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Distrito-sede (Coronel Fabriciano)

Distrito-sede
  Distrito do Brasil  
Vista da região central de Coronel Fabriciano
Vista da região central de Coronel Fabriciano
Localização do distrito-sede (em vermelho)
Localização do distrito-sede (em vermelho)
Estado  Minas Gerais
Município Coronel Fabriciano
Criado em 7 de setembro de 1923 (96 anos)
Área
- Total 175,2 km²[1]
População (2010)
 - Total 48 681 habitantes[2]
    • Densidade 329,64 hab./km²
Limites Distrito Senador Melo Viana e municípios de Joanésia, Ferros (Cubas), Antônio Dias, Timóteo (Cachoeira do Vale e sede), Ipatinga e Mesquita (Barra Grande de Mesquita)

O distrito-sede de Coronel Fabriciano representa a área do município brasileiro supracitado, no interior do estado de Minas Gerais, que exceptua o distrito Senador Melo Viana. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população no ano de 2010 era de 48 681 habitantes, englobando uma área de 175,2 km². Abrange toda a zona rural municipal e a parte sul do perímetro urbano, entre as regiões dos bairros Centro, Caladinho e Amaro Lanari.

O começo do povoamento ocorreu em meados do século XIX, associado ao fluxo de tropeiros que levou à formação de um aglomerado na foz do ribeirão Caladão, onde havia um pequeno porto no local conhecido como Barra do Calado. Ao mesmo, surgia o povoado de Santo Antônio de Piracicaba na área do atual distrito Senador Melo Viana, que se tornaria a matriz do distrito Melo Viana, criado em 1923. Este, no entanto, teve sua sede transferida para a atual região central fabricianense em 1933, devido ao desenvolvimento daquela área em função da presença da presença da Estação do Calado (inaugurada em 1924) e, mais tarde, graças à instalação de complexos siderúrgicos. Assim, Coronel Fabriciano foi emancipada em 1948, desmembrando-se de Antônio Dias.

A instalação dos núcleos da Aperam South America (antiga Acesita) e Usiminas favoreceu o desenvolvimento urbano, mas com a emancipação política de Timóteo e Ipatinga, ocorrida em 1964, as empresas passaram a pertencer a estes municípios, respectivamente. Com isso, o comércio passa a representar a principal fonte de renda na cidade, e mesmo com a expansão do fluxo mercantil em direção ao interior do perímetro urbano, a região do Centro de Fabriciano ainda se mantém como um dos principais núcleos comerciais da Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA). Monumentos como a Catedral de São Sebastião, a Igreja Matriz, o Colégio Angélica e a Praça da Estação configuram-se como principais marcos.

HistóriaEditar

Por volta de 1825, uma estrada foi aberta por Guido Marlière ligando Antônio Dias ao rio Santo Antônio, nas proximidades de Naque, cortando a Serra dos Cocais. O fluxo de tropeiros entre povoamentos próximos, que cruzavam a região vindos de Antônio Dias, Ferros, Santana do Paraíso, Mesquita e Joanésia, levou ao estabelecimento do povoado de Santo Antônio de Piracicaba, no atual bairro Melo Viana, no final do século XIX.[3] Na foz do ribeirão Caladão, havia um movimento associado à presença de um pequeno porto, onde as mercadorias transportadas pela estrada embarcavam rumo às localidades vizinhas por meio do rio Piracicaba. O local passou a ser conhecido como Barra do Calado, devido à disposição entre os dois cursos hidrográficos.[3]

Na década de 1910, foi retomada a construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), paralisada em Belo Oriente, e com isso observa-se um desenvolvimento populacional em função do estabelecimento de trabalhadores incumbidos da obra na Barra do Calado.[4] Pela lei estadual nº 823, de 7 de setembro de 1923, foi criado o distrito Melo Viana, com sede em Santo Antônio de Piracicaba e subordinado a Antônio Dias, e a Estação do Calado é inaugurada em 9 de junho de 1924,[5] ao redor da qual se estabeleceu o atual Centro de Fabriciano. Assim, a sede do distrito foi transferida para o Calado em 1933, devido à longa distância percorrida pelo então escrivão José Zacarias Roque até o terminal ferroviário. A instalação dos complexos industriais da Belgo-Mineira em 1936 e da Acesita em 1944 impulsionou o desenvolvimento estrutural e demográfico da localidade, culminando na emancipação de Coronel Fabriciano em 27 de dezembro de 1948,[4] constituindo-se à época dos distritos Barra Alegre e Timóteo, além da sede.[6]

Em 1953, foi criado o distrito de Ipatinga, desmembrado da sede municipal,[6] no entanto Timóteo e Ipatinga foram emancipadas mediante a lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, o que incluiu os territórios das indústrias. Os complexos industriais da Acesita e Usiminas passam a pertencer a estes municípios, respectivamente,[7] e pelo mesmo decreto Barra Alegre passa a fazer parte de Ipatinga e é criado o distrito Senador Melo Viana, correspondente à parte norte do perímetro urbano fabricianense.[6] Devido ao adensamento urbano, a EFVM foi transferida para fora da cidade e a Estação do Calado foi fechada em 1979, sendo então demolida para ceder espaço ao Terminal Rodoviário.[8] O Centro da cidade mantém-se como um dos principais núcleos comerciais da Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA), mas a pouca disponibilidade de lotes e imóveis à venda na área central e os problemas de trânsito e falta de estacionamento levaram os investidores comerciais e residenciais a migrarem para os bairros do distrito Senador Melo Viana. Com isso, a população da região central fabricianense apresenta taxas de crescimento inferiores às do distrito.[9]

Geografia e demografiaEditar

O distrito-sede fabricianense possui área total de 175,2 km², englobando a parte sul do perímetro urbano e a maior parte da zona rural municipal. Limita-se a norte com o município de Joanésia (sede); a noroeste com o município de Ferros (distrito de Cubas); a oeste com o município de Antônio Dias (sede); a sul com o município de Timóteo (distrito Cachoeira do Vale e sede); a oeste com o distrito Senador Melo Viana (a norte da zona urbana de Coronel Fabriciano) e o município de Ipatinga (sede); e a nordeste com o município de Mesquita (distrito Barra Grande de Mesquita).[1][2] A altitude média é de 250 metros e o relevo é predominantemente ondulado, sendo mais acidentado na Serra dos Cocais, onde a altitude alcança os 1 260 metros.[10]

A zona urbana é cortada pelo ribeirão Caladão, que nasce na Serra dos Cocais e deságua no rio Piracicaba, que divide Fabriciano e Timóteo, e recebe sujeira e poluição originada de residências e pequenas indústrias, oficinas ou matadouros de suas margens.[11] Da mesma forma, a sub-bacia do ribeirão Caladinho intercede o interior do perímetro urbano, enquanto que a sub-bacia do ribeirão Cocais Pequeno abrange a maior parte da zona rural, sendo que ambos os cursos também têm suas fozes no Piracicaba.[2] Segundo o IBGE, a sede envolve um total de 25 dos 63 bairros que Coronel Fabriciano se subdivide.[2][12] A vegetação nativa do pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica), porém a monocultura de reflorestamento ocupa área maior que a Mata Atlântica original, presente em maior quantidade nas áreas de proteção ambiental.[13][14][15] Em meio ao adensamento urbano, a arborização ainda é considerável em boa parte das ruas e avenidas.[16]

Em 2010, a população do distrito-sede foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 48 681 habitantes, sendo 23 315 homens e 25 366 mulheres, distribuídos em um total de 16 685 domicílios particulares permanentes.[2] A razão de sexo era de 91,91 e o Amaro Lanari era o bairro mais populoso do município, com 6 924 residentes.[2] Também em 2010, um total de 14 105 habitantes vivia em aglomerados subnormais, distribuídos pelos bairros Caladinho, Centro, Manoel Domingos, Morada do Vale, Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora da Penha, Pedreira, Ponte Nova e Santa Terezinha II.[17] A atuação pastoral católica das comunidades situadas nos bairros é subordinada à Paróquia São Sebastião, cujo território é representado pela Catedral de São Sebastião, que corresponde à cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano.[18] Do Centro de Fabriciano é originada 70% da renda total do setor de vendas da cidade, que vem se expandindo cada vez mais no restante do município, devido ao esgotamento de imóveis na região central. Dessa forma, o comércio faz com que os bairros vizinhos ao Centro sejam bastante valorizados pelo setor imobiliário.[19][20]

InfraestruturaEditar

 
Vista do Trevo Pastor Pimentel, interseção entre as avenidas Tancredo Neves e Magalhães Pinto.

A Escola Estadual Professor Pedro Calmon, situada no Centro de Fabriciano, é o prédio escolar mais antigo de Coronel Fabriciano, tendo sido criada em 1952 e tombada como patrimônio cultural municipal em 1999.[21] O Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste), no bairro Universitário, foi criado em 1969 e corresponde ao maior complexo educacional da Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA).[22]

A área central da cidade concentra dois dos principais hospitais da região, que são o Hospital Unimed Vale do Aço (antigo Hospital Nossa Senhora do Carmo), que está situado no Centro e serve à população que conte com planos de saúde conveniados ou aos que paguem pelo atendimento particular,[23] e o Hospital Doutor José Maria Morais (antigo Hospital Siderúrgica), que é principal centro de saúde com atendimento público do município e foi criado em 1936 e reestruturado em 2012.[24] Também há as unidades básicas de atendimento, que são administradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e oferecem atendimentos e consultas básicas à população e serviços de enfermagem, além de servir como postos de vacina durante campanhas de vacinação.[25][26] O serviço de abastecimento de água é feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), enquanto que o abastecimento de energia elétrica é de responsabilidade da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).[27]

O serviço postal é atendido por agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos funcionando nos bairros Caladinho, Centro e Santa Vitória dos Cocais.[28] O Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano está localizado na Rua Pedro Nolasco e foi construído no lugar da Estação do Calado, desativada em 1979, atendendo à região com saídas diárias regulares para as principais cidades de Minas Gerais e mesmo para fora do estado.[27] A Avenida Magalhães Pinto liga o Centro de Fabriciano ao interior do distrito Senador Melo Viana e à Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves e esta o conecta, posteriormente, às cidades vizinhas de Ipatinga e Timóteo.[29] O Trevo Pastor Pimentel, que é o entroncamento das avenidas Magalhães Pinto e Tancredo Neves, também divide a região central do distrito.[27] Através do terminal de integração do transporte coletivo, que foi construído para a baldeação de linhas, é possível pegar dois ônibus do serviço público de linhas diferentes pagando apenas uma passagem,[30] sendo que as linhas interligam a maior parte dos bairros da cidade.[31]

Cultura e lazerEditar

Dentre os principais marcos localizados no distrito-sede fabricianense, destacam-se o Monumento Terra Mãe, que está situado no Trevo Pastor Pimentel e é considerado o marco-zero da cidade;[27] o Sobrado dos Pereira, que foi o primeiro estabelecimento comercial e primeira construção de alvenaria do município (além da Estação do Calado);[32] o Colégio Angélica, que foi inaugurado em 1950 e mantém em sua fachada todo o projeto original;[27] e a Igreja Matriz de São Sebastião, que foi inaugurada em 1949 para substituir a antiga, que estava prestes a desmoronar, e representou entre 1979 e 1993 a condição de cossede da Diocese de Itabira-Fabriciano, até a construção da Catedral de São Sebastião, a qual se destaca por sua arquitetura moderna.[21] O Estádio Louis Ensch, construído na década de 40, é o principal estádio de futebol de Coronel Fabriciano e representa a "casa" do Social Futebol Clube, time mais bem sucedido da cidade.[33]

A Praça da Estação foi construída em 2008, no lugar onde estava localizado o terminal urbano da cidade, inaugurado após a demolição da antiga estação ferroviária do município, sendo utilizada como palco de eventos de médio e grande porte.[27] A Serra dos Cocais, com suas trilhas, fazendas e cachoeiras, configura-se como principal atrativo natural do município, destacando-se o artesanato e os grupos de marujadas das comunidades rurais.[34] Em relação aos eventos, cabem ser ressaltadas as manifestações religiosas católicas da Festa de São Sebastião, juntamente ao aniversário de Fabriciano, em janeiro, com festividades na Praça da Estação;[34] as comemorações do dia de Corpus Christi, quando são confeccionados tapetes de serragem colorida em algumas ruas dos bairros Santa Helena e Professores pela Paróquia São Sebastião;[35] e as festas juninas, muitas vezes realizadas pelas escolas nos bairros.[36]

Campus do Unileste
Edifício João Sotero Bragança, sede da prefeitura.
Lojas na Rua Pedro Nolasco, no Centro.

