Abrir menu principal

Dinastia de Maomé Ali

Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações (desde fevereiro de 2011). Ajude a melhorar este artigo inserindo fontes.
Escudo de Armas da Dinastia de Maomé Ali

A dinastia de Maomé Ali (em árabe: أسرة محمد علي; transl.: Usrat Muhammad 'Ali) foi a última dinastia governante do Egito e do Sudão, do século XIX a meados do XX. É nomeado após seu progenitor, Maomé Ali Paxá, considerado o fundador do Egito moderno. Foi também mais formalmente conhecido como dinastia alauíta (em árabe: al-الأسرة العلوية; transl.: al-Usra al-'Alawiyya), embora não deva ser confundida com dinastia alauíta de Marrocos, para a qual não tem nenhuma relação. Porque a maioria dos governantes desta dinastia deram o título Quediva, foi muitas vezes referida pelos contemporâneos como a "Dinastia Quediva'.

Maomé Ali Paxá, originalmente da Albânia, foi comandante das forças otomanas. Após a aquisição do poder, forçou o sultão Mamude II a reconhecê-lo como uáli ou governador do Egito em 1805. Por muitos anos o Egito foi um protetorado britânico. Em 1922, o Reino Unido teve de reconhecer a independência do Egito e o sultão Fuade alterou seu título para de Rei, e seu filho, que foi o último governante da dinastia, derrubado em 1952, era conhecido pelo tratamento de "Sua Majestade" Faruque, pela graça de Deus, do Reino do Egito e Sudão.

O governo Faruque fez pouco para acalmar a situação e as reivindicações de mudanças e liberdade procurado pelo povo. A família real cometia incrível desperdício de dinheiro, enquanto a população estava mergulhada na pobreza. Em 1952, a revolução triunfou e Faruque e sua família foram forçados a deixar o Egito. O atual chefe dessa Casa Real é o Príncipe Amade Fuade, filho do ultimo governante dessa dinastia, rei Faruque do Egito.

Conhecidos os membros da dinastia.Editar

ReferênciasEditar

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar