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Eletrólitos tem um papel importante na manutenção da homeostase do organismo. Ajudam a regular a função miocárdica e neurológica, equilíbrio de hídrico, liberação de oxigênio nos tecidos, equilíbrio ácido-básico e muito mais. Distúrbios eletrolíticos podem se desenvolver pelos seguintes mecanismos: ingestão excessiva ou redução na eliminação de um eletrólito, ou redução diminuída ou eliminação excessiva do mesmo. A causa mais comum de distúrbio eletrolítico é a insuficiência renal.

Os distúrbios eletrolíticos mais graves envolvem anormalidades nos níveis de sódio, potássio e/ou cálcio. Outros desequilíbrios de eletrólitos são menos comuns ou graves e ocorrem freqüentemente em conjunto com os anteriores. A abuso crônico de laxantes ou diarreia e vômitos severos podem levar a distúrbios eletrolíticos graves, em associação com desidratação (distúrbio hidroeletrolítico). Portadores de bulimia ou anorexia tem maior risco de desenvolvimento de desequilíbrios eletrolíticos.

NomenclaturaEditar

Há uma nomenclatura científica padrão para a base de distúrbios eletrolíticos:

  1. O nome começa com um prefixo denotando se o eletrólito está anormalmente elevado ("hiper-") ou reduzido ("hipo-");
  2. A palavra raiz é o nome do eletrólito em latim, ou seu equivalente na língua em questão;
  3. O nome termina com o sufixo "-emia," que significa "no sangue"; isto não significa que o distúrbio esteja limitado ao sangue, mas como o diagnóstico geralmente é feito através de análise sanguínea, desenvolveu-se esta convenção;

Por exemplo, a elevação do potássio no sangue é também chamada "hipercalemia", do nome em latim para o potássio, "kalatino".

Tabela de distúrbios eletrolíticos comunsEditar

Veja tambémEditar