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Reconstrução FacialEditar

Olá a todos, através de uma parceria com o designer 3d Cícero Moraes, conseguimos a doação da reconstrução forense feita a partir do cranio original de D Petro I com autorização da família real. Creio que seria relevante a inclusão de uma área no texto falando sobre o projeto, que teve grande repercussão nacional e internacional, se tratando de um material muito raro e difícil de conseguir. Como é um artigo destacado, mantido por vários editores dedicados, gostaria de ver qual é a melhor forma de trabalharmos esse assunto. No commons também há um vídeo sobre o processo de reconstrução. Abraços e boas edições Rodrigo Padula(Fale comigo) 20h53min de 1 de maio de 2018 (UTC)

Sou contra, foge ao escopo do artigo. As informações contidas na legenda, com as devidas referências, são suficientes. Talvez seja caso de incluir o trabalho em Reconstrução facial forense.--PauloMSimoes (discussão) 20h59min de 1 de maio de 2018 (UTC)
No caso o foco seria não no projeto de reconstrução em sí, mas nas particularidades do processo e da face apresentada. Como a reconstrução possui uma aproximação das dimensões e proporções bem mais realista que as pinturas famosas, creio que seria relevante ter algo na wikipedia em portugues para inclusive traduzir e publicar em outras idiomas. O metodo de reconstrução é baseado em tecnicas forenses com validação acadêmica, porém em muitas wikis, darão preferência à pinturas famosas do que a um material como esse para ilustrar a biografia, portanto, ter algo sobre a reconstrução, textualmente, poderia dar respaldo para inclusão da imagem nos artigos, que em muitas wikipédias são destacados como na pt.wiki. Rodrigo Padula(Fale comigo) 14h28min de 2 de maio de 2018 (UTC)
Penso que o trabalho possa ser detalhado numa seção em Reconstrução facial forense, com breve menção no verbete de D. Pedro, "chamando" a seção daquele artigo.--PauloMSimoes (discussão) 14h33min de 2 de maio de 2018 (UTC)
Vejo que o conteúdo foi revertido no artigo pelo Ixocactus, estão fazendo isso em todos os artigos que atualizei com a imagem mais precisa da reconstrução, por pura picuinha, sem justificativa, por isso acho que seria interessante algo no texto, de forma contextualizada, pois é um conteúdo raro e dificil de conseguir. Veja o artigo de São Valentim como exemplo. Rodrigo Padula(Fale comigo) 17h22min de 2 de maio de 2018 (UTC)
Rodrigo Padula, por favor, NFAP. A política de WP:NPI é bem clara. A reconstrução apresentada é um trabalho artístico que não foi avaliado por especialistas forenses. Não há fontes que confirmem a semelhança da reconstrução com o biografado. Ixocactus (discussão) 17h33min de 2 de maio de 2018 (UTC)
Pode me apresentar as analises forenses e provas científicas do quadro usado neste artigo, que comprove a similaridade com a face real de D. Pedro I? Pelo estilo do pintor, dimensões e proporções, notadamente o quadro, apesar de muito famoso, possui discrepâncias com um rosto humano real. O projeto de reconstrução foi acompanhado inclusive pela familia real conforme apresentado nas referências, e feito por um especialista no assunto com vários outros trabalhos similares publicados ao redor do mundo. Sabemos que a motivação de sua edição aqui não é cientifica né? Rodrigo Padula(Fale comigo)
@Ixocactus: não se trata de WP:NPI, é um conteúdo publicado em várias outras fontes (jornais, sites, tv, no Brasil e em outros países) com validação, em vários idiomas e autorizado pela propria familia real, criada por um especialista com base em métodos científicos. Acho que o seu argumento é equivocado e se ele foi a justificativa da reversão, a reversão deveria ser revista. Mas de qualquer forma, não estou aqui para empurrar essa imagem goela a baixo, fiz a edição por conhecer a técnica empregada e a grande proximidade com a face real calculada através de várias analises científicas para este método. Por isso pontuei aqui a possibilidade de inclusão textual de algo sobre a reconstrução. Ainda temos vários outros projetos doados pelo Cicero e várias outras personalidades a serem incluídas no Commons e Wikipédia. Conforme referência citada, se você tivesse lido a referência, veria que o projeto foi realizado com consultoria do Dr. Marcos Paulo Salles do IML do Rio de Janeiro, que foi quem prestou assessoria forense, ele foi nada mais nada menos que presidente da associação brasileira de antropologia forense, portanto não se trata somente de um quadro pintado por um artista sem qualquer compromisso com a real face, se trata de um trabalho sério, com respaldo acadêmico, usando técnicas validadas e comprovadas cientificamente em testes cegos e vários tipos de análises. Rodrigo Padula(Fale comigo) 18h44min de 2 de maio de 2018 (UTC)
Reconstrução passo a passo

