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Venerável
Donizetti Tavares de Lima
Presbítero da Igreja Católica
Atividade Eclesiástica
Diocese Diocese de São João da Boa Vista
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 12 de julho de 1908
Pouso Alegre
Dados pessoais
Nascimento Cássia, Minas Gerais
3 de janeiro de 1882
Morte Tambaú, São Paulo
16 de junho de 1961 (79 anos)
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Francisca Cândida Tavares
Pai: Tristão Tavares de Lima
Sepultado Cemitério de Tambaú (1961-2009)
Santuário Nossa Senhora Aparecida de Tambaú (após 2009)
Categoria:Igreja Católica
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

Padre Donizetti Tavares de Lima (Santa Rita de Cássia, 3 de janeiro de 1882Tambaú, 16 de junho de 1961), conhecido como Padre Donizetti, foi um padre católico brasileiro. Sua vida foi marcada por acontecimentos extraordinários: ele que ficou muito conhecido na década de 1950 por graças, conversões e milagres de curas atribuídos a ele,[1] e que o mesmo atribuía a Nossa Senhora Aparecida, de quem ele era muito devoto.[2] No dia 6 de abril de 2019, o Papa Francisco reconheceu um milagre que teria ocorrido por intercessão do padre, e, com essa decisão, o sacerdote será beatificado.[3]

Índice

HistóriaEditar

 
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Padre Donizetti nasceu no atual município de Cássia, no dia 3 de janeiro de 1882, filho de Tristão Tavares de Lima e Francisca Cândida Tavares de Lima.[4] Teve oito irmãos, todos com nomes em homenagem a músicos, e "Donizetti" foi o nome escolhido em homenagem ao músico italiano Gaetano Donizetti[5]. Aos quatro anos, Donizetti e sua família se mudaram para Franca, no interior de São Paulo, onde cursou o primário e começou a aprender música.[4][6]

Vida sacerdotalEditar

Donizetti pediu ao seu pai para ingressar no seminário; porém sua família estava em condição financeira muito precária na época, e, portanto, seu pai decidiu que antes ele devia ajudá-los a se estabelecerem financeiramente, o que ele fez. Sua família não enriqueceu mas se estabilizou e aos 18 anos voltou a fazer o mesmo pedido e com o consentimento do pai, entrou para o seminário, recebendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida com manto de seda branco como presente de sua mãe.

Aos 18 anos, foi para o seminário. No dia 12 de julho de 1908 foi ordenado sacerdote em Pouso Alegre, Minas Gerais[4]. No dia da ordenação, pediu ao bispo para fazer um voto de pobreza. Devido a isso, sempre dormia no chão, quando não em ripas de madeiras com livros ou vasos redondos de louça como travesseiros. Depois de algum tempo deram-lhe uma cama de hospital com colchão de palha. Sua batina era doada e já usada.[7]

Logo após a ordenação, realizou seu trabalho pastoral na Paróquia São Caetano, ainda em Pouso Alegre. Mais tarde foi para a Diocese de Campinas, sendo vigário da Paróquia Santa Mãe de Deus, em Jaguariúna. Em 1909, foi nomeado pároco de Sant'Ana, em Vargem Grande do Sul, pertencente à então Diocese de Ribeirão Preto. Acabou destacando-se pelo trabalho pastoral intenso, trabalhando o evangelho com ênfase na questão social, como na defesa dos pobres e dos trabalhadores vítimas da exploração. Por essa razão, recebeu uma injusta e falsa acusação de ser simpatizante do comunismo. Outra característica de seu trabalho foi o de ensinar a doutrina católica fora do sincretismo religioso, que era comum em sua comunidade.[4][6][8] Donizetti, que também era advogado, ajudava os trabalhadores que precisavam de auxilio, pois naquela época os ricos empresários e políticos abusavam de seus funcionários, não pagando o que era de direito. Então Padre Donizetti, dizia-lhes o que deviam fazer, provocando uma revolta de ricos e políticos, que tentaram matá-lo por 2 vezes.

