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Rio de Janeiro
Couraçado Rio de Janeiro posto a pique por um torpedo paraguaio
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Fabricante Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
Homônimo Província do Rio de Janeiro
Batimento de quilha 26 de junho de 1865
Lançamento 17 de fevereiro de 1866
Fatalidade 2 de setembro de 1866, Batalha de Curuzu
Estado Afundado por um torpedo paraguaio
Características gerais
Tipo de navio Encouraçado
Deslocamento 874 t (1 930 000 lb)
Comprimento 56,69 m (186 ft)
Boca 9,19 m (30,2 ft)
Calado 2,62 m (8,60 ft)
Propulsão 1 eixo, 1 motor a vapor, 2 caldeiras
Velocidade 9 nós (16.66 km/h)
Armamento 2 peças de calibre 68
2 peças de calibre 70

O Encouraçado Rio de Janeiro foi um navio de guerra que serviu a Armada Imperial Brasileira, sendo construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. Participou da Guerra do Paraguai.

Índice

HistóricoEditar

ConstruçãoEditar

O navio foi construído segundo os planos do Engenheiro Naval Napoleão Level no estaleiro do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, durante a Guerra do Paraguai, sendo lançado no dia 17 de fevereiro de 1866. Foi o primeiro navio a receber o nome Rio de Janeiro, uma homenagem a província de mesmo nome.[1]

ServiçoEditar

 
Esquema de um torpedo paraguaio responsável pelo afundamento do encouraçado Rio de Janeiro.

Em maio de 1866 o Rio de Janeiro foi enviado a zona de combate. Em setembro bombardeou as fortificações paraguaias em Curuzu, em companhia de outros couraçados brasileiros. Durante a batalha um projétil de 34 kg atingiu o navio por uma de suas portas de arma matando 4 marinheiros e ferindo outros 5. No dia seguinte, depois que seu dano foi reparado, o navio atingiu duas minas flutuantes (torpedos) no rio Paraguai enquanto tentava se encontrar com outros navios que bombardeavam Curupaiti. A embarcação afundou rapidamente e levou 53 marinheiros a morte. Está sepultado sob uns 15 metros de areia.[2]

Referências

  1. «NGB - Encouraçado Rio de Janeiro». www.naval.com.br. Consultado em 28 de outubro de 2018 
  2. Preston 1999, p. 150.

BibliografiaEditar

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