O vídeo com todos os passos da reconstrução também foi carregado no commons, foi um trabalho sensacional. Rodrigo Padula(Fale comigo) 20h51min de 2 de maio de 2018 (UTC)

  • @Rodrigo Padula: Tenho por hábito basear a argumentação em WP:FC e sempre fazer a WP:V das fontes. Como não entendo nada de história, arte e nem de pintura não tenho como avaliar a semelhança da pintura histórica com a da pessoa real. Também não considero o vídeo ao lado como FC. Por isso baseio a argumentação nas fontes. Por favor, reitero o pedido: WP:NFAP. Nunca vi essa storytrender.com e não gostei do que vi, me parece que não é WṔ:FC. O jornal O Tempo também publicou uma reportagem, mas parece que se baseou no mesmo press release usado por outros pequenos jornais após sair na BBC. Considerando que esta reportagem diz Citação: A reconstrução realista da face do imperador é resultado de um projeto idealizado pelo advogado José Luís Lira, professor da Universidade Estadual Vale do Aracaú, do Ceará. Ele adquiriu os direitos sobre uma fotografia realizada em 2012, quando os restos mortais do imperador foram exumados da cripta localizada no bairro do Ipiranga, zona sul de São Paulo, para um estudo científico realizado pela Universidade de São Paulo (USP)., acho que a "reconstrução realista" precisa de ser avaliada por pessoas que entendam do assunto para evitarmos WP:NPI. É possível que outros artistas que tenham acesso ao crânio, ou pelo menos à foto do crânio (esta sim, de grande valor histórico e científico, mas indisponível em licença livre), podem fazer uma reconstrução completamente diferente da apresentada. Ou não. Por isso NPI é uma política que considero válida para este caso. Por outro lado, se a reconstrução for endossada de alguma forma pela pesquisa da USP (qual pesquisa?) ou publicada em alguma revista científica não veria mais afronta a NPI. Mas com apenas essas fontes fica difícil. A BBC não menciona nem a opinião dos biógrafos que entrevistou sobre a imagem, mas ressalta que não há registros da suposta fratura no nariz. Em uma rápida gogleada encontrei um blogspot que mostra várias fotos interessantes (histormundi.blogspot.com.br/2013/02/os-ossos-do-imperador-exumacao-de-d.html) e menciona a antropóloga forense Valdirene do Carmo Ambiel, cuja dissertação de mestrado apresenta as medidas do crânio de D. Pedro (página 244). Não há nenhuma menção à pesquisa de Ambiel na reportagem da BBC e não sabemos se essas medidas foram utilizadas na reconstrução apresentada aqui. Uma outra reconstrução por outro artista e baseada nessas medidas e em uma tomografia também produziria resultados distintos. Esta tese já foi citada em um artigo da Sociedade de Geografia de Lisboa publicado em 2013, num estudo sobre as insígnias honoríficas encontradas na exumação do imperador, mas estas publicações foram ignoradas pela BBC. É nesse contexto que a reconstituição afronta NPI. Ixocactus (discussão) 23h46min de 2 de maio de 2018 (UTC)
O que me estranha é passar a ter o habito de editar este artigo e o artigo em espanhol, justamente após a minha edição e seu amigo me reverter em francês, mas como eu já previa, sua argumentação está enviesada pelo seu grupo, que atua em alguns projetos junto a departamentos da USP e o que coloca aqui não tem nada a ver. A pesquisa que permitiu a reconstrução foi efetuada pela historiadora Valdirene Ambiel, o documento oficial está aqui. O trabalho foi feito de forma independente, baseado em uma fotografia tirada pelo fotógrafo Mauricio Paiva da National Geographic. Inclusive a própria NatGeo compartilhou a notícia. A versão em inglês foi baseada na mesma fonte do Story Trender e apresenta o vídeo que foi compartilhado posteriormente no Commons. E a versão em português conta com mais dados em relação a versão em inglês. A reportagem em português diz o seguinte sobre a foto: "A fratura foi revelada em uma imagem reconstruída digitalmente em 3D a partir de uma foto de Mauricio de Paiva feita em 2012 para a reportagem Cidade oculta – publicada pela revista National Geographic Brasil em abril de 2013. Depois de cinco anos da publicação, De Paiva foi contatado por José Luis Lira, advogado e professor da Universidade Estadual Vale do Aracaú, no Ceará – ele queria utilizar as imagens no projeto de reconstituição do rosto de Dom Pedro I."
E segue: "Mauricio acompanhava o trabalho da historiadora Valdirene do Carmo Ambiel, na época mestranda do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, na primeira exumação de Dom Pedro I, quase dois séculos após sua morte. Ele conta que teve apenas 20 minutos para tirar entre 30 e 40 fotos do crânio. E, mesmo sem imaginar que suas imagens um dia ajudariam na reconstituição do rosto de Dom Pedro, teve uma ideia que calhou muito bem ao novo projeto. “Pensei na ideia de um reflexo, como um duplo, um jogo imagético em um fundo escuro para valorizar o crânio”, disse Maurício em entrevista à National Geographic."
Ou seja, a menos que a NatGeo esteja mentindo, se trata do crânio de D. Pedro I. Além disso, basta procurar no Google Images o termo "Crânio de Dom Pedro I"que uma série de imagens semelhantes aparecerão. Sobre a reconstrução ser avaliada por pessoas que entendam do assunto, ela já foi! O Dr. Marcos Paulo Salles Machado é especialista, além do mais o Cicero já trabalhou e trabalha com inúmeros outros profissionais, como podemos ver em sua fanpage, diariamente atualizada com trabalhos executados em parcerias diferentes.
Para citar alguns artigos publicados por ele e equipe, partindo de um campo mais acadêmico.
Sobre a opinião do biógrafo, o mesmo postou um video no YouTube(codigo 6qgWNujCF1c) falando do trabalho. Os links publicados pela própria NatGeo derruba os argumentos acerca da autenticidade da foto e da ligação com os trabalhos efetuados pela USP na pessoa da historiadora Valdirene Ambiel. Todo esse conteúdo que subimos no commons, nesta parceria com o Cicero são muito bem documentados e acompanhados, com contratos e autorizações para que posteriormente a cada trabalho, possam ser carregados na Wikipédia para ilustração, doações inestimáveis para o conhecimento aberto e para o nosso trabalho aqui. Acho que estão subestimando muito o trabalho que estamos fazendo em conjunto, e isso não é legal, nem pra nós, muito menos para o projeto. Não nos deixemos levar por caprichos pessoais e picuinhas, por favor né? Rodrigo Padula(Fale comigo) 01h16min de 3 de maio de 2018 (UTC)
@PauloMSimoes: conforme estavamos conversando, qual a melhor forma de trabalharmos este conteúdo? Viu as referencias que forneci? Em breve esse material será impresso e publicado oficialmente como itens da coleção de importantes museus do Brasil. É um projeto muito amplo com varias contribuições ainda a serem publicadas em outras fontes. Rodrigo Padula(Fale comigo) 23h39min de 3 de maio de 2018 (UTC)
@Rodrigo Padula e Ixocactus: prezados, por estes dias ando ocupado em atividades particulares e sem tempo para analisar todo o diálogo acima. Tenho apenas algumas observações a fazer, e se for alguma bobagem, corrijam-me. A imagem estável há vários anos no artigo é histórica, pintada por um artista que conviveu com a família real e cujo modelo foi o próprio D. Pedro, no ano anterior à sua partida para a Europa. Portanto a substituição pura e simples da imagem não deveria ser feita sem discussão. É uma imagem histórica e supostamente fiel (vide que existe até mesmo o detalhe do desvio de septo na pintura); a outra é uma imagem produzida com os mais modernos recursos tecnológicos, mas não por isso pode-se considerá-la mais importante. A princípio, minha sugestão é manter a primeira na info, por ser estável e histórica, e também porque a imagem produzida por meios tecnológicos é muito recente, sem críticas feitas a ela ainda, e mesmo com todas as técnicas envolvidas, fontes e a convicção dos autores e envolvidos sobre sua fidelidade, paira ainda uma visão parcial sobre ela. Não se deve considerar apenas todo o trabalho envolvido, mas também as possíveis críticas e créditos de instituições acreditadas. No entanto, não acho que se deva relegar a importância desse trabalho. Como sugeri acima, não acho que se deva ter no artigo, uma seção muito extensa sobre ele. Volto a sugerir que esses detalhes todos sejam inseridos em uma seção no artigo próprio, que trata desse tema. Penso sim, que uma seção relevante para o artigo de D. Pedro seja a exumação de seus restos mortais em 2012; esse fato merece uma seção própria, e o artigo ainda tem muito espaço para ser ampliado. E nesta seção, se poderia incluir um breve relato sobre o trabalho de reconstituição, com a imagem e com a ligação interna para a seção no outro artigo, com todos os detalhes.--PauloMSimoes (discussão) 00h50min de 4 de maio de 2018 (UTC)
