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Escola de Sargentos das Armas

Escola de formação de sargentos do Exército Brasileiro
Question book-4.svg
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Escola de Sargentos das Armas - ESA
01 - Portão das Armas (foto).jpg
Portão das Armas da ESA
País  Brasil
Estado  Minas Gerais
Corporação Coat of arms of the Brazilian Army Exército Brasileiro
Subordinação Diretoria de Educação Técnica Militar - DETMil
Missão Formar o sargento combatente de carreira do Exército Brasileiro
Unidade Estabelecimento de Ensino Superior
Tipo de unidade Escola de Formação
Ramo Formação de Sargentos
Denominação Escola Sargento Max Wolf Filho
Sigla ESA
Aniversários Data Oficial-Sistematização do Curso de Sargentos 28 de maio de 1894 (125 anos)
Criação da Escola de Sargentos das Armas 21 de agosto de 1945 (73 anos)
Chegada do Exército em Três Corações 19 de junho de 1918 (101 anos)
Instalação da ESA em Três Corações 03 de maio de 1950 (69 anos)
Patrono Sargento Max Wolf Filho
Lema Sargento: Elo Fundamental entre o Comando e a Tropa
História
Condecorações Comenda da Ordem do Mérito Militar - em 1971

Comenda da Ordem do Mérito Aeronáutico

Medalha da Vitória (Brasil)

Medalha Osório - O Legendário

Medalha Ex-Combatentes - Medalha Heróis Expedicionários do Ceará

Comenda da Ordem do Mérito Naval - em 11 de junho de 2018

Insígnias
Brasão da ESA Distintivo da Escola de Sargentos das Armas - ESA.svg
Estandarte Histórico da ESA Estandarte Histórico da ESA.png
Bandeira-Insígnia do Comandante da ESA Distintivo-Insignia da ESA.svg
Comando
Comandante General de Brigada Adilson Giovani QUINT
Subcomandante Coronel Luis Henrique Gonçalves VALÉRIO
Sede
Guarnição Três Corações/MG
Bairro Centro
Endereço Avenida Sete de Setembro, 628 - CEP 37410-155
Internet Site Oficial http://www.esa.eb.mil.br

A Escola de Sargentos das Armas (ESA), Escola Sargento Max Wolf Filho, é estabelecimento de ensino superior (Nível Tecnólogo) do Exército Brasileiro, situada na cidade mineira de Três Corações-MG, responsável pela formação de sargentos combatentes de carreira das Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Comunicações do Exército[1].

Para esse fim seleciona, anualmente, jovens de todas as partes do Brasil, mediante concurso público, oferecendo-lhes ensino militar destinado a aprimorar-lhes o caráter e desenvolver-lhes a capacidade física, também proporcionar, aos futuros sargentos - elos entre o Comando das Organizações Militares e a tropa - sólido embasamento militar.

O seu aquartelamento está sediado em Três Corações-MG, às margens do Rio Verde. A estrutura é composta por alojamentos, refeitórios, salas de aula, laboratório, espaço cultural, biblioteca, auditório, posto médico, capelania militar, parque de pontes e uma extensa área desportiva constituída por ginásios, campo de futebol, pista de atletismo, piscina, campo de polo, pista hípica e pista de corda. Possui dois campos de instrução: o do Atalaia, com área de 4,6 km² e o General Moacyr Araújo Lopes, CIGMAL, este com área de 20 km², distante cerca de 40 km de Três Corações.[2]

Índice

HistóriaEditar

 
Fortaleza de São João: primeiro aquartelamento no qual o Curso de Formação de Sargento se instalou.
 
O quartel onde funcionou a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro-RJ, foi o primeiro aquartelamento da recém criada Escola de Sargentos da Armas (ESA), em 21 de agosto de 1945

A Criação da Escola de Sargentos das ArmasEditar

O a formação sargento combatente do Exército Brasileiro teve sua origem, como curso sistematizado, teve sua origem na Ordem do Dia Nº 552, de 28 de maio de 1894, por meio do Decreto Nº 1.199 de 31 de dezembro de 1892, do Vice-Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil[3] que aprovou o Regulamento para a Escola de Sargentos. Este documento fez referência às Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia e Engenharia.

Segundo consta no seu regulamento, o Curso funcionou na Fortaleza de São João, no bairro da Urca, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

 
Escola de Sargentos de Infantaria, em intervalo de instrução, no Campo de Gericinó (1921)
 
Pelotões do Curso de Sargentos de Infantaria - Campo de Gericinó - 1921

A ESA foi criada no dia 21 de agosto de 1945, ao término da Segunda Guerra Mundial, por meio do Decreto Nº 7.888[4], originária da Escola de Sargentos de Infantaria, ofereceu os cursos de formação de sargentos nas Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia e de Engenharia. Ocupou, inicialmente, parte das instalações da extinta Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro-RJ . A primeira turma graduou-se em 1946. Quatro anos mais tarde, foi transferida para Três Corações-MG. Comandava a Escola o Tenente Coronel de Infantaria Miguel Lage Sayão, seu segundo comandante.

No ano de 2017, por meio da Portaria nº 194, de 9 de maio de 2017, o General de Divisão Sérgio da Costa Negraes - Secretário-Geral do Exército, alterou a data de aniversário da ESA de 21 de agosto de 1945 para 28 de maio de 1894, data de criação de seu elemento formador, a "Escola de Sargentos".[5]

AntecedentesEditar

O 14º Regimento de Cavalaria (14º RC) iniciou sua organização no dia 2 de janeiro de 1918, na cidade de Campanha-MG, conforme consta no Boletim Interno nº 1, deste Regimento:

"...

INSTALLAÇÃO

Tendo sido por Decreto de 14 de Novembro do anno findo, transferido do quadro supplementar para este Regimento que, em virtude do Aviso nº 852, de 9 de Novembro ainda no anno findo, passou a ter effectivo e havendo sido designado o Estado de MInas e esta cidade para o seu aquartellamento; nesta data assumo o seu commando iniciando a sua organização."

..."[6]

 
Pavilhão de Comando do Antigo 4º Regimento de Cavalaria Divisionário - 4º RCD

À época da Primeira Guerra Mundial, na então Chácara do Coronel Valério Ludgero de Rezende em Três Corações-MG, às 19:00 horas de 19 de Junho de 1918, instalou-se o 14º Regimento de Cavalaria (14° RC), oriundo de Campanha-MG, sob o comando do Coronel Álvaro de Souza Portugal. Era composto por dois Esquadrões de Cavalaria, um de Metralhadoras e um Extranumerário, em coluna por quatro, tendo à frente os Oficiais do Regimento.

"...

MARCHA

De accordo com a determinação do Sr. General Commandante da Região, o regimento levantou acantonamento hoje as 11,15 da Cidade de Campanha, acampando as 19 horas na margem direita do Rio Verde, na cidade de Trez Corações.

..."[7]

Consta que a transferência foi motivada por insatisfações causadas pela recente instalação do Regimento naquela cidade, então fortemente influenciada pela Igreja Católica, e sede do tradicional Colégio SION, frequentado por moças provenientes das mais seletas camadas da sociedade sul mineira. Outra versão, contudo, sugere que a saída do 14º RC de Campanha-MG teria fundamento na firme e persistente negativa dos mandatários campanhenses em ceder ou doar o terreno destinado à construção do aquartelamento da Unidade (talvez em razão da primeira versão).

O 4°RCD teve uma épica e brava história de envolvimento em combates contra os Movimentos Tenentistas dos anos 20 e as Revoluções de 1930 e 1932, nos quais muitos militares, que serviram nesse aquartelamento, sacrificaram suas vidas, a exemplo do Capitão Djalma Dutra, cujo local onde foi morto, até hoje, é sinalizado por um marco de pedra, na rodovia percorrida pelos integrantes da ESA com destino ao Campo de Instrução General Moacir Araújo Lopez (CIGMAL), onde está o “Pico do Gavião”.

Das heroicas gestas do 4° RCD durante a Revolução Constitucionalista de 1932, emergiu a figura de seu comandante, o General Eurico Gaspar Dutra, que viria a ser o Presidente do Brasil, no período de 1946 a 1950.

O “Regimento”, porém, estenderia seus feitos para além-mar, permitindo que cidadãos mineiros e tricordianos, defendessem os ideais de liberdade e democracia junto aos aliados nos campos da Itália. Nessas transcendentes jornadas da FEB na Itália, surgiram figuras nascidas em Três Corações, as quais se tornaram verdadeiros paladinos dos ideais defendidos por nosso Exército, a exemplo de Cabo Benedito Alves[8] e da Tenente Enfermeira Lygia Fonseca.