Chegada a TambaúEditar

Por questões de segurança, ele foi transferido pelo bispo, sendo que no dia 24 de maio de 1926 foi nomeado pároco na Paróquia de Santo Antônio da cidade de Tambaú, no Estado de São Paulo.[9] Chegou à cidade no dia 12 de junho, e sua posse ocorreu no dia seguinte, na missa das 11 horas de um domingo, no dia do padroeiro da cidade. Seu primeiro ato na cidade foi o de ir à igreja São José, onde se ajoelhou e rezou diante do altar. Ao perceber que os primeiros bancos da Igreja eram reservados aos políticos e ricos, retirou todas as demarcações, e disse:[10]

Aqui dentro da Igreja, somos todos iguais. Não existe rico ou pobre, poderoso ou humilde.
 
Padre Donizetti[10].

Fundou em Tambaú diversas entidades, como o asilo São Vicente de Paulo, a Associação de Proteção à Maternidade e Infância de Tambaú, além da Congregação Mariana, a Irmandade das Filhas de Maria e o Círculo Operário Tambauense.[9][11] Conta-se que no bolso de sua batina sempre havia balas e santinhos que distribuía às crianças que encontrava na rua. As crianças também passavam em sua casa antes de ir à escola para pedir a bênção. Toda semana, Padre Donizetti, fazia um pequena procissão com as crianças e seus coroinhas até o asilo, sempre fazendo a oração do terço. À época da administração do prefeito José Gatto em Tambaú, conversou com o governador, a pedido do padre, para a construção de uma escola que hoje leva o seu nome. Também lutou para fundar o asilo da cidade.

Os políticos que antes da chegada de Donizetti, se sentavam nos primeiros bancos da igreja, passaram a sentar-se nos últimos, pois na hora da homilia eles saíam da igreja porque o padre falava de problemas da cidade, e pedia aos vereadores e prefeitos para resolvê-los. Os vereadores e prefeito, por sua vez, pediam auxílio e sugestões ao padre, principalmente em questões trabalhistas. O povo pedia para o padre tornar-se o prefeito de Tambaú, porém ele sempre dizia: "Meu compromisso é com os pobres e com a Igreja, hoje e sempre"

Também diz-se que certa vez, no dia de Santo Antônio, padroeiro da cidade, em meio a procissão, Padre Donizetti percebe que o delegado da cidade estava fumando, foi quando ele saiu da procissão para chamar a atenção do delegado, o qual no outro dia foi reclamar com o bispo a respeito dessa atitude do padre, dizendo que o padre não mandava em nada e não tinha autoridade sobre ele, o bispo porém disse que o superior do delegado já estava sabendo e quem iria embora da cidade era ele.

Com o tempo, a fama do Padre Donizetti começou a se espalhar até mesmo no exterior, e era grande o número de pessoas em busca das curas, através de sua intercessão, que enviavam cartas da Espanha, Portugal, Uruguai, Estados Unidos, Itália, Iugoslávia, dentre outros.[12] Sua bênção tornou-se muito procurada e era tradicionalmente dada da janela de sua casa, vista a quantidade imensa de pessoas que ficavam lá em frente, aguardando-a.[13][14]

Procissão a Nossa Senhora AparecidaEditar

Ao chegar em Tambaú, solicitou uma réplica da imagem de Aparecida retirada do Rio Paraíba pelos pescadores. Ao chegar a imagem pela linha férrea, chovia muito na cidade, mesmo assim o padre autorizou a saída de uma procissão. Os relatos é que durante o trajeto da estação ferroviária até a igreja Matriz Santo Antônio, a chuva ia abrindo "alas" para a passagem da procissão, sendo que nem a imagem, nem as pessoas se molharam.[15]

Incêndio na Igreja MatrizEditar

No dia 11 de outubro de 1929, Padre Donizetti acabava de celebrar a Santa Missa na Igreja de São José, quando o avisaram que a Igreja Matriz de Santo Antônio estava pegando fogo por causa de um curto circuito. Padre Donizetti foi imediatamente para lá acompanhado de seu coroinha. Estava de batina, pois na época era obrigado a usá-la por todo o tempo.[14][15]

Chegando lá, o padre entrou na Igreja, e foi ao lado do altar para resgatar a imagem com manto de seda que estava caída no chão. A imagem estava intacta, somente com um pequeno chamuscado de fogo no canto de seu manto; a queda que sofreu não a quebrou. As outras 22 imagens usadas na igreja foram reduzidas a cinzas. A população encarou o fato como um milagre de Nossa Senhora. Com esse acontecimento, ele decidiu construir uma igreja para guardar a milagrosa imagem. Foi ao bispo pedir permissão, diversas vezes, após conseguir o terreno, o material, e pessoal para a construção, que foi negada pelo bispo. Em obediência o padre não iniciou a obra.[14][15]

A última bênçãoEditar

A última bênção do Padre Donizetti foi dada no dia 30 de maio de 1955, e é um dos ocorridos mais conhecidos de sua vida, e ainda hoje a data é celebrada na cidade onde residia, Tambaú. Na década de 50, mais de 20 mil pessoas chegavam ao município todos os dias em busca de bênçãos. Na época, a cidade tinha cerca de 7 mil habitantes e não comportava receber tantos peregrinos. Havia o risco de propagação de epidemias, e a cidade tinha infraestrutura insuficiente em questões de água, alimento e pouso.[16] Há relatos em que chegaram a juntar-se em Tambaú 200 mil pessoas esperando a famosa bênção, constituindo uma verdadeira calamidade pública.[17] Os peregrinos subiam em árvores e nos telhados das casas que circundam a praça da igreja, e choravam emocionados. Milhares de velas foram acesas, segundo o arquivo da Folha de S.Paulo dessa data. À época, afirmou que a decisão de findar as bênçãos era por "motivos elevados", o que levou a especulações sobre ser ordem do bispo da época. Ele afirmou:[18]

Hoje é o ultimo dia. O ultimo dia para todos, indistintamente, desde o rico ao pobre; o ultimo dia para os humildes e para os poderosos. Nem o homem mais poderoso do mundo quebrará esta minha decisão. Entretanto, recolhendo-me à solidão da cela, não deixarei de dar a benção todos os dias, às 9 e às 20 horas a quem quer que dela necessite, em qualquer parte do mundo. Bastará que nessas horas, a pessoa que deseje a bênção pense em mim. Será esta a continuação - embora sem testemunhas - da obra que venho realizando. De amanhã em diante não receberei mais ninguém, quer seja para bênçãos especiais, quer para bençãos coletivas.
 
Padre Donizetti[18].

No dia, esquadrilhas de aviões da base aérea de Cumbica e de Santos sobrevoaram a cidade, realizando acrobacias em homenagem ao Padre Donizetti. A bênção das 12 horas sofreu um atraso de quase duas horas, após circular na cidade de que o governador Jânio Quadros estaria a caminho de Tambaú, a fim de receber, ele também, a milagrosa bênção. Por fim, desmentido o boato, o padre se dirigiu à multidão que se comprimia na praça, em frente à casa paroquial.[18] O radialista Pedro Geraldo Costa, da Rádio Nacional, anunciou que havia organizado uma "chuva de rosas" em homenagem ao Padre, feita por aviões. Após a bênção, um avião da linha de transportes aéreos cruzou sobre a praça, deixando na sua trajetória um rastro de pétalas de rosas.[17]

Durante todo o dia os peregrinos comentavam casos de curas miraculosas e atribuíam ao padre Donizetti feitos verdadeiramente excepcionais. Um desses casos, foi confirmado pelo próprio padre, que foi o de uma criança que havia falecido em Ribeirão Preto e que já se encontrava no caixão, quando ressuscitou, na mesma ocasião em que o padre dava a bênção das 14 horas. O repórter da Folha na época fotografou a mortalha que teria envolvido o corpo da menina, porém não foram colhidos maiores detalhes, nem mesmo os nomes dos pais da criança. Falando sobre o caso à multidão, afirmou o sacerdote: "Isso não me surpreende, pois há algum tempo ressuscitei um morto, mas tive o cuidado de pedir aos parentes que o conservassem em casa durante três dias como se estivesse doente, para não assustar a população." Um dos fâmulos do cardeal Mota afirmou que vira uma criança de seis meses falar desembaraçadamente depois de ter sido tocada pelo padre Donizetti.[18]

MilagresEditar

BilocaçãoEditar

Houve um fato que impressionou muito o povo tambauense: a bilocação, que é estar em dois lugares ao mesmo tempo. Enquanto celebrava a missa, padre Donizetti marcava presença em um leilão do outro lado da cidade.

O vendedor de vinhoEditar

Em 1954, o vendedor ambulante de vinho, Gervásio Rota, que sofria de um grave problema nos joelhos que quase o impossibilitava de andar, foi pedir a bênção ao padre, que ao fazer o sinal da cruz, sentiu a dor parar imediatamente. Esse foi o primeiro milagre do Padre Donizetti a se tornar amplamente conhecido, e foi o pontapé inicial de sua fama de milagreiro.[19][20]

O milagre da correnteEditar

Uma mulher louca, que os pais tinham acorrentada, chega à cidade gritando de dor e fúria mas ao chegar perto do Padre Donizetti, ele lhe dá a benção e pede aos pais para que tirem a corrente. Receosos eles a tiram e ao fazê-lo, sua filha se acalma e para de gritar. Esse ficou conhecido como o milagre da corrente.