@PauloMSimoes: Estou organizando mais material sobre a reconstrução para que o conteúdo possa ser anexado ao artigo, há um conjunto de documentos que ainda não foram liberados para upload no commons, é um trabalho bem completo e detalhado, por isso havia incluído a imagem, pela sua validação científica e maior proximidade com a real face, diante das medidas e proporções usadas, o estilo e tipo de pintura, por mais que tenha valor histórico, acaba não tendo a mesma precisão de fotografias e outros métodos mais modernos. Minha discussão com o Ixocactus é pq sairam simplesmente revertendo (em conjunto com seus colegas) em todos os artigos que eu havia inserido a imagem, sem qualquer argumentação. Mas eu concordo com o seu ponto aqui, vamos trabalhar melhor este conteúdo. Rodrigo Padula(Fale comigo) 01h04min de 4 de maio de 2018 (UTC)
Rodrigo Padula Não há dúvidas sobre a autenticidade das fotos nem sobre a qualidade do trabalho do Cícero. Muito pelo contrário. Não há “picuinhas”, muito menos “argumentação enviesada”. Não há nada de “estranho” em acompanhar as mudanças nos interwikis do nosso herói nacional. Sobre Citação: Minha discussão com o Ixocactus é pq sairam simplesmente revertendo (em conjunto com seus colegas) em todos os artigos que eu havia inserido a imagem, sem qualquer argumentação. acho que minha única e gloriosa edição em alemão seja suficiente. Mas é interessante também lembrar que o sumário do francês aponta na mesma direção dos comentários do Paulo acima. E no anglófono você foi revertido sem mais explicações. Nunca tive contato com esses colegas. Os meus comentários se basearam em uma rápida busca de fontes para WP:V e na análise dos interwikis para entender como os colegas de outras línguas estão tratando o assunto. Por favor, mais uma vez peço: WP:NFAP e WP:NDD. Respondendo por partes:
  1.   Concordo integralmente com os comentários do PauloMSimoes. Estava preparando este e também penso que os aspectos históricos das imagens usadas e o status quo devem ser levados em conta na escolha da imagem. Comento abaixo algo relacionado.
  2. O vídeo do Rezzutti e o artigo da NG não haviam sido citados antes e são os únicos específicos sobre esta reconstrução e confirmam a notoriedade do trabalho de reconstituição. Junto com seus comentários, compõem o contexto de NPI.
  3. A fonte sobre o Santo Antônio de Pádua parece que é autopublicada, pois detalha toda a metodologia usada, mas não aparece em outro local. Há apenas menções na imprensa italiana à reconstrução, semelhantes às reportagens daqui. Neste caso, apesar de livre, a imagem só aparece no nosso verbete. Não a encontrei em es, fr, en, de, nl, gl, e nem it.
  4. O caso do it:Giovanni Battista Morgagni é bem interessante também, mais ainda porque já foi feita uma reconstituição anterior do mesmo personagem. O artigo do Cícero também é revisado por pares mas é muito recente e ainda não houve tempo para ser lido e citado. Pena que ambos foram publicados em revistas fechadas. Seria quase perfeito se tivéssemos 2 artigos desse tipo, mas livres, para embasar esta discussão.
  5. O vídeo do Paulo Rezzutti me parece o mais esclarecedor. Ele fala que a reconstituição recebeu críticas (sem dizer quais) e destaca que a fratura no nariz não é mencionada nos laudos médicos da época. Enfatiza que a litografia de 1833 foi reconhecida e recomendada pela filha como a que mais se assemelha ao D. Pedro vivo. O vídeo está em um tom neutro e Rezzutti não emite a opinião dele sobre a reconstituição, pedindo a opinião dos seguidores do canal. Ele faz um questionamento real sobre esse acidente do nariz e explica bem o aspecto que a reconstituição visou criar uma imagem mais jovial do imperador. Vejo diferenças significativas entre essa reconstituição e a litografia reconhecida, mas não cabe a nós analisá-las, apenas relatar as análises das pessoas que entendem do assunto.

Associando os aspectos históricos levantados pelo Paulo com este problema de NPI penso que seja melhor manter a imagem original, como está acontecendo nas demais interwikis. Ixocactus (discussão) 04h32min de 4 de maio de 2018 (UTC)

Convite - Impressão 3D do rosto de d. Pedro I será exposta no Museu Histórico NacionalEditar

Olá a todos,

Venho através desta mensagem convidá-los para prestigiarem amanhã as 15:00 no Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro o evento de apresentação da exposição da face de D. Pedro I do Brasil, reconstruída por Cícero Moraes que foi produzida através de uma parceria com a Wiki Educação Brasil no escopo do projeto GLAM iniciado este ano com chancela do IBRAM.

Este projeto une 2 parcerias GLAM, a de reconstruções faciais com Cícero e a parceria de intercâmbio com o MHN/IBRAM.

A reconstituição será anexada à exposição permanente, como contribuição do movimento Wikimedia à essa instituição que nos abriu as portas desde a primeira reunião em Dezembro de 2017.

Esta será a segunda de muitas outras atividades aberta ao público que estão por vir, desenvolvidas em parceria com a instituição e a Wiki Educação Brasil.

Hoje deve passar no jornal nacional da rede globo uma matéria sobre o processo de impressão, pintura e doação ao museu.

Atenciosamente Rodrigo Padula(Fale comigo) 22h37min de 4 de setembro de 2018 (UTC)

Nome completo de Dom PedroEditar

O colega Lecen alterou o nome completo de Dom Pedro nesta edição, justificando como "Ele nao (sic) tinha sobrenome. Erro comum de desavisados". Contudo, pelo menos duas fontes de autoria confiável (uma do Museu Imperial e outra do escritor brasileiro Rubem Fonseca), confirmam o nome anterior. Não exatamente como estava grafado, mas com a inversão dos últimos nomes, sendo "...de Bragança e Bourbon" e não como estava ("...de Bourbon e Bragança"). A referenciar o nome sem "Bragança e Bourbon", há duas fontes, supostamente pois não são verificáveis (1- Branco, João Carlos Feo Cardoso de Castello (1838). Resenha das familias titulares do reino de Portugal: Acompanhada das notícias biográphicas de alguns indivíduos da mesmas famílias. Lisboa: Imprensa Nacional e 2- Calmon, Pedro (1975). História de D. Pedro II. Rio de Janeiro: José Olímpio). No meu entender, e acompanhando o que recomenda WP:FF#Verifique múltiplas fontes, nenhuma delas deve ser descartada em relação às demais. Restaurei o texto original e estável nesta edição e penso que este texto é que deve permanecer, até pela falta de verificabilidade para a grande maioria dos leitores, das duas fontes citadas. No entanto, se for consenso, pode-se adicionar que "algumas fontes suprimem os nomes Bragança e Bourbon".--PauloMSimoes (discussão) 20h55min de 5 de setembro de 2018 (UTC)

Eu escrevi este artigo há anos, Paulo, na Wikipedia em ingles. Vou repetir mais uma vez: autores erram. Pedro I não tinha sobrenome. Fontes contemporâneas a Pedro I não mencionam Bragança ou Bourbon, e nem poderiam, pois a realeza não tem sobrenome. --Lecen (discussão) 21h50min de 5 de setembro de 2018 (UTC)
@PauloMSimoes e Lecen: protegi a página por uma semana para parar com a guerra de edições. Quanto a mim, os argumentos do Paulo Simões para manter o nome são muito mais sólidos do que os do Lecen, que enfermam de muito achismo/WP:NPI e a sua insistência na mudança está perto de poder ser considerado WP:RECUSA. --Stegop (discussão) 11h26min de 6 de setembro de 2018 (UTC)
Achismo? Eu vou repetir: quem escreveu este artigo fui eu. Nem Calmon e nem Branco utilizam Bragança e Bourbon no nome de Pedro I. Vocês estão forçando algo à revelia do que as próprias fontes citadas informam. É errado. --Lecen (discussão) 11h28min de 6 de setembro de 2018 (UTC)
Vi essa discussão e fui procurar outras fontes: http://www.arqnet.pt/portal/portugal/temashistoria/pedro4.html (a diferença para o Museu Imperial é a supressão de "Cipriano"). 79a (discussão) 11h51min de 6 de setembro de 2018 (UTC)

@Lecen: eu admito que você possa ter razão, mas o facto é que, como o PauloMSimoes salientou, o "nome completo" que você insiste em remover tem duas fontes com aparência de fiáveis: uma do Museu Imperial e outra de Rubem Fonseca. E há a considerar WP:STATUS. --Stegop (discussão) 14h44min de 6 de setembro de 2018 (UTC)

  Comentário A Wikipédia não publica opiniões dos seus editores, mesmo que sejam especialistas, nem qualquer editor tem direito de "tomar posse" de um artigo ou de um texto, por tê-lo criado. A remoção de um texto bem referenciado, privilegiando algumas fontes, em detrimento de outras, sendo todas elas conceituadas, vai contra as regras, é uma opinião própria. Volto a mencionar a recomendação WP:FF#Verifique múltiplas fontes. Em existindo mais de uma versão bem referenciada por fontes credíveis sobre um fato, todas devem ser mencionadas no texto, com as respectivas atribuições. O que não podemos é alterar algo bem referenciado, segundo nossas próprias opiniões. A Wikipédia não é especialista em qualquer assunto, apenas replica informações de fontes. Também não "gera informação", com opiniões de editores que afirmam que algo está errado, e pronto! Isso chama-se pesquisa inédita. A grande maioria dos leitores não é especialista no assunto e precisa ser informada, para que não pairem dúvidas, como neste caso. Citar todos os lados de um fato não é errar, mas sim "ser imparcial". O que proponho aqui é justamente isso: imparcialidade. Colocar no texto o nome completo, seguido de uma nota de rodapé, com a explicação que determinadas fontes consideram o sobrenome "de Bragança e Bourbon" e outras não consideram, citando eventualmente os motivos atribuídos por alguma das fontes. É simples isso, e desta forma se resolve também o problema das alterações no texto, ocorridas muitas vezes neste caso ao longo dos anos.--PauloMSimoes (discussão) 15h31min de 6 de setembro de 2018 (UTC)

Esste tipo de questão sobre nomes não é nova: aparece, por exemplo, na [nota 1] de George Harrison. Citando as fontes, não vejo problema em fazer o mesmo numa nota aqui. No mais, subscrevo ao comentário do colega PauloMSimoes. Caio! (discussão) 16h28min de 6 de setembro de 2018 (UTC)
Nome “Bragança e Bourbon”

Há alguns anos atrás, quando ainda estava no mestrado, fiz pesquisa para escrever vários artigos relacionados ao Brasil imperial, para a Wikipédia em inglês. Todos se tornaram “Featured Article” (Artigo Destacado). Foram traduzidos para diversas línguas, inclusive para o português. Ocorre que há algum tempo, um editor impôs a adição de “Bragança e Bourbon” ao sobrenome de Pedro I, Pedro II e outros. Não é o que contemporâneos e nem historiadores renomados informam. Não é sequer o que as fontes utilizadas nos artigos mencionam. Isso é desonestidade intelectual. Mencionar o contrário do que as fontes informam é errado. Eu venho avisar do erro, sendo eu o autor do texto original, e que fez pesquisa sobre o tema, e sou tratado como um louco ou inexperiente. Como sou figura solitária, minha edição honesta é rapidamente revertida. Isto precisa mudar. É errado manter essa desonestidade intelectual. --Lecen (discussão) 00h24min de 5 de abril de 2019 (UTC)