Em 1º de agosto de 1919, o 14º Regimento de Cavalaria é transformado em 4º Regimento de Cavalaria Divisionária (4º RCD). Por sua vez, extinto ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1946, deu lugar ao recém-criado 19º Regimento de Cavalaria (19° RC), pouco tempo depois transferido para o estado do Mato Grosso do Sul, para compor, junto a frações de outras organizações militares, o 17° Regimento de Cavalaria, atual 17° Regimento de Cavalaria Mecanizado (17°RC Mec), na cidade de Amambai. Permaneceram em Minas Gerais 2 esquadrões: um em Três Corações-MG, o 1° Esquadrão (1/19º RC), o qual, em 1949, com a transferência da Escola de Sargentos das Armas (ESA) do Rio de Janeiro-RJ para Três Corações-MG, teve o seu efetivo incorporado ao da Escola recém-chegada.[9], e o segundo esquadrão, o 4°/19° RC, em Juiz de Fora, distrito de Santos Dumont, embrião do atual 4° Esquadrão de Cavalaria Mecanizado.[10]

A Transferência para o Sul de Minas GeraisEditar

No dia 18 de setembro de 1949, a população tricordiana, os integrantes do 1º/19ºRC e estudantes de todas as escolas assistem nan Avenida Getúlio Vargas o desfile, em carro aberto, do Ministro da Guerra, General Canrobert Pereira da Costa, tendo ao seu lado o prefeito tricordiano, Sr. Odilon Rezende Andrade.

A visita representava o resultado dos entendimentos que vinham se processando, no Rio de Janeiro-RJ, entre esses dois homens públicos.

O Ministro anuncia ao público que já havia assinado o documento que transferia a escola do Realengo, bairro da cidade do Rio de Janeiro-RJ, para Três Corações-MG. E, também, que todas as dificuldades para a mudança já haviam sido superadas, graças ao apoio determinante do prefeito.

No dia 1º de novembro de 1949, conforme consta em Boletim Interno da Escola, ainda com sede no Realengo:

"... por determinação do Ministro da Guerra, foi nomeada uma comissão, com o fim de reconhecer as condições de aquartelamento e outras de caráter geral da cidade de Três Corações."[11]

No dia 3 de novembro, chega à cidade, permanecendo por três dias, uma comissão especial do Exército. No dia 5 de dezembro de 1949, é assinado o Decreto 27.543, que transfere a sede da ESA do Rio de Janeiro-RJ para Três Corações/MG[12].

Em 3 de janeiro de 1950, outra equipe chega a Três Corações/MG com a missão de conduzir um estudo final das futuras instalações da Escola.

Nos meses seguintes, toda a estrutura da ESA começa a ser transferida para a cidade:

  1. 21 de março de 1950 – segue o 1º comboio, conduzindo a Formação Veterinária e os animais pertencentes ao Esquadrão de Cavalaria e Bateria de Artilharia;
  2. 1º de abril – parte de Realengo o 2º comboio, transportando pessoal e material da Companhia de Comando, Parque de Transmissões, Almoxarifado, Armamento, Casa das Ordens, Direção de Ensino e Corpo de Alunos;
  3. 20 e 25 de abril – deixam Realengo o 5º e 6º comboios com o restante dos alunos, armamentos e materiais auxiliares;
  4. 3 de maio de 1950 – chega à Cidade o Tenente Coronel Miguel Lage Sayão. É a data em que a Escola de Sargentos das Armas comemora sua instalação em Três Corações-MG.

Finalmente, no dia 25 de maio de 1950, conclui-se a instalação da ESA no quartel do antigo 4º RCD, ocupando uma área aproximada de 300.000 m², no centro da cidade. A transferência da escola do Rio de Janeiro para Minas Gerais efetuou-se de 21 de Março a 25 de Maio de 1950, sob o comando do Tenente Coronel Miguel Lage Sayão. Reiniciadas as aulas, a primeira turma em Três Corações concluiu o curso a 21 de dezembro desse mesmo ano.

O Curso de Comunicações foi criado em 1961 e ministrado até 1969. Depois foi transferido para a Escola de Comunicações no Rio de Janeiro. Posteriormente, em 1979, foi reativado na ESA.

O Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos na ESAEditar

Entre os anos de 1970 e 1976, a ESA deixou de formar sargentos e funcionou, somente, com o curso de aperfeiçoamento, voltando-se novamente à formação destes a partir de 1977.

O Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) foi criado 1942, por meio do Decreto-Lei nº 4.130, de 26 de fevereiro de 1942 — Lei do Ensino Militar[13], e regulamentado cinco anos mais tarde, em 19 de março de 1947, pela Portaria nº 72, do Ministro da Guerra, que aprovou as Instruções Reguladoras (IR) do Aperfeiçoamento de Sargentos, reforçando e complementando o Decreto-Lei.[14]

Naquelas Instruções Reguladoras verifica-se que o aperfeiçoamento dos 2° e 3° sargentos formados nos corpos de tropa e estabelecimentos militares seria realizado na Escola de Sargentos das Armas (ESA), nos Cursos Regionais de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas e dos Serviços e em escolas e centros destinados a certas especializações (Curso "D" da Escola de Artilharia de Costa e Curso "D" do Centro de Instrução de Defesa Antiaérea). O objetivo destes cursos era consolidar a aprendizagem dos sargentos e colocá-los em condições de serem promovidos a 1° sargento, subtenente e oficial da reserva ou do Quadro Auxiliar de Oficiais (QAO).

Como na época, ainda, não existia uma escola específica para o aperfeiçoamento dos sargentos, os Cursos Regionais de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas (CRAS) funcionariam, preferencialmente, nos Centros de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR).  Os comandantes de Região Militar (RM) poderiam autorizar o funcionamento de duas turmas por ano nos CRAS, dado o número de candidatos. Ainda, devido a esta falta de estrutura, entre os anos de 1970 e 1976, a ESA deixou de formar sargentos e funcionou apenas com o curso de aperfeiçoamento, voltando à formação de graduados somente em 1977.[15]

Editar

No período de 2006 a 2019 os sargentos formados na ESA receberam o título de técnico, a partir da turma de formação que foi matriculada no ano 2019, conforme Portaria nº 277/2017, do Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), o concludente do Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS) passou a receber o grau de nível superior tecnólogo.[16]

EstruturaEditar

 
Vista Aérea da ESA e da Alça do Rio Verde em 2015

Enquadrada na linha de ensino militar bélico, grau superior (tecnólogo), a ESA está estruturada da seguinte maneira: comando de Oficial General, com seu Estado-Maior; Divisão de Ensino (DE); Corpo de Alunos (CA); Divisão Administrativa (DA); Divisão de Pessoal (DP); Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) e Batalhão de Comando e Serviços (BCSv).

Estado-Maior (EM)Editar

Compete ao Estado-Maior assessorar o Comandante da ESA e preparar os documentos relativos às suas decisões.

É formado pelo seguinte elemento:

  • Subcomandante e Subdiretor de Ensino (S Cmt e S Dir Ens)[17]
  • E2
  • E3
  • E5
  • Adjunto ao E3
  • Adjunto de Comando da ESA
  • Auxiliar de Estado-Maior Pessoal
  • Assessoria de Apoio para Assuntos Jurídicos (Asse Ap As Jurd)[18]

Divisão de Pessoal (DP)Editar

À Divisão de Pessoal (DP) compete:

  1. planejar, controlar e executar as atividades de administração do pessoal militar e civil;
  2. encarregar-se do serviço postal e da correspondência; e
  3. executar os serviços de secretaria, arquivo e pagamento de pessoal[17]

Organização da DPEditar

  1. Ajudância-Geral
  2. Seção de Pessoal
  3. Seção de Pagamento de Pessoal
  4. Seção de Pessoal Civil
  5. Capelania Militar[18]

Divisão Administrativa (DA)Editar

À Divisão Administrativa (DA) compete planejar, executar e fiscalizar os serviços administrativos, logísticos e financeiros, de forma a assegurar o apoio prioritário aos órgãos de ensino. [17]

Organização da DAEditar

  1. Seção de Aquisições, Licitações e Contratos
  2. Tesouraria
  3. Seção de Transporte e Embarque
  4. Fiscalização Administrativa:
    1. Controle do Material
    2. Aprovisionamento
    3. Veterinária
    4. Almoxarifado
    5. Prefeitura Militar[18]

Divisão de Ensino (DE)Editar

À Divisão de Ensino compete:

  1. assessorar o Diretor de Ensino (Comandante da ESA) nas atividades de planejamento, programação, coordenação, execução, controle e avaliação do processo ensino-aprendizagem, assim como na seleção e orientação educacional e profissional dos alunos do Período Básico nas Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT);
  2. coordenar as atividades da Seções de Coordenação Pedagógica e Psicopedagógica;
  3. orientar o Corpo de Alunos quanto à ação educacional;
  4. supervisionar e controlar os trabalhos de coordenação pedagógica e avaliação educacional relativos ao Período Básico nas OMCT e ao Período de Qualificação na Escola;
  5. propor o planejamento geral das atividades de ensino-aprendizagem do Período Básico e do Período de Qualificação do CFS Cmb; e
  6. participar dos trabalhos de atualização das instruções e normas baixadas pelo DECEx ou pela DETMil, fornecendo os subsídios necessários à elaboração desses documentos.[17]

