Eletroconvulsoterapia

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A eletroconvulsoterapia (ECT), terapia eletroconvulsiva, electroconvulsivoterapia, eletroconvulsivoterapia, também conhecida por eletrochoques, é um tratamento psiquiátrico no qual são provocadas alterações na atividade elétrica do cérebro induzidas por meio de passagem de corrente elétrica, sob condição de anestesia geral. Desenvolvida por volta de 1930, hoje em dia é um método utilizado mais frequentemente no tratamento de grande escala da depressão, sendo também usada para tratar a esquizofrenia, a mania, a catatonia, a epilepsia e a doença bipolar. A literatura médica atual confirma que a ECT é um procedimento seguro, eficaz e indolor, para o qual continuam a existir indicações precisas.[1]

Contra-IndicaçõesEdit

Apesar dos poucos estudos não se recomenda ser usado em pacientes grávidas, com algum tumor, histórico de infarte ou arritmia cardíaca, marca-passo cardíaco, aneurisma, deslocamento de retina, feocromocitoma e doenças pulmonares pelos prováveis riscos dessa combinação[2]

Ver tambémEdit

Referências

  1. ABOU SALLEH Mohamed, PAPAKOSTAS Ionannis, ZERVA Ioannis, CHRISTODOULOU George. Eletroconvulsoterapia: critérios e recomendações da Associação Mundial de Psiquiatria. Revista de Psiquiatria Clínica. Órgão Oficial do Departamento e Instituto de Psiquiatria. Faculdade de Medicina - Universidade de São Paulo
  2. STEVENS, A.; FISHER, A.; BARTELS, M. et al. - Electroconvulsive therapy: a review on indications, methods, risks, and medication. Eur Psychiatry 11: 165-174, 1996.