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Descompressão explosiva (ED, na sigla em inglês) refere-se a uma queda súbita de pressão num sistema em menos de 0,1 segundo, associada a uma violenta explosão. Geralmente isso é causado por algum tipo de fadiga de materiais ou falha de engenharia, fazendo com que um sistema contido seja subitamente expulso para o meio circundante externo.

ExplicaçãoEditar

Selos em vasos de alta pressão também são suscetíveis à descompressão explosiva; as gaxetas de borracha usadas para selar condutos pressurizados tendem a tornar-se saturadas com gases de alta pressão. Se a pressão dentro do vaso cair subitamente, os gases dentro da gaxeta podem expandir-se violentamente, provocando o surgimento de bolhas ou a explosão do material. Por este motivo, é comum que equipamentos militares e industriais sejam submetidos a testes de descompressão explosiva antes de serem certificados como seguros para uso.

A queda de pressão em outras situações pode levar mais de 0,1 segundo, e é mais corretamente descrita como descompressão rápida. Exemplos bem conhecidos de descompressão explosiva são o acidente com o veículo submarino Byford Dolphin e o desastre do voo 981 da Turkish Airlines.

FaláciasEditar

Uma falta de compreensão no sentido das palavras criou o mito persistente de que pessoas explodem se forem expostas ao vácuo do espaço. Acidentes durante a exploração espacial e na aviação de altitude elevada demonstraram que embora a exposição ao vácuo faça a pele humana inchar, esta é ainda resistente o bastante para lidar com uma queda de uma atm. Uma queda súbita de oito atm no acidente do Byford Dolphin teve conseqüências amplamente fatais.

Acidentes com descompressão explosiva em aeronavesEditar

ReferênciasEditar

Padrões nacionais e internacionais para teste de descompressão explosiva incluem:

  • MIL-STD-810, 202
  • RTCA/D0-160
  • NORSOK M710
  • API 17K e 17J
  • NACE TM0192 e TM0297
  • TOTALELFFINA SP TCS 142 Apêndice H

Ligações externasEditar