Organização da DEEditar

  1. Seção de Coordenação Pedagógica:
    1. Subseção de Avaliação da Aprendizagem (SSAA)
    2. Subseção de Planejamento e Pesquisa (SSPP)
  2. Seção Psicopedagógica:
    1. Subseção Psicotécnica
    2. Subseção de Orientação Educacional (SSOE)
  3. Seção de Meios Auxiliares e Publicações
  4. Biblioteca e Espaço Cultural
  5. Seção de Concurso e Admissão
  6. Seção de Coordenação Pedagógica do Período Básico
  7. Seção de Idiomas
  8. Seção de Supervisão Escolar.[17]

Divisão de Tecnologia da Informação (DTI)Editar

À DTI compete conscientizar, avaliar e promover a qualidade e o suporte técnico, a inovação e a disseminação da tecnologia da informação necessária, para os diversos escalões de comando dos setores da EsSA, de modo a coordenar a implantação de novos sistemas e aplicativos, a aquisição de suprimentos de informática, a manutenção da rede e a integração do apoio jurídico na avaliação dos impactos legais para a segurança da informação.[17]

Organização da DTIEditar

  1. Seção de Informática
  2. Seção de Telemática
  3. Posto de Rede Rádio Fixa[18]

Corpo de Alunos (CA)Editar

O Corpo de Alunos é constituído por um Comandante, um Subcomandante, um Estado-Maior e pelos cursos e seções.

Aos cursos, cabe a atividade-fim da ESA, que é formar os futuros sargentos nas suas qualificações.

As 4 seções do Corpo de Alunos complementam a formação militar do aluno, atuando no desenvolvimento de atributos das áreas cognitiva, psicomotora e atitudinal,sendo elas:

  • Seção de Educação Física (SEF), responsável por planejar, conduzir e orientar o Treinamento Físico Militar,
  • Seção de Equitação, responsável pelas instruções de Equitação,
  • Seção de Instrução Especial (SIEsp), destinada à condução dos estágios de instrução especial.
  • Seção de Tiro (Sec-tiro), responsável pelas instruções de tiro de fuzil e de pistola.
  • Seção de Liderança e Apoio à Doutrina (SLAD)[17]

Posto Médico da Guarnição (PMGu)Editar

Organização do PMGuEditar

  1. Subseção Médica
  2. Subseção de Fisioterapia
  3. Subseção de Odontologia
  4. Subseção de Bioquímica
  5. Subseção de Enfermagem
  6. Subseção de SAMMED/FUSEx[18]

Batalhão de Comando e Serviços da ESA (BCSv/ESA)Editar

Ao BCSv compete:

I - prover o apoio de pessoal e/ou material prioritariamente aos órgãos de ensino;

II - apoiar as atividades de ensino;

III - proporcionar a segurança das instalações da Escola; e

IV - responsabilizar-se pelo monitoramento do setor de segurança integrada atribuído à ESA. [17]

Histórico do BCSv/ESAEditar

 
Distintivo do Batalhão de Comando e Serviços da ESA

Quando de sua criação, a ESA em 1946, contava dentre outros setores, com uma Companhia de Comando e Serviços, subunidade esta, que é a célula embrionária do Batalhão.

Em 1950, por meio de um ato ministerial, foi criada a Banda de Música, que desde então, abrilhanta as formaturas e solenidades  da ESA, além de enaltecer com a música o nome do Exército nos eventos junto a sociedade tricordiana e do Sul de Minas.

Em 1968, visando apoiar as atividades do Corpo de Alunos, foi criada a Companhia Auxiliar do Corpo de Alunos (chamada, popularmente, de CACA) a qual era composta pelos pelotões auxiliares dos cursos da ESA e pela Seção de Comando. Controlava o efetivo de cabos e soldados auxiliares das Seções de Equitação, do Setor de Aprovisionamento e, atualmente, da Seção de Instrução Especial (SIEsp).

Em 1992, o Pelotão de Manutenção e Transportes, o qual pertencia à Companhia de Comando e Serviços, sofreu uma mudança, pois recebendo a centralização de todas as viaturas da Escola, aumentando o seu efetivo de mecânicos de viaturas, de armamentos e motoristas. Momento em que, devido ao grande efetivo de pessoal já começava a ideia da criação de uma 3ª companhia que denominaria na Companhia de Manutenção e Transportes da Escola.

Em 1993, através dos levantamentos e proposta do então Coronel Jarbas Bueno da Costa (posteriormente General de Exército Jarbas), a ESA encaminhou ao Estado-Maior do Exército a necessidade da criação de um Batalhão de Comando e Serviços (BCSv) para gerenciar as atividades de apoio administrativo e de apoio ao ensino bem como controlar os efetivos de Subtenentes, Sargentos, Cabos e Soldados.

Em 1994, pela Portaria Ministerial nº 150, do Estado Maior do Exército, datada em 28 de novembro[19], o Batalhão de Comando e Serviços da Escola de Sargentos das Armas (BCSv/ESA) foi criado.

Junto com a criação do Batalhão e para compor o Quadro de Cargos Previstos (QCP) que já contemplava as duas companhias existentes, foram criadas as Companhias de Manutenção e Transportes e a Companhia de Fuzileiros.

A Companhia de Fuzileiros, posteriormente, passou a se chamar Companhia de Guardas, na qual um Pelotão de Polícia do Exército (PE) passou a controlar o trânsito, balizamentos de comboios, segurança nas solenidades e instruções de formação de Oficiais e Sargentos temporários, além da formação do soldado PE.

Em 1º de julho de 2009, esta Companhia passou a se denominar Companhia de Polícia do Exército.

Para reafirmando a existência do Batalhão, em 11 de outubro de 2017, mediante a Portaria nº 433, do Estado Maior do Exército[20], o Batalhão recebeu o Código de Organização Militar (CODOM), tornando-se uma Unidade subordinada à ESA, e a nomeação de seu Comandante passou a ser prerrogativa do Comandante do Exército Brasileiro.

Organização do BCSv/ESAEditar

  1. Estado-Maior (S1, S2/S3, S/4 e Adjunto de Comando do BCSv)
  2. Companhia de Comando e Serviços
  3. Companhia Auxiliar do Corpo de Alunos
  4. Companhia de Polícia do Exército
  5. Companhia de Manutenção e Transporte
  6. Banda de Música

Concurso de Admissão (CA ESA)Editar

É por meio do Concurso de Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS) que o candidato é selecionado, para realizar sua graduação, conforme edital anual divulgado pela Escola de Sargentos das Armas. Além da ESA o concurso seleciona os candidatos também para os cursos de formação e graduação de sargentos da Escola de Sargentos de Logística - EsSLog (Logísticos, Saúde e Música) e do Centro de Instrução de Aviação do Exército - CIAvEx (Aviação).

Dados Estatísticos dos Concursos de AdmissãoEditar

Dados Estatísticos dos Concursos de Admissão[21]
Ano do Concurso Área Inscritos Vagas Candidato por Vaga
Masculino Feminino Total Masculino Feminino Masculino Feminino
2017[21] Gera/Aviação 80.178 19.155 99.333 900 100 89,09 191,55
Música 2.529 409 2.938 40 73,45
Saúde 1.850 6.953 8.803 60 146,72
TOTAL 84.557 26.517 11.1074 1.100 100,98
2018[21] Gera/Aviação 68.503 17.144 85.647 910 100 75,28 171,44
Música 1.977 368 2.345 30 78,17
Saúde 1.204 4.358 5.562 60 92,7
TOTAL 71.684 4.358 5.562 1.100 85,05
2019[21] Gera/Aviação 85.586 22.335 107.921 900 100 95,1 223,35
Música 2.654 535 3.189 60 53,15
Saúde 1.748 5.756 7.504 40 187,6
TOTAL 89.988 28.626 118.614 1.100 107,83

Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS)Editar

 
O 10° Batalhão de Infantaria Leve, em Juiz de Fora-MG, é uma das 12 Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT) responsáveis pela formação básica do futuro 3° sargento.
 
Instrução de Patrulha realizada no 2° Exercício de Longa Duração no 4° Grupo de Artilharia de Campanha, em Juiz de Fora-MG.
 
Apronto Operacional para o 1° Exercício de Longa Duração do Curso de Formação de Sargentos (CFS) no 14° Grupo de Artilharia de Campanha, em Pouso Alegre-MG.

Período BásicoEditar

O Período Básico, é a primeira fase do Curso de Formação e Graduação de Sargentos (CFGS)

É realizado em 13 (treze) Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT), supervisionadas pela ESA, localizadas de norte a sul do território nacional.

O período básico tem a duração de 43 (quarenta e três) semanas.

Abaixo, está a relação das 13 OMCT:

Após a conclusão do período básico, o aluno escolhe sua Qualificação Militar de Sargentos (QMS), por mérito intelectual. O Período de Qualificação (PQ) tem a duração de 43 semanas. No que diz respeito às Armas, o período de qualificação é conduzido, integralmente, na ESA. No que tange à área de logística, é realizada na Escola de Sargentos de Logística (EsSLog), no Rio de Janeiro-RJ. E no que se refere a qualificação de Aviação do Exército, será realizada no Centro de Instrução de Aviação do Exército(CIAVEx), em Taubaté-SP.

Histórico das OMCTEditar

Até 2006, o Período Básico foi ministrado na ESA. Porém, a partir daquele, passou a ser realizado nas Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT).

Algumas OMCT, foram extintas, dentre elas:

  • 51.º Batalhão de Infantaria de Selva (51º BIS) - Altamira/PA (2006 a 2016)
  • 4.º Batalhão de Polícia do Exército (4º BPE) - Recife/PE (2006 a 2017)

Período de Qualificação (PQ)Editar

No 2.º ano, a formação dos sargentos da ESA é direcionada para as cinco Armas do Exército Brasileiro, que constituem a Linha de Ensino Militar Bélico das Armas. A qualificação do futuro sargento tem por objetivo principal a capacitação ao exercício do comando de pequenas frações de sua respectiva Arma. Ainda, consolidam-se o aperfeiçoamento das técnicas individuais do combatente, o elevado padrão de ordem unida e o contínuo desenvolvimento da capacidade física.

 
Curso de Infantaria realizando adestramento em Operações de Garantia da Lei e da Ordem.

Neste período, bastante dinâmico, o aluno recebe instruções específicas das armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Comunicações, oportunidade em que o espírito de corpo da arma desenvolvido e consolidado.

A qualificação e a intensificação das atividades militares têm por objetivo principal a habilitação ao exercício de cargos e funções inerentes ao terceiro-sargento e ao segundo-sargento não aperfeiçoado, em condições de combate e em tempo de paz. Cada curso possui seu quadro de instrutores e monitores, para uma perfeita execução do ensino e permanente ação educacional. Dentre as atividades escolares, destacam-se as atividades da Seção de Instrução Especial (SIEsp), o Estágio Preparatório de Corpo de Tropa (EPCT), realizado nas OM do Corpo de Tropa, a Manobra Escolar, as competições esportivas internas e a MAREXAER (competição esportiva com as escolas militares congêneres, da Marinha e da Força Aérea).

A Manobra Escolar é a oportunidade em que os alunos aplicam os conhecimentos técnicos e táticos adquiridos durante o ano de instrução. Consta de um exercício no terreno, com o emprego de todos os cursos, no qual se desenvolve a capacidade de liderança militar e a ação de comando dos participantes. .

 
Curso de Infantaria realizando o tiro da Metralhadora 7,62 mm MAG
 
Foto de uma patrulha realizando uma marcha na Operação Furacarta, o mais tradicional Exercício de Longa Duração do Curso de Cavalaria da ESA.[22]

A formação profissional do Sargento Combatente de Exército é a razão de ser da Escola. Ao final do curso, o concludente é declarado 3º Sargento de Carreira Combatente do Exército Brasileiro e ocupará os cargos previstos nos Quadro de Organização da Força Terrestre. Ainda neste contexto, ressalta-se a liderança junto às pequenas frações tão necessária para enfrentar os desafios do Século XXI com profissionalismo e comprometimento com o nosso Exército Brasileiro.

Curso de Infantaria[23]Editar

O Curso de Infantaria da ESA habilita o militar a ocupar cargos e a exercer funções próprias do 3º Sargento comandante de pequenas frações. O aluno conta com diversas instruções em campo e em salas de aula, capacitando-o a desempenhar as  atividades operacionais e administrativas no Exército Brasileiro. Durante o ano, procurando desenvolver a formação profissional do militar de Infantaria, o curso desempenha as seguintes atividades e exercícios:

  • Recepção e batizado aos novos integrantes da Arma de Infantaria, demonstrando valores e virtudes do militar de Infantaria;
  • Exercícios de curta e longa duração, sempre procurando desenvolver as atividades características da Arma de Infantaria;
  • Operações Ribeirinhas;
  •  
    Adestramento com o Morteiro 81mm Brandt
    Manobra Escolar juntamente com os Cadetes da AMAN..

Curso de Cavalaria[24]Editar

O Curso de Cavalaria da Escola de Sargentos das Armas habilita o seu concludente a ocupar cargos e a exercer funções próprias do 3º Sargento Combatente, líder das pequenas frações elementares orgânicas das Organizações Militares de Corpo de Tropa da Arma de Cavalaria, dentre as quais estão o Grupo de Exploradores, Grupo de Combate, Seção de Viatura Blindada de Reconhecimento e a Peça de Apoio.

Para tal, são ministradas disciplinas versando sobre o emprego tático da arma, Comunicações, Topografia, Patrulhas, Operações de Garantia da Lei e da Ordem, Armamento e Viaturas orgânicas da arma (Viatura Tática Leve (VTL) Marruá, Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP) EE-11 URUTU, além da Viatura Blindada de Reconhecimento (VBR) EE-9 CASCAVEL), além de Administração Militar, Instrução Geral, Treinamento Físico Militar, História Militar, Informática e, mais recentemente, os alunos estão recebendo instrução de Língua Inglesa ,conteúdo comum a todas as armas.

 
Execução de tiro real de artilharia no 3º Exercício de Longa Duração do Curso de Artilharia.

A Equitação, instrução típica da Arma de Cavalaria, visa a  desenvolver diversos conteúdos atitudinais, tais como a coragem, iniciativa, agilidade, que mantêm acesas as tradições da arma.

Os exercícios de curta e longa duração, além da formação profissional assentada em valores como a ética, a moral e a disciplina, aliados ao culto às tradições do Exército Brasileiro e da Arma, ajudam a forjar o futuro líder, preparando-o, também, para o exercício das funções de instrutor e monitor do corpo de tropa.

 
Alunos do Curso de Artilharia realizando os cálculos necessários para a precisão do tiro de artilharia,

Curso de Artilharia[25]Editar

O curso de Artilharia da ESA tem por missão habilitar o aluno para os cargos de sargento não-aperfeiçoado, capacitando-o a desempenhar as principais funções e atividades operacionais de guerra e não guerra, administrativas e da Justiça Militar, previstas para sua Qualificação Militar, tais como atuar como Instrutor e Monitor; comandar ou chefiar as frações de tropa compatíveis com a sua graduação e correspondente à sua Qualificação Militar de Sargento – no caso da Artilharia; e participar, no contexto da Força Terrestre, como elemento essencial de sua estrutura, atuando como elo fundamental entre o comando e a tropa.

Durante o período de Qualificação, são ministradas as seguintes disciplinas: Treinamento Físico Militar, Armamento, Munição e Tiro II, Língua Inglesa, Instrução Especial, História Militar do Brasil,Instrução Geral II, Técnicas de Artilharia, Linha de Fogo, Topografia, Emprego de Artilharia.

 
Aluno de Engenharia montando um obstáculo com o uso concertina.
 
Montagem de uma Passadeira Flutuante de Alumínio durante o 1° Exercício de Longa Duração do Curso de Engenharia.

Curso de Engenharia[26]Editar

O Curso de Engenharia da Escola de Sargentos das Armas habilita o seu concludente a ocupar cargos e a exercer funções próprias do 3º Sargento Combatente, líder das pequenas frações elementares orgânicas das Organizações Militares de Corpo de Tropa da Arma de Engenharia. Dentre as inúmeras atividades realizadas pelo aluno do Curso de Engenharia, destacam-se:

  • Montagem e operação de uma equipagem de passadeira, com o objetivo de apoiar a arma-base na transposição de um curso d´água obstáculo;
  • Utilização de Ponte Pesada para transpor o comboio de viaturas em operações de combate;
  • Instrução de navegação a motor em bote pneumático;
  • Instrução em conjunto com a Arma de Infantaria (Operação Ribeirinha);
  • Instrução de organização do terreno, lançando obstáculos de arame (concertina);
  • Instrução de detecção de minas em área minada;
  • Instrução de tratamento de água em campanha;
  • Instrução de manutenção e construção de estradas;
  • Instrução de equipamento de Engenharia;
  • Instrução de Montagem e Operação da Portada Leve;
  • Instrução com a equipagem M4T6;
  • Instalação de carga explosiva com explosivo plástico;
  • Disputa da tradicional Regata da Engenharia, entre alunos da Engenharia.

Curso de Comunicações[27]Editar

Além das instruções comuns a todos os cursos, que englobam, dentre outras matérias, "Treinamento Físico Militar", "Instrução Geral" e "Comando, Chefia e Liderança", o aluno do Curso de Comunicações, na Escola de Sargentos das Armas, recebe instruções específicas de sua arma:

  • "Técnica Militar",  na qual o aluno tem o primeiro contato com os equipamentos rádio que empregarão nas atividades desempenhadas pela Arma, bem como toda estrutura física necessária que se deve ter para manter o sistema de comunicações, seja ele através do fio ou por propagação de ondas;
  • "Fundamento das Comunicações", que é a matéria base que ensina o instruendo a conhecer tanto a parte de elétrica, fundamental à energização do sistema eletrônico empregado, quanto o estabelecimento dos enlaces por ondas eletromagnéticas;
  • "Emprego das Comunicações", na qual o aluno aprende como funciona o planejamento de Comunicações em apoio às outras Armas levando em consideração a peculiaridade de cada uma delas nos diversos tipos de operações.

Para desenvolver esse conteúdo, o aluno conta com instruções em campo, em salas de aula, em sala preparada para utilizar equipamentos-rádio em grandes bancadas energizadas e uma moderna sala de cibernética.

Seção de Instrução Especial - SIEspEditar

 
Símbolo da Seção de Instrução Especial(SIEsp) da ESA.

A denominação histórica: Seção de instrução Especial (SIEsp) é decorrente de sua criação oficial pelas Portarias n.º 101 - EME-Res e 107 - 1ª SCh/EME-Res, ambas de 28 de julho de 2005. Desta forma, essa data ficou oficializada como o dia de criação da SIEsp/ESA[28].[29]

Em 28 de setembro de 2005, foi realizada pelo então Comandante da Escola de Sargentos das Armas, General de Brigada Arakem de Albuquerque, a 1.ª Reunião e como diretriz interna foi criado o núcleo de implantação da seção, composto por oficias e graduados do Corpo de Alunos e do Batalhão de Comando e Serviços deste estabelecimento de ensino.

Os trabalhos foram divididos em 3 (três) fases: a 1.ª (primeira) e a 2.ª (segunda) fases, no período de setembro de 2005 a dezembro de 2006, destinaram-se ao planejamento e reconhecimento dos estágios de instrução especial, bem como a elaboração de projetos e aquisição de materiais a serem empregados nos referidos estágios. A 3.ª (terceira) fase iniciou-se a partir de janeiro de 2007 e caracterizou-se pelo funcionamento pleno da seção de instrução com a execução do Estágio Básico de Instruções Especiais (EBIE), dividido em 3 (três) turnos e o Estágio de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (EOpGLO), dividido em 2 (dois) turnos.

No ano de 2011, por imposição do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), foi feita a mudança do EOpGLO para o Estágio de Operações Contra Forças Irregulares (EOpCFI).

MissãoEditar

Observar, estimular e desenvolver no futuro sargento combatente de carreira, atributos das áreas cognitiva, psicomotora e principalmente, afetiva, por intermédio do planejamento, da coordenação e da condução de seus Estágios de Instrução Especial, impondo-lhe dificuldades de caráter físico, sob pressão psicológica controlada, buscando-se a máxima imitação do combate em ritmo de operações continuadas.

 
Instrução de Obtenção de Água realizada por alunos do Curso de Artilharia e de Comunicações[30].
 
Realização da técnica de Helocasting por alunos da ESA durante a Semana de Técnicas Aeromóveis coordenada pela SIEsp e com o apoio de militares e helicópteros da Aviação do Exército.[31]

Estágio Básico de Instruções Especiais (EBIE)Editar

O Estágio é desenvolvido na área de instrução especial localizada no Campo de Instrução General Moacir Araújo Lopes (CIGMAL). O estagiário recebe instruções sobre noções gerais de Sobrevivência, Apronto Operacional, Obtenção de Alimentos de Origem Animal e Vegetal, Obtenção de Água e Fogo, Construção de Abrigos Improvisados e Semipermanentes, Armadilhas para Caça, Pesca e Antipessoais, Animais Peçonhentos e Venenosos, Tiro Rápido Diurno e Noturno, Orientação Diurna e Noturna, Primeiros Socorros, Peconha, Transposição de Obstáculos (Pista de Cordas), e ao final realiza a operação General Pinheiro (Evasão).

A partir de 2012, a SIEsp conta com apoio de oficiais e graduados das seguintes Organizações Militares e Centros de Instrução, para realização do EBIE: Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), Manaus-AM; 11º Batalhão de Infantaria de Montanha (11º BI Mth), São João del Rei-MG; 72º Batalhão de Infantaria Motorizada (72º BI Mtz), Petrolina-PE; 17º Batalhão de Fronteira (17º B Fron), Corumbá-MT; Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp), Niterói-RJ; e Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt), Rio de Janeiro-RJ.

 
Instrução de Estouro de Aparelho no Estágio de Operações Contra Forças Irregulares da SiEsp/ESA no Campo de Instrução General Moacir Araújo Lopes (CIGMAL).
 
Instrução de Progressão com a VBTP-MR Guarani, com o apoio de militares oriundos da 15.ª Brigada de Infantaria Mecanizada, durante o Estágio de Operações Contra Forças Irregulares da SIEsp/ESA.

Estágio de Operações Contra Forças Irregulares EOpCFIEditar

O EOpCFI é desenvolvido nos municípios de São Tomé das Letras-MG, São Bento Abade-MG e Luminárias-MG, em uma área de operações com ambientes urbano e rural, onde os estagiários planejam e executam operações do tipo polícia, tais como: Operações de Busca e Apreensão (OBA), Postos de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCV) e vasculhamento; e operações de combate, como: cobertura de ponto, espera, contato, emboscada, cobertura de cachê. Por fim, realiza-se um assalto a um centro de treinamento de guerrilha. Neste estágio, é desenvolvido no aluno a capacidade de comandar pequenas frações em Operações Contra Forças Irregulares.

A partir de 2012 a SIEsp/ESA conta com apoio de oficiais e graduados das seguintes Organizações Militares e Centros de Instrução, para realização do EOpCFI: Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), Manaus-AM; 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFE), Goiânia-GO; 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC), Goiânia-GO; 11º Batalhão de Infantaria de Montanha (11º BI Mth), São João del Rei-MG; 17º Batalhão de Fronteira (17º B Fron), Corumbá-MT; Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp), Niteroi-RJ; 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista (26º BI Pqdt), Rio de Janeiro-RJ; 4º Batalhão de Infantaria Leve (4º BIL), Osasco-SP e Companhia de Precursores Paraquedista (Cia Prec Pqdt), Rio de Janeiro-RJ.

Distintivo Gavião[32]Editar

Os alunos destaques nos estágios realizados pela Seção de Instrução Especial (EBIE e EOpCFI) recebem o distintivo “GAVIÃO” e ganham o direito de utilizá-lo nas suas fardas no ano de instrução. Além do distintivo, os alunos destaques recebem um Diploma, confeccionado pelo Comando da ESA e uma lembrança da SIEsp.[33]

 
Alunos da ESA realizando Estágio de Operações na Caatinga através de um Pedido de Cooperação de Instrução da SIEsp/ESA.
 
Semana de Técnicas Aeromóveis realizada pela SIEsp, com o apoio de militares e helicópteros da Aviação do Exército.

Pedidos de Cooperação de Instrução (PCI)Editar

 
Instrução de Orientação Diurna por alunos da ESA durante o Estágio Básico de Instruções Especiais.

A SIEsp possibilita uma melhor capacitação dos alunos que se destacam nos seus estágios, assim como, dos seus instrutores, por intermédio de estágios operacionais. Esses estágios são realizados em Centros de Instrução e Unidades de Emprego Peculiar do Exército, por meio dos Pedidos de Cooperação de Instrução solicitados pela seção. Atualmente, são realizados os seguintes estágios: Adaptação e Operações na Caatinga, no 72º BIMtz, em Petrolina-PE; Estágio de Operações no Pantanal, no 17º B Fron, em Corumbá-MS; Estágio Básico do Combatente de Montanha, no 11º BI Mth, em São João Del Rei-MG e no 10º BIL, em Juiz de Fora-MG; Estágio de Operações Aeromóveis, no CIAvEx, em Taubaté-SP e aplicações táticas, no BOPE/PMRJ, no Rio de Janeiro-RJ; caçador, na AMAN, em Resende-RJ; e Operações de Garantia da Lei e da Ordem, no Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (CI Op GLO), em Campinas-SP.

Seção de Educação Física (SEF)Editar

A Seção de Educação Física tem como missão planejar, organizar e supervisionar o treinamento das equipes desportivas do Corpo de Alunos e o Treinamento Físico Militar (TFM) dos alunos e do corpo permanente da ESA, garantindo a correta execução da atividade física planejada. Planejar e dirigir as competições desportivas no âmbito da ESA, assim como aplicar as avaliações de Treinamento Físico Militar nos alunos e no corpo permanente da ESA.

Durantes o ano letivo, são realizados diversos amistosos das equipes da ESA com as escolas afins (EsPCEx, EPCAR, EsSLOG, AMAN), além da Corrida Guararapes, Corrida Duque de Caxias e a MAREXAER.

MAREXAEREditar

A MAREXAER é uma competição esportiva entre as escolas de formação de sargentos das Forças Armadas. A Marinha do Brasil tem como representantes esportivos os alunos do Centro de Instrução Almirante Alexandrino e do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, ambos localizados na cidade do Rio de Janeiro-RJ; o Exército é representado pelos alunos da Escola de Sargentos das Armas, da Escola de Sargentos de Logística, localizada no Rio de Janeiro-RJ e do Centro de Instrução de Aviação do Exército, localizado em Taubaté-SP; e a Força Aérea Brasileira, pelos alunos da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR), localizada em Guaratinguetá-SP. O objetivo é incentivar a prática do esporte, desenvolver o espírito de companheirismo e de camaradagem, cultivar os valores e as tradições militares e promover a interação entre civis e militares das Forças Armadas do Brasil. Durante a competição, serão disputadas as modalidades de atletismo, basquete, futebol, judô, pentatlo militar, natação, orientação, corrida rústica e voleibol.

Histórico da MAREXAEREditar

No início da década de 1980, o então Tenente de Infantaria Cleiton Borges de Freitas, Chefe da Seção de Educação Física da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) e o Professor de Educação Física Fernando Celso Wendling Ananias, procurando incentivar o desporto nas Forças Armadas e espelhando-se nas competições entre as Escolas Preparatórias de Cadetes e as Academias Militares, idealizaram uma competição esportiva entre as Escolas de Formação de Sargentos.

No ano de 1982, iniciaram-se os primeiros contatos entre as Escolas co-irmãs, porém, não foi possível a participação da Marinha do Brasil, devido à idade dos seus futuros sargentos. Em outubro do mesmo ano, realizou-se encontro esportivo em Guaratinguetá entre a Escola de Sargentos das Armas e a Escola de Especialistas de Aeronáutica, o qual se denominou I ESAER. Esta competição foi realizada durante treze anos, alternando-se entre a ESA e a EEAR.

Em 1996, o Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA) confirmou sua participação e no dia 4 de setembro , foi aprovado o Regulamento da 1ª MARESAER, pelo General de Brigada Sérgio Pedro Coelho Lima, Brigadeiro do Ar Edilberto Telles Sirotheau Correa e Contra-Almirante Oscar de Souza Spinolla Neto.

A I MARESAER realizou-se no período de 25 a 29 de setembro de 1996, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), Rio de Janeiro/RJ, nas modalidades de atletismo, basquetebol, futebol de campo, judô, natação, corrida rústica e voleibol.[34]

Quadro Geral de Equipes Vitoriosas (* Modalidade não oficial)
Nome da Competição Ano Masculino Feminino
                           
Atletismo Basquetebol Futebol Judô Natação Pentatlo Rústica Voleibol Orientação Natação Orientação Tiro Voleibol Pentatlo
I ESAER 1982 - - - - -
II ESAER 1983 EEAR EEAR EEAR - - - ESA ESA - - - - - -
III ESAER 1984 - - - - -
IV ESAER 1985 - - - - -
V ESAER 1986 - - - - -
VI ESAER 1987 EEAR EEAR ESA - ESA - ESA EEAR - - - - - -
VII ESAER 1988 - - - - -
VIII ESAER 1989 - - - - -
I MARESAER 1996 ESA ESA EEAR ESA CIAA - ESA ESA - - - - - -
II MARESAER 1997 EEAR EEAR EEAR ESA CIAA - ESA EEAR - - - - - -
III MARESAER 1998 ESA EEAR CIAA CIAA ESA - CIAA CIAA - - - - - -
IV MARESAER 1999 ESA EEAR ESA ESA CIAA ESA* ESA ESA - - - - - -
V MARESAER 2000 ESA EEAR EEAR ESA EEAR EEAR ESA CIAA - - - - - -
VI MARESAER 2001 ESA ESA CIAA ESA EEAR ESA ESA EEAR - - - - - -
VII MARESAER 2002 ESA ESA CIAA ESA ESA ESA ESA ESA ESA EEAR EEAR EEAR - -
VIII MARESAER 2003 EEAR EEAR CIAA ESA EEAR CIAA ESA CIAA EEAR - EEAR - - -
IX MARESAER 2004 EEAR CIAA CIAA ESA EEAR ESA CIAA EEAR EEAR - EEAR - - -
X MARESAER 2005 EEAR EEAR EEAR ESA ESA ESA EEAR EEAR ESA - EEAR EEAR - -
XI MARESAER 2006 EEAR EEAR EEAR ESA EEAR ESA EEAR ESA ESA - - - - -
XII MARESAER 2007 EEAR CIAA CIAA ESA EEAR CIAA CIAA CIAA CIAA - - - - -
XIII MARESAER 2008 EEAR EEAR CIAA EEAR ESA CIAA ESA CIAA EEAR - - - - -
XIV MAREXAER 2009
XV MAREXAER 2010 ESA CIAA CIAA ESA ESA ESA ESA EEAR CIAA - - - - -
XVI MAREXAER 2011
XVII MAREXAER 2012
XVIII MAREXAER 2013
XIX MAREXAER 2014
XX MAREXAER 2015
XXI MAREXAER 2016
XXII MAREXAER 2017
XXIII MAREXAER 2018 EEAR ESA CIAA CIAA CIAA ESA CIAA CIAA CIAA ESA ESA ESA EEAR ESA


Quadro de Recordes[35]
Prova Atleta Escola Marca Ano MAREXAER Local
  Atletismo   100 metros rasos Al Rogério Santiago OLIVEIRA EEAR 10"69 1998 III Três Corações/MG
  200 metros rasos Al HELDER Batista de Araujo ESA 22"3 2008 XI Guaratinguetá/SP
  400 metros rasos Al Anderson BASSOTO ESA 49"78 1997 II Guaratinguetá/SP
  800 metros rasos Al JOSIMAR Constantino Dantas CIAA 1'56"4 2000 V Guaratinguetá/SP
  1500 metros rasos 3º Sgt FN Guilherme de Oliveira Junior CIASC 4'05"96 2015 XX Rio de Janeiro/RJ
  5000 metros rasos Al ALEX PASSOS Barbosa CIAA 15'36"2 2008 XIII Rio de Janeiro/RJ
  Lançamento de disco Al Leonardo de Souza Lucena EEAR 41,24 m 2009 XIV Guaratinguetá/SP
  Lançamento de dardo Al Luis Silva dos Santos EEAR 55,44 m 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
Arremesso de peso Al Gabriel Oliveira dos Santos EEAR 14,7 m3 2018 XXIII Rio de Janeiro/RJ
Salto em distância Al CRISTIAN Andrade Ribeiro EEAR 6,96 m 1998 III Três Corações/MG
  Salto em altura Al Romário Dantas Ribeiro Cruz EEAR 1,98 m 2011 XVI Guaratinguetá/SP
  Corrida rústica Al ALEX PASSOS Barbosa CIAA 25'32" 2008 XIII Rio de Janeiro/RJ
Revezamento 4 x 100 metros rasos Al Jorge GLENILSON Lima Alves

Al Felipe TOMAZELLI de Oliveira

Al Daniel JEFFERSON Batista Magalhães

Al ALEXANDRE de Souza Carneiro Leão Júnior

ESA 43"1 2008 XIII Rio de Janeiro/RJ
Al Victor Marinho Baia

Al Douglas Rodrigues Pires

Al Laercio dos Santos

Al Aleson Christian Alves Santana

ESA 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
Revezamento 4 x 400 metros rasos Al Isaias

Al IVANILTO Negreiro Coelho

Al Malaquias

Al Erasmo

ESA 3'26"9 1996 I Três Corações/MG
  Pentatlo Militar   Tiro 200 metros Al Jair PERES ESA 195 pontos 2001 VI Três Corações/MG
  Pista de obstáculos Al Willian Tiago Hekakei ESA 2'22"5/ 1122,5 pontos 2001 XV Rio de Janeiro/RJ
  Natação utilitária Al Antonio Winicius Rocha ESA 27"4 / 1088,4 pontos 2018 XXIII Rio de Janeiro/RJ
Lançamento de granada Al Thiago Gonçalves Bittencourt ESA 183,5 / 1054,0 pontos 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
  Corrida através campo 8 km Al Emanuelson Douglas de Souza Moura ESA 27'27"2 / 1032,8 pontos 2017 XXII Três Corações/MG
  Geral Al Cristian Luan Alves ESA 5183,7 pontos 2017 XXII Três Corações/MG
  Geral (equipe) Al Gilmar Vieira da Silva Junior

Al Andre Schneider

Al Ian Krishna Baptista de Moura

Al Jocenã Posser

ESA 19104,9 2015 XX Rio de Janeiro/RJ
  Natação   50 Metros nado livre Piscina 25 m João Paulo Brito de Oliveira EEAR 23"77 2016 XXI Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Gustavo Moreira de Bitencourt ESA 26"46 (M. Inicial) 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
3º Sgt FN Bruce Allisson Fonseca Ferreira CIASC 25"03 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
  100 Metros nado livre Piscina 25 m Al Daniel Rangel FRANÇA Silva EEAR 52"50 2006 XI Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Daniel Rangel FRANÇA Silva EEAR 54"08 2007 XII Três Corações/MG
  200 Metros nado livre Piscina 25 m Al Rodrigo Macedo da Silva ESA 2'03"72 2016 XXI Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Rodrigo Macedo da Silva ESA 2'14"15 2015 XX Rio de Janeiro/RJ
  50 Metros borboleta Piscina 25 m Al João Paulo Brito de Oliveira Coutinho EEAR 25"02 2006 XXI Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Rafael Rodrigues Sales ESA 26"68 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
  100 Metros nado costas Piscina 25 m Al Lucas José da Silva ESA 58"05 2011 XVI Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Lucas José da Silva ESA 1'00"53 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
  100 Metros nado peito Piscina 25 m Al Jackson Henrique da Silva Alves EEAR 1'05"14 2009 XIV Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Lucas José da Silva ESA 1'11"16 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
  Revezamento 4 x 50 metros nado livre Piscina 25 m Al Jackson Henrique da Silva Alves

Al Arthur Nascimento de Farias

Al Vítor Filippo Dias

Al Ricardo Augusto Ferraz Borges

EEAR 1'40"43 2009 XIV Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Aloisio Antonio Pereira Lima Júnior

Al Saulo Allan Vasconcellos

Al Cassius Thiago da Silva Carvalho

Al Marx Maranhão Goés

ESA 1'46"52 2002 VII Rio de Janeiro/RJ
  Revezamento 4 x 50 metros 4 estilos Piscina 25 m Al Jackson Henrique da Silva Alves

Al Arthur Nascimento de Farias

Al Vítor Filippo Dias

Al Ricardo Augusto Ferraz Borges

EEAR 1'54"43 2009 XIV Guaratinguetá/SP
Piscina 50 m Al Kelvin Augusto R. Valente

Al Philipe Machado B. Paulino

Al Rafael Roberto Dall'Agnol

Al Rubens Putini Filho

EEAR 1'58"54 2012 XVII Rio de Janeiro/RJ
 
Instrução de tiro de Pistola IMBEL M973 no Estande de Tiro da ESA;

Seção de Tiro da ESAEditar

A Seção de Tiro da Escola de Sargento das Armas tem por missão formar o 3º sargento combatente de carreira de Monitor de Tiro dos Corpos de Tropa, produzindo e aperfeiçoando conhecimentos relacionados ao tiro com armas portáteis de dotação da força terrestre. Além de realizar pesquisas e experimentações doutrinárias sobre o tiro de combate e esportivo no âmbito do Exército.

 
Realização do Tiro de Combate no estande de tiro da Seção de Tiro da ESA.

A principal atividade desenvolvida pela Seção de Tiro da ESA é a condução dos módulos de tiro de combate previstos no Caderno de Instrução de Tiro de Combate (CITC). Hoje, o aluno da ESA se forma conhecendo praticamente todo o extenso e moderno CITC.

O Curso de Sargento das ArmasEditar

O aluno vive em regime de internato durante todo o período de formação sendo alojado, alimentado e fardado por conta do Estado, além de receber proventos previstos em lei. Participa, ainda, de atividades sociais, culturais, recreativas e esportivas, patrocinadas pela ESA e pelo Grêmio dos Alunos da ESA (GRESA).

O aquartelamento da ESA está sediado em Três Corações-MG, cidade localizada na região Sul de Minas, às margens do Rio Verde e são utilizados dois campos de instrução nas atividades de formação do aluno: do Atalaia e o General Moacir Araújo Lopes (CIGMAL), os quais distam cerca de 4 e 42 Km, respectivamente, da ESA.

A formação profissional do Sargento Combatente do Exército é a razão de ser da Escola. Todas as atividades do ano letivo são desenvolvidas com a finalidade de capacitar o aluno ao exercício das funções a serem desempenhadas nos corpos de tropa.

O ensino, fundamentalmente técnico-profissional, é ministrado de forma prática, considerando que o futuro sargento deve ser, ao mesmo tempo, chefe e executante. As Instruções são dinâmicas e os princípios do “aprender a aprender”, operacionalizados em todas as disciplinas, permite ao futuro sargento auto aperfeiçoar e crescer pessoal e profissionalmente, fruto desta atitude.

As atividades de instrução desenvolvem-se em ritmo intenso. Busca-se, constantemente, a imitação das condições de combate. O aluno desempenha, sob a orientação dos instrutores e monitores, funções de executante e de comandar, quais serão exercidas nos corpos de tropa.

O Treinamento Físico Militar (TFM), alvo de atenção especial, fortalece a têmpera do aluno e capacita-o a liderar o seu grupo, sob quaisquer condições.

A manobra escolar é a oportunidade em que os alunos aplicam os conhecimentos técnicos e táticos adquiridos durante o ano de instrução. Consta de um exercício no terreno, com o emprego de todos os cursos, no qual se desenvolve a capacidade de liderança militar e a ação de comando dos participantes. “A manobra escolar é o coroamento do ano de instrução”.

A cerimônia de encerramento do curso é o ponto culminante e o marco de encerramento do ano escolar, na qual há a entrega dos diplomas e a promoção dos alunos à graduação de 3º Sargento.

Nomes das Turmas de FormaçãoEditar

Número de Alunos Formados/TurmaEditar

Número de Alunos Formados/Turma (Os números em negrito foram retirados da Revista "O Monitor", pode haver divergência com o número final de alunos formados.)
Ano Curso de Formação de Sargentos (CFS) Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS)
Infantaria Cavalaria Artilharia Engenharia Comunicações FAB TOTAL Infantaria Cavalaria Artilharia Engenharia Comunicações Fuzileiro Naval FAB TOTAL
1949[67] 217 28 41 73 - 0 359 11 6 2 8 - 10 - 37
1950[67] 52 135 60 50 - - 297
1951[67][68]
1952[67][68] 136 46 77 52 - - 311 - - - - - 12 6 18
1953[67][68] 68 57 32 14 - 0 171 0 4 12 8 - 10 - 34
1954[67][68]
1955[67][68]
1956[67]
1957[67]
1958[67]
1959[67]
1960 129 86 65 119 - 0 399
1961 89 19 16 18 19 0 161
1964 59 0 28 0 12 0 99 29 0 0 11 0 0 40
1965[69] 56 16 19 41 56 0 188 65 17 13 9 10 0 115
1966[70] 61 15 35 32 15 50 208 39 5 6 5 14 0 69
1968 62 14 23 26 16 0 141
76 25 15 42 38 0 196
1969[71][72] 45 25 25 25 30 0 150 70 13 12 27 27 0 149
1970 Somente o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos
1971
1972[73]
1973[74]
151 34 71 29 0 0 285
1974
1975
1976
1977
1978[36] 172 75 52 65 0 0 364
1979 109 45 250
1980[38] 186 96 96 48 87 0 513
1981 160 98 98 66 69 0 491
1982[40] 177 105 104 58 43 0 487
1983[41] 149 95 94 51 86 0 475
1984[42] 163 105 105 57 96 0 526
1985[44] 695
1986[46] 349 791
1987[75] 299 124 121 125 185 0 854
1988[76] 353 270 142 145 211 0 1121
1989[48] 358 148 112 147 262 0 1027
1990[49] 367 141 146 144 220 0 1018
1991[50] 359 142 137 125 216 0 979
1992[51] 340 137 144 120 207 0 948
1993[52] 358 138 142 143 213 0 994
1994[53] 280 111 122 124 191 0 828
1995 236 158 173 120 183 0 870
1996[54] 229 124 128 128 184 0 793
1997[55][77] 247 130 135 123 193 0 826
1998[56][78] 268 77 122 100 184 0 793
1999[79] 242 125 119 98 175 0 759
2000 257 122 100 94 213 0 786
2001 290 119 115 95 193 0 832
2003[80] 323 139 133 111 142 0 839
2004[59] 317 120 131 109 133 0 810
2005[60] 330 123 120 108 117 0 798
2006[61] 288 117 78 101 92 0 676
2007[62] 294 106 89 105 91 0 685
2008[63] 323 117 96 95 91 0 722
2009[64] 329 111 94 103 95 0 732
2010 306 93 93 90 89 0 661
2011 304 115 92 93 89 0 693
2012 314 114 93 97 124 0 742
2013 294 92 93 85 90 0 654
2014 310 91 59 91 99 0 650
2015 320 113 91 96 98 0 718
2016 216 75 76 78 150 0 582
2017 250 94 96 91 182 0 713
2018 252 89 84 76 159 0 660

