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Nota: Este artigo é sobre o navio tipo encouraçado Barroso de 1865; para outros navios, veja Barroso (desambiguação).
Barroso
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Fabricante Arsenal de Marinha da Corte [1]
Custo £55,046
Homônimo Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva
Batimento de quilha fevereiro de 1865
Lançamento 4 de novembro de 1865
Estado Retirado em 1881
Fatalidade Desmanchado em 1937
Características gerais
Tipo de navio Canhoneira blindada
Classe Classe Barroso
Deslocamento 1 354 t (2 990 000 lb)
Comprimento 56,69 m (186 ft)
Boca 10,97 m (36,0 ft)
Calado 2,74 m (8,99 ft)
Propulsão Motor a vapor, 2 caldeiras, 1 hélice
420 hp (313 kW)
Velocidade 9 nós (17 km/h)
Armamento Um canhão de 178 mm (7,0 in)
Dois canhões de 140 mm (5,5 in)
Dois canhões de 206,2 mm (8,1 in)
Blindagem Cinta de 51 mm (2,0 in)-102 mm (4,0 in)
Casamata 102 mm (4,0 in)
Deques 12,7 mm (0,50 in)
Tripulação 149 homens e oficiais

O Barroso foi um encouraçado da Armada Imperial Brasileira da época da Guerra do Paraguai, construído no Arsenal de Marinha da Corte em 1865. Construído com chapas de ferro e madeira em 1865 esteve em serviço ativo até 4 de outubro de 1881.[2]

Guerra do ParaguaiEditar

 
Passagem de Humaitá efectuada, na noite de 19 de Fevereiro de 1868.

Esteve presente ativamente na Guerra do Paraguai. Em 26 e 28 de março de 1866, tomou parte no bombardeio da passagem de Itapiru. Entre 4 e 22 de setembro do mesmo ano, participou no bombardeio ao Forte de Curupaiti e em 2 de fevereiro do ano seguinte bombardeou novamente Curupaiti.[1]

Em fevereiro de 1868 juntamente com o Encouraçado Tamandaré e os Monitores Alagoas, Pará, Rio Grande e Bahia esteve em combate nas operações navais que ficaram conhecidas como Passagem de Humaitá. No mesmo dia bombardeou a bateria de Timbó. Esteve ainda nos combates do Palácio e do Arsenal de Marinha em Assunção.[1]

Em 10 de junho de 1968 junto com o Monitor Encouraçado Rio Grande, foi alvo de uma tentativa de abordagem por forças paraguaias.[3]

Nas batalhas de Curupaiti e Humaitá o navio foi comandado por Artur Jaceguai futuro Barão de Jaceguai.[4]

Referências

  1. a b c «Encouraçado Barroso». Navios de Guerra Brasileiros. Consultado em 3 de novembro de 2018 
  2. «Navios com o nome Barroso». DPHDM Marinha do Brasil. Consultado em 3 de novembro de 2018 
  3. Luís Edmundo Brígido Bittencourt. «Os ataques das canoas paraguaias aos encouraçados fluviais brasileiros» (PDF). Consultado em 3 de novembro de 2018 
  4. «DECRETO Nº 1.615, DE 10 DE JULHO DE 1869». Leis do Império do Brasil. Consultado em 3 de novembro de 2018 

Ligações externasEditar