Milagre do BraguinhaEditar

Um garoto de oito anos de apelido Braguinha, morador de uma cidade distante de Tambaú, usava uma bota ortopédica, pois tinha problema em andar. Os melhores -médicos que eles consultaram disseram que não tinha cura. Porém um dia Braguinha acorda e diz à mãe que em Tambaú tinha um padre que ia fazê-lo andar. Sua mãe nunca ouvira falar dessa cidade, nem se quer de um padre milagreiro.

Mas na manhã seguinte, em frente a sua casa, avariou-se um caminhão pau-de-arara de romeiros que iam para Tambaú que parou para pedir ajuda. Ao ver o menino daquele jeito, conversaram com os pais e todos foram para Tambaú. Chegando lá, o padre simplesmente deu a bênção pública para todos e o menino pediu a sua mãe que tirasse as botas. Ao tirar, Braguinha começou a andar. Fizeram um gol improvisado com as muletas e deram-lhe uma bola para ele e os outros meninos brincarem. E no futuro, o garoto Braguinha passou a ser jogador de futebol profissional.

O milagre da velha milionáriaEditar

Mas o mais famoso milagre, milagre este que virou música, foi o milagre da velha milionária, o milagre de Tambaú, como ficou conhecido. Uma velha milionária que tinha que usar muleta foi até ao padre e após receber a bênção ficou curada. Como gratidão, quis entregar ao padre um bracelete de ouro e diamantes. O padre não aceitou, e disse-lhe que ela o oferecesse à primeira pessoa que encontrasse no caminho.

A primeira pessoa que encontrou foi uma mendiga negra e muito pobre e, por isso, em vez de dar o bracelete deu 5 réis. Porém, mais à frente voltou a ficar paralítica. Dizem que essa negra era Nossa Senhora Aparecida.

A levitaçãoEditar

No ano de 1958, na semana Santa, padre Donizetti celebrava a missa na praça da Igreja Santo Antônio, e em sua homilia, dizendo que Cristo iria ressuscitar e depois de dias subir aos céus, sem perceber, estava ele levitando, ficando a meio metro do chão.<ref>Rafael Porcari (16 de maio de 2009). «Padre Donizetti e a sua Canonização». Rafael Porcari. Consultado em 17 de abril de 2019 

MorteEditar

Padre Donizetti, morreu no dia 16 de junho de 1961, às 11:15 com 79 anos, sentado na sua cadeira. Milhares de romeiros, peregrinos, paroquianos, foram ao seu enterro. Desde o ano de 1976, a cidade de Tambaú, faz uma marcha saindo do Santuário (sonho do Pe. Donizetti) e indo até o cemitério, essa é a chamada Marcha da Fé.

Processo de beatificaçãoEditar

AberturaEditar

Seu processo de Beatificação foi aberto no dia 21 de fevereiro de 1992, após 17 anos de muitos estudos encerrou a fase diocesana do processo com a missa de encerramento do processo no dia 16 de maio de 2009 onde o corpo do Servo de Deus foi exumado e levado para o Santuário Nossa Senhora Aparecida de Tambaú.

VenerabilidadeEditar

No dia 10 de outubro de 2017 a Congregação para as Causas dos Santos, em Roma, na Itália, através dos cardeais, bispos e teólogos do Vaticano, declarou Padre Donizetti como “Venerável”, sendo assim, reconheceu que o Servo de Deus Padre Donizetti viveu em grau heroico as virtudes da fé cristã, uma etapa de fundamental importância no processo de beatificação, iniciado no ano de 1992.

O título foi concedido após cautelosa análise da Igreja que uma vez convencida de que o Servo de Deus Padre Donizetti tenha vivido de forma heroica as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, fortaleza, temperança e justiça, vividas de forma extraordinária, perante Deus e o próximo, conferiu-lhe o título de Venerável, também ficou comprovado que Padre Donizetti viveu virtuosamente os votos evangélicos da pobreza, obediência, castidade e humildade.