Não sei se percebeu, mas na discussão acima quatro editores (além deste editor que escreve) concordam com o nome, já que há fontes confiáveis e reputadas e foi até mesmo colocada uma nota no texto sobre isso e você insiste em remover tudo. Houve consenso e esta retomada de discussão é indevida e desnecessária, reiniciando uma discussão já decidida. Como já ficou claro naquela discussão, o colega se coloca como dono do artigo e impõe uma fonte (um livro sem verificabilidade), removendo as que não lhe interessam. Até mesmo abriu a nova discussão em novo tópico para dificultar a constatação deste consenso.--PauloMSimoes (discussão) 00h50min de 5 de abril de 2019 (UTC)

Nome de Dom Pedro no alto da info caixa.Editar

O que acham de colocar "Pedro I do Brasil" "Pedro IV de Portugal" na info caixa no lugar de "Pedro I & IV", da igual ocorre na anglófana (a esppanhola também coloca mas separados por barra), cada nome em uma linha?FábioJr de Souza msg 16h25min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)

  Concordo, Fabio. O símbolo comercial "&" não é adequado. Sugiro o código Pedro I do Brasil<br />Pedro IV de Portugal--PauloMSimoes (discussão) 17h09min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)
@PauloMSimoes: fiz a alteração. O que acha de, no início do artigo retirar o "Pedro I & IV" e deixar apenas "Pedro", já que logo em seguida é explicado o nome de reinado dele no Brasil e o nome de reinado dele em Portugal?FábioJr de Souza msg 20h58min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)
Outro editor desfez sua edição. Parece que esta discussão precisa avançar para chegar a um consenso. Na introdução, minha opinião é ficar como no título, ou seja, "Pedro I do Brasil ou Pedro IV de Portugal..."--PauloMSimoes (discussão) 21h30min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)
PauloMSimoes Sim. Por isso chamo @Caio!: @Stegop: @79a: @Lecen: @Rodrigo Padula: @Ixocactus: @Júpiter y Juno: para, caso queiram, a discussão das questões postas. O mesmo ocorre com Carlos I de Espanha e não vejo utilidade nisso.FábioJr de Souza msg 21h35min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)

Eu acho que tanto na infocaixa como na intro deve figurar "Pedro I do Brasil ou Pedro IV de Portugal", pois Pedro I & IV é confuso e de qq forma ao que sei ele nunca foi "I & IV", mas sim I no Brasil e IV em Portugal. O mesmo se passa com os Filipes de Espanha e Portugal e o Carlos I/V. A talhe de foice: para mim faz mais sentido que o título deste último seja Carlos V do que Carlos I, pois é o nome mais conhecido e até em Espanha é muito usado. --Stegop (discussão) 23h07min de 16 de dezembro de 2018 (UTC)

Seguindo a mesma linha já sugerida:
  • na introdução: "Pedro I do Brasil ou Pedro IV de Portugal;
  • na infocaixa: Pedro I do Brasil<br />Pedro IV de Portugal.
Caio! (discussão) 15h23min de 17 de dezembro de 2018 (UTC)

  Comentário têm-se até aqui, quatro cinco opiniões favoráveis às alterações e nenhuma opinião favorável a manter o símbolo "&" (contando com a opinião do editor Angrense, conforme esta edição). WP:CONSENSO valida o consenso em páginas de discussão. Portanto, em não havendo argumentos consistentes contrários às modificações aqui sugeridas, é válida a aplicação do consenso.--PauloMSimoes (discussão) 02h05min de 24 de dezembro de 2018 (UTC)

  Feita a alteração final na introdução (estava apenas na infocaixa).--PauloMSimoes (discussão) 13h00min de 26 de dezembro de 2018 (UTC)

