Abrir menu principal

FamíliaEditar

Edviges era a terceira filha do príncipe-eleitor Jorge Guilherme de Brandemburgo e da condessa Isabel Carlota do Palatinado. Os seus avós paternos eram o príncipe-eleitor João Segismundo de Brandemburgo e a duquesa Ana da Prússia. Os seus avós maternos eram o príncipe-eleitor Frederico IV do Palatinado e a condessa Luísa Juliana de Nassau.[1]

Casamento e descendênciaEditar

Edviges casou-se em 1649 com o conde Guilherme VI de Hesse-Cassel. Juntos tiveram sete filhos:

  1. Carlota Amália de Hesse-Cassel (27 de Abril de 1650 - 27 de Março de 1714), casada com o rei Cristiano V da Dinamarca; com descendência.
  2. Guilherme VII, Conde de Hesse-Cassel (21 de Junho de 1651 - 21 de Novembro de 1670), morreu aos dezanove anos; sem descendência.
  3. Luísa de Hesse-Cassel (11 de Setembro de 1652 - 23 de Outubro de 1652), morreu com um mês de idade.
  4. Carlos I, Conde de Hesse-Cassel (3 de Agosto de 1654 - 23 de Maio de 1730), casado com Maria Amália da Curlândia; com descendência.
  5. Filipe, Conde de Hesse-Philippsthal (14 de Dezembro de 1655 - 18 de Junho de 1721), casado com Catarina de Solms-Laubach; com descendência.
  6. Jorge de Hesse-Cassel (20 de Março de 1658 - 4 de Julho de 1675), morreu aos dezassete anos de idade; sem descendência.
  7. Isabel Henriqueta de Hesse-Cassel (8 de Novembro de 1661 - 7 de Julho de 1683), casada com o rei Frederico I da Prússia; com descendência.

RegênciaEditar

Após a morte do seu marido em 1663, Edviges tornou-se regente do seu filho mais velho, Guilherme VII e, após a sua morte prematura, do seu segundo filho, Carlos I. Era a única chefe dos assuntos de governo, apesar de governar com a ajuda de um conselho de regência, presidindo às suas reuniões quase todos os dias. Durante o tempo em que governou também chefiou seis reuniões dos estados do Sacro Império Romano-Germânico e conseguiu manter-se quase totalmente neutra durante as disputas entre católicos e protestantes após a Guerra dos Trinta Anos. Não prescindiu da Regência até o seu filho completar vinte e três anos de idade, mesmo apesar dos decretos, leis e moedas serem divulgados com o seu nome desde que ele chegou aos dezoito anos, mas o conde parecia não se importar com o poder que a mãe tinha e, mesmo depois de abdicar da sua posição, continuou a ser a figura mais influente do estado. O seu terceiro filho, Filipe, tornou-se o primeiro conde de Hesse-Philippsthal.[2]

GenealogiaEditar

Os antepassados de Edviges Sofia de Brandemburgo em três gerações
Edviges Sofia de Brandemburgo Pai:
Jorge Guilherme de Brandemburgo
Avô paterno:
João Segismundo de Brandemburgo
Bisavô paterno:
Joaquim Frederico de Brandemburgo
Bisavó paterna:
Catarina de Brandemburgo-Küstrin
Avó paterna:
Ana da Prússia
Bisavô paterno:
Alberto Frederico da Prússia
Bisavó paterna:
Maria Leonor de Cleves
Mãe:
Isabel Carlota do Palatinado
Avô materno:
Frederico IV, Eleitor Palatino
Bisavô materno:
Luís VI do Palatinado
Bisavó materna:
Isabel de Hesse
Avó materna:
Luísa Juliana de Orange-Nassau
Bisavô materno:
Guilherme I dos Países Baixos
Bisavó materna:
Carlota de Bourbon

Referências

  1. «Person Page - 10864». The Peerage. Consultado em 19 de agosto de 2011  (em inglês)
  2. «Women in power 1640-1670». Guide to Women Leaders. Consultado em 19 de agosto de 2011  (em inglês)