Beato Padre DonizettiEditar

No dia 6 de abril de 2019, em audiência com o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal Giovanni Angelo Becciu, o Papa Francisco reconheceu o milagre por intercessão do Venerável Servo de Deus Padre Donizetti.

Rápido processoEditar

Padre Donizetti poderá ter um dos processos mais rápidos, levando-se em conta que Papa Pio XII (1876-1958) ainda é considerado Venerável pela Igreja Católica. Atualmente o título de processo de beatificação mais rápido da historia é o de Santo António de Lisboa, tendo demorado um ano desde de sua morte até a sua canonização no dia 30 de maio de 1232.

Referências

  1. Brenda Bento (8 de abril de 2019). «Fiéis de Tambaú comemoram reconhecimento de milagre de Padre Donizetti pelo Vaticano». G1. Consultado em 8 de abril de 2019 
  2. «Papa reconhece milagres e padre Donizetti será beatificado». Agência Brasil. 8 de abril de 2019. Consultado em 8 de abril de 2019 
  3. Andrew Medichini (8 de abril de 2019). «Papa vai beatificar padre brasileiro Donizetti Tavares de Lima». Metrópoles. Consultado em 8 de abril de 2019 
  4. a b c d «Sacerdote brasileiro será proclamado beato». ACI Digital. 8 de abril de 2019. Consultado em 8 de abril de 2019 
  5. «Padre Donizetti». PadreDonizetti.com. 17 de janeiro de 2019. Consultado em 8 de abril de 2019 
  6. a b «BIOGRAFIA». PadreDonizetti.com. Consultado em 8 de abril de 2019 
  7. Ingrid Pap (8 de abril de 2019). «Papa Francisco reconhece milagre de Padre mineiro, conhecido pelo 'Milagre de Tambaú'». TV Onda Sul. Consultado em 8 de abril de 2019 
  8. «Papa Francisco abre caminho para padre brasileiro acusado de ser comunista se tornar santo». Sputnik. 9 de abril de 2019. Consultado em 9 de abril de 2019 
  9. a b Leonardo Santos (8 de abril de 2019). «Papa reconhece milagre do padre Donizetti Tavares de Lima, de Tambaú». A Cidade On. Consultado em 8 de abril de 2019 
  10. a b «Há 91 anos, Padre Donizetti chegava a Tambaú». Santuário Nossa Senhora Aparecida - Tambaú. 12 de junho de 2017. Consultado em 8 de abril de 2019 
  11. «Padre Donizetti Tavares de Lima é beatificado». Portal A12. 8 de abril de 2019. Consultado em 9 de abril de 2019 
  12. «Venerável Servo de Deus Donizetti Tavares Lima, presbítero brasileiro». Santos e Beatos Católicos. Consultado em 16 de abril de 2019 
  13. «O milagre de Padre Donizetti reconhecido pela Igreja». São Carlos em Rede. 19 de abril de 2019. Consultado em 16 de abril de 2019 
  14. a b c «Cidade em SP 'respira' padre Donizetti após beatificação». Bem Paraná. 13 de abril de 2019. Consultado em 16 de abril de 2019 
  15. a b c «Padre Donizetti: devoção a Nossa Senhora Aparecida». Santuário Nossa Senhora Aparecida. 7 de outubro de 2014. Consultado em 9 de abril de 2019 
  16. «Fiéis de Tambaú celebram os 60 anos da última bênção do padre Donizetti». G1. 1 de junho de 2015. Consultado em 16 de abril de 2019 
  17. a b «A última benção de Padre Donizetti». Santuário Nossa Senhora Aparecida. Consultado em 16 de abril de 2019 
  18. a b c d «PADRE DONIZETTI: ENCERRADAS ONTEM AS BENÇÃOS EM TAMBAÚ». Folha da Noite. 31 de maio de 1955. Consultado em 16 de abril de 2019 
  19. Fernandes, Márcio Luís (2001). «As bênçãos e a prática de exorcismos na primeira metade do século XX, na paróquia de Cascalho» (PDF). USP. 210 páginas. Consultado em 17 de abril de 2019 
  20. Victor Kraide Corte Real, Olívia Bezerra Pereira, Rosane Providelo, Thaís Ferreira Guimarães (2 de setembro de 2007). «A influência folkcomunicacional de Padre Donizetti no desenvolvimento sócio-econômico da cidade de Tambaú» (PDF). Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Consultado em 17 de abril de 2019