A Grave Mentira sobre o Reinado Português do primeiro Imperador do Brasil.Editar

Meus doutos senhores,

Gostaria perguntar-vos como é possível que os senhores durmam bem de noite, sabendo que publicam tamanhas mentiras nestas páginas do wikipedia!? - Então a situação é a seguinte. - Sabendo os senhores que Portugal tinha na altura do sucedido, Leis. Leis como tem qualquer outro país e como tem Portugal hoje em dia. E sabendo nós todos que qualquer um que cometesse o crime de traição contra a Pátria e o Rei (Lesa-Pátria e Lesa-Majestade), seria despojado de todos os títulos e honrarias que possuíra até então, para si e toda a sua descendência e condenado à morte (enforcamento para os plebeus e decapitação para os nobres). Ora, sabendo tudo isto e sabendo que o herdeiro do trono do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves pegou em armas contra a Pátria e o Rei seu pai, contratando um Exército de Mercenários estrangeiros que matariam mais de 4.000 portugueses e brasileiros por defenderem a Pátria-Mãe, como É SEQUER POSSÍVEL que faça sentido nas vossas cabeças, que ele pudesse vir a ser Rei de Portugal por um SÓ SEGUNDO que fosse!?? E mais, sabendo nós todos que TODOS OS REIS de Portugal tiveram de ser Aclamados em Côrtes, pelos 3 braços da Nação Portuguesa (Clero, Nobreza e Povo), porque razão, este traidor assassino, é segundo vós, o único ser humano de toda a história que NÃO NECESSITOU de se submeter às Leis Fundamentais do Reino de Portugal, podendo cometer traição atrás de traição, sem ser punido e ainda, conseguindo ser Rei de Portugal, sem ser Aclamado pelos 3 braços da Nação Portuguesa reunidos em Côrtes!?!?

Além de tudo isto, o traidor declarou-se brasileiro (e portanto estrangeiro) e disse nada querer de Portugal nem para si mesmo, nem para a sua descendência no Tratado Luso-Brasileiro (tratado do Rio de Janeiro) de 1825. Concordou ainda nesse mesmo tratado, pagar a quantia de 2.000.000 de Libras Esterlinas ou 80 Toneladas de Ouro a Portugal, como indemnização compensatória pela perda daquele território e para que Portugal não lhe declarasse guerra. Dinheiro que nunca foi pago e ao invés, foi utilizado para contratar mercenários estrangeiros, que iriam invadir Portugal, naquele que ficou conhecido como o Desembarque do Mindelo e que ocorreu mais concretamente na Praia dos Ladrões(nome que correspondia acertadamente aos que aí desembarcaram nessa triste data).


Dito isto, como será possível que faça sentido na vossa cabeça que o Pedro de Bragança, primeiro Imperador do Brasil, ALGUMA VEZ TENHA SIDO REI DE PORTUGAL!?? E mais grave, como têm os senhores coragem de perpetuar esta grave mentira, acerca daquele que foi o MAIOR TRAIDOR da nossa história!??

Atenciosamente, Nuno de Almeida Ramos.

Olá, Nuno de Almeida Ramos. Pra início de conversa, as edições nesta enciclopédia baseiam-se em fontes e não em pontos de vista pessoais. Isso é ótimo porque, apenas como suposição, mesmo que você tenha doutorado em História e eu seja um reles editor sem estudo algum, as minhas edições, estando embasadas em fontes, são tão importantes quanto as suas. Ah, sim... "A Grave Mentira..." que escreveu no título, tem maiúsculas indevidas. Bom deixando isso de lado, mas voltando ao assunto das fontes... sugiro que leia "...O filho de D. João VI e Carlota Joaquina ainda regressou a Portugal, tendo sido coroado como D. Pedro IV, em 1826"; também pode ler "...Após a morte de seu pai D. João VI, em 1826, D. Pedro é designado rei de Portugal..."; e também "Apontamentos para a historia diplomatica de Portugal desde 1826..." (p. 15 e ss.), de autoria de Félix Pereira de Magalhães; ainda "Memorias historicas, politicas, e filosoficas da revolução do Porto..." (p. 316 e ss), de autoria de Joaquim José da Silva Maia; também "Provas incontestaveis a favor da legitimidade, e do indispensavel direito que tem á corôa de Portugal, o senhor d. Pedro IV. rei destes reinos, Imperador, deffensor perpetuo do Brazil', de autoria de José Anastacio Falcão.Sdçs !--PauloMSimoes (discussão) 12h48min de 26 de dezembro de 2018 (UTC)
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