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) (13 de fevereiro de 2013). «Relação 1642 Distritos de Minas Gerais, sendo 853 Distritos Sede» (PDF). p. 15. Consultado em 31 de outubro de 2014. Arquivado do original (PDF) em 26 de agosto de 2013 
  2. a b c d e f Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (16 de novembro de 2011). «Sinopse dos dados - Setor: 311940105000017 - Coronel Fabriciano». Consultado em 13 de julho de 2013. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2012 
  3. a b Revista Caminhos Gerais, nº 35, pag. 23.
  4. a b Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «Organização do município». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 7 de abril de 2014 
  5. Centro-Oeste. «G1 - Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  6. a b c Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Coronel Fabriciano - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 4 de janeiro de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 11 de julho de 2013 
  7. Plox (20 de janeiro de 2010). «Vereador quer alterar nome de avenida em Fabriciano». Consultado em 13 de julho de 2013. Cópia arquivada em 19 de maio de 2013 
  8. Estações Ferroviárias do Brasil (11 de julho de 2009). «Coronel Fabriciano (antiga Calado)». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 19 de abril de 2013 
  9. Jornal Diário do Aço (12 de outubro de 2011). «Imóveis registram 100% de valorização em 5 anos». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2011 
  10. Cidades.Net. «Coronel Fabriciano - MG». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2014 
  11. Assessoria de Comunicação (19 de outubro de 2009). «Expedição traça um retrato do Ribeirão Caladão». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  12. Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «População/Setores». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2011 
  13. Descubra Minas. «Informações básicas - Coronel Fabriciano». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  14. Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «Dados gerais». Prefeitura. Consultado em 20 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011 
  15. Jornal Vale do Aço (20 de novembro de 2007). «Biquinha: ambientalista diz Área de Proteção Ambiental não garante preservação de recursos naturais». Consultado em 20 de novembro de 2011. Arquivado do original em 20 de novembro de 2011 
  16. Jornal Diário do Aço (24 de outubro de 2014). «Poda de árvores». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2014 
  17. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (21 de dezembro de 2011). «População residente em domicílios particulares ocupados em aglomerados subnormais (Pessoas)». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  18. Jornal Diário do Aço (21 de julho de 2013). «Catedral em Fabriciano completa 20 anos». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 21 de abril de 2014 
  19. Jornal Vale do Aço (25 de maio de 2007). «Bairros já concentram 30% do comércio de Fabriciano». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 20 de novembro de 2011 
  20. Jornal Diário do Aço (12 de outubro de 2011). «Imóveis registram 100% de valorização em 5 anos». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2011 
  21. a b Assessoria de Comunicação (1 de março de 2012). «Patrimônio Cultural». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2013 
  22. Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste). «40 anos de tradição». Consultado em 31 de outubro de 2014. Arquivado do original em 21 de fevereiro de 2014 
  23. Unimed Vale do Aço. «Estrutura». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  24. Jornal Vale do Aço (31 de agosto de 2012). «Hospital São Camilo começa a atender à meia-noite». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2012 
  25. Assessoria de Comunicação (10 de julho de 2009). «Secretaria de Saúde». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2012 
  26. Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano, 2011, pags. 74 e 75.
  27. a b c d e f Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Sedetur) (28 de julho de 2009). «Inventário turístico 2009». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014 
  28. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Agências». Consultado em 31 de outubro de 2014 
  29. Assessoria de Comunicação (12 de janeiro de 2010). «Avenida Tancredo Neves é municipalizada». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2012 
  30. Jornal Vale do Aço (28 de maio de 2008). «Fabriciano inaugura novo terminal de integração». Consultado em 31 de outubro de 2014. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2012 
  31. Autotrans. «Horário e Itinerário». Consultado em 31 de outubro de 2014 
  32. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 24.
  33. Virgilio Amaral da Cunha Junior (9 de outubro de 2013). «Saci: A lenda que se fez história» (PDF). Universidade Federal de Viçosa (UFV). 23 páginas. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2014 
  34. a b Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «Manifestações culturais». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2014 
  35. Jornal Diário do Aço (19 de junho de 2014). «Tapetes de Corpus Christi». Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 20 de junho de 2014 
  36. Assessoria de Comunicação (4 de junho de 2014). «Escolas realizam festas no ritmo de Copa do Mundo». Prefeitura. Consultado em 31 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 9 de junho de 2014 

Ligações externasEditar