôfago.[1]

O excesso também é raro, pois é rapidamente eliminado pelo organismo e causa sintomas apenas quando o consumo é de 10mg/dia por um longo período (1000 vezes mais que o necessário).[2]

Índice

Função do molibdênioEditar

Molibdênio auxilia na desintoxicação do fígado e pode regular o metabolismo de cálcio, magnésio e do cobre e facilitar a utilização de ferro. Molibdênio também foi associado ao crescimento ósseo e a um risco reduzido de cárie dentária. Além disso, alguns estudos ainda vinculam este mineral com um menor risco de câncer de estômago e esófago.[3] Também pode ser útil no desenvolvimento do sistema nervoso, no tratamento de câncer e no metabolismo de nitrogênio. [2]

Em mamíferos é necessário como cofator de três enzimas essenciais[2]:

CausaEditar

Não costuma ser encontrado em pessoas saudáveis, sendo apenas relatado em pacientes internados por longos períodos recebendo apenas nutrição parenteral(como soro fisiológico intravenoso), em recém nascidos sem a capacidade de formar o cofator de molibdênio ou em pacientes com doenças que causem sua severa má-absorção ou excessiva excreção.[4]

Sinais e sintomasEditar

Sintomas de deficiência de molibdênio[2][5]:

Diagnóstico diferencialEditar

Os mesmos sintomas podem ser causados pela deficiência do cofator de molibdênio, uma doença genética rara, difícil de ser diagnosticada e que geralmente leva a uma acumulação de níveis tóxicos de sulfito causando dano neurológico fatais logo nos primeiros meses de vida.[6]

Referências

  1. http://www.livestrong.com/article/371139-molybdenum-deficiency-symptoms/
  2. a b c d «Cópia arquivada». Consultado em 2 de março de 2014. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2014 
  3. http://www.wisegeek.com/what-is-molybdenum-deficiency.htm
  4. Sardesai VM (December 1993). "Molybdenum: an essential trace element". Nutr Clin Pract 8 (6): 277–81. doi:10.1177/0115426593008006277. PMID 8302261.
  5. http://www.merckmanuals.com/professional/nutritional_disorders/mineral_deficiency_and_toxicity/molybdenum_deficiency_and_toxicity.html?qt=&sc=&alt=
  6. Ichida K, Aydin HI, Hosoyamada M, et al. (2006). "A Turkish case with molybdenum cofactor deficiency". Nucleosides Nucleotides Nucleic Acids 25 (9-11): 1087–91. doi:10.1080/15257770600894022. PMID 17065069.