Estrangeiros Formados na ESAEditar

Estrangeiros Formados na ESA
Ano País Quantidade
1955 Paraguai 5[67]
2005 Timor-Leste 5[60]
2007 Timor-Leste 5[62]
2015 Namíbia 8
2016 Namíbia 7

Símbolos da EscolaEditar

Denominação HistóricaEditar

Em 27 de abril de 2007, conforme Portaria nº 229, de 23 de abril de 2007, o Comandante do Exército concedeu à Escola de Sargentos Armas a denominação histórica:

"ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO".[81]

ValoresEditar

  • Fé na missão do Exército;
  • Amor à Profissão;
  • Coragem;
  • Lealdade;
  • Responsabilidade;
  • Probidade;
  • Patriotismo;
  • Civismo;
  • Camaradagem;
  • Cooperação;
  • Verdade;
  • Espírito de Corpo;
  • Culto às tradições da ESA;
  • Apoio à comunidade tricordiana.[82]

Frase-SímboloEditar

"Sargento! Elo fundamental entre o Comando e a Tropa" - Gen Div Herman Bergqvist, tema da aula inaugural por ele proferida ao início do CFS, em 19 de fevereiro de 1979.

Sigla da ESAEditar

Historicamente a ESA já teve mais de uma sigla. Atualmente, a sigla é formada pelas letras iniciais de seu nome "ESA"[83].

No período de 2001 a 2016, a Escola utilizou a sigla "EsSA".

Brasão da ESA / Distintivo ESA[83]Editar

 
Distintivo da Escola de Sargentos das Armas - ESA

Estandarte históricoEditar

 
Estandarte Histórico da ESA

Foi adotado pela Portaria Ministerial N° 222, de 07 de março de 1988, do Ministro do Exército.[84]

O estandarte histórico tem a seguinte descrição heráldica: “forma retangular, tipo bandeira universal e franjado de ouro: campo em verde com bordadura de vermelho, tendo ao centro o distintivo da Escola, constituído de quatro crescentes apontados, de prata, em campo partido de azul-celeste, à destra, e de vermelho, à sinistra, com uma estrela em brocante, de prata; sobre o traço da bordadura, um friso de azul-ultramar e de ouro, carregado com um ramo de folhas e frutos de louros, com uma rosa heráldica em cada ângulo e nos centros dos frisos, tudo de ouro; encimando o distintivo, a denominação histórica” “ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO”, em arco de ouro; abaixo do distintivo, o dístico “TRÊS CORAÇÕES”, de ouro, indicativo da cidade onde se localiza a Escola; laço militar nas cores nacionais, tendo inscrita, em caracteres de ouro, a designação militar da OM: “E S A”[83]

Bandeira-Insígnia do Comandante da ESAEditar

[83]

 
Bandeira-Insígnia do Comandante da ESA

Símbolos do aluno da ESAEditar

O uniformeEditar

 
1º A1-CFS Uniforme das Escolas de Formação de Sargentos de Carreira do Exército Brasileiro

O Curso de Formação de Sargentos, sistematizado, teve sua origem na Ordem do Dia Nr 552, datada de 28 de maio de 1894, efetivado pelo Decreto Nr 1199, de 31 de dezembro de 1892, do Vice-presidente da República dos Estados Unidos do Brasil[3], aprova o Regulamento para a Escola de Sargentos, este documento fez referência às Armas de Infantaria, Cavalaria, Artilharia e Engenharia.

Segundo consta o regulamento, o Curso funcionou na Fortaleza de São João, no Bairro da Urca, Rio de Janeiro.

Após a independência do Brasil, os modelos dos uniformes adotados pelo Exército Brasileiro continuaram seguindo as tendências europeias. No início do século XX, a tendência mundial pelo uso de cores sóbrias, como o cáqui, foi seguida, de imediato pelo Exército Brasileiro. Houve, todavia, uma simplificação nos coloridos dos detalhes, na diversidade das cores dos tecidos e nos enfeites e formatos das coberturas. O motivo da modernização deu-se pela evolução da forma de se combater e pela maior simplicidade da sociedade civil na forma de se vestir. Os coletes, sobre casacas e culotes foram substituídos por calças e túnicas simples.

O decreto nº 1.729, de 11 de junho de 1894 aprovou os novos uniformes destinados aos oficiais, praças, alunos das Escolas Militares, Colégio Militar e da Escola de Sargentos. Este decreto alterou a evolução do fardamento brasileiro, revolucionando toda a indumentária nacional e modificando as nossas tradições. Assim, surgiu a ideia de-se adotarem uniformes semelhantes aos da cavalaria ligeira europeo, o qual se estendeu mais tarde, inclusive, a todos os nossos militares a pé. O modelo de uniformes do Exército Português, derivado do Inglês, também foi adotado. Com essa base, constituíram-se as estampas que vieram a ser as precursoras dos 1º e 2º Uniformes dos alunos da Escola de Sargentos, no ano de 1894, os quais foram utilizados durante o período em que o curso de formação funcionou na Fortaleza de São João. [85]

Com base nos regulamentos de uniformes do Exército de 1894 e no da Escola de Sargentos, também, de 1894, a ESA propôs a criação do 1º Uniforme Escolar do CFS (uniforme de gala) e do sabre de Sgt Max Wolf para serem utilizados, por todos os alunos dos CFS. Uniforme e sabre que remontam à época de criação da Escola no ano de 1894, nos moldes do Decreto Nr 1.729, de 11 de junho daquele mesmo ano.

Os estabelecimentos de ensino formadores de sargentos de carreira devem, também, cultuar e manter vivas as tradições do passado. Para isso, foi instituído o 1º uniforme escolar do ano de criação dos CFS, que foram utilizados pelos pioneiros na Era da Fortaleza de São João (Urca).

O uso do 1º Uniforme Escolar (de gala) é permitido em bailes de formaturas, cerimônias e eventos comemorativos de datas relevantes para o país e para o Exército, na recepção de autoridades, desfiles, em guardas de honra e em guardas bandeira.

O Sabre "Sgt Max Wolf Filho"Editar

 
Recorte da Estampa 170 - Escola de Sargentos - Uniformes do Exercito brasileiro, 1730-1922 - Obra commemorativa do Centenario da Independencia do Brasil

O sabre-baioneta do Fuzil Mauser Modelo 1894, assemelha-se ao sabre usado, no uniforme de gala, por alunos da Escola de Sargentos criada nesse mesmo ano. Tal fato pode ser comprovado pela figura pintada em aquarela constante da estampa 170 da Publicação Oficial do Ministério da Guerra comemorativa do Centenário da Independência do Brasil[86], mais conhecida como Uniformes do Exército Brasileiro, 1730 – 1922, organizada por Gustavo Barroso.

Além disso, o fato mais relevante é que o mencionado sabre foi usado pelo Sargento Max Wolf Filho durante a Revoluções de 1930 e a Revolução Constitucionalista de 1932. Em 1930, Wolf se alistou aos dezenove anos, no 15º Batalhão de Caçadores (atual 20º Batalhão de Infantaria Blindado), em Curitiba-PR. No ano seguinte, foi transferido para o 3º Regimento de Infantaria localizado no Rio de Janeiro-RJ. Em 1932, já promovido a Cabo, combateu a Revolução Constitucionalista, sob o comando do Capitão Euclides Zenóbio da Costa, tendo sido ferido gravemente. Após isso, foi promovido a 3º Sargento, por sua coragem e destemor. Conquistou, assim, a estima e a confiança de seu comandante de subunidade na época e seu futuro Comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Insígnia de AlunoEditar

A insígnia do aluno durante a história do curso de formação de sargentos teve vários formatos e foi utilizada de várias formas nos uniformes do Exército.

No período de 31 de dezembro de 2000 a 1º de junho de 2015, a insígnia do Aluno do Curso de Formação de Sargentos era uma estrela singela vazada.[87]

 
Insígnia do Aluno do Curso de Formação de Sargentos do Exército (CFS EB) de 1999 a 2015, respectivamente usadas nos 3º B, 3ºD e 4º uniformes.

Em meados do ano de 2015 a insígnia passou a ser descrita como:

"uma estrela singela, vazada, encimada por divisas correspondentes à graduação de cabo, sobre um suporte formado por um escudete antigo, estilizado e reverso"[88]

 
Insígnia Plastificada de Aluno do Curso de Formação de Sargentos de Carreira
 
Insígnia do 8º Uniforme de Aluno do Curso de Formação de Sargentos de Carreira
 
Insígnia do 1º Uniforme A1-CFS de Aluno do Curso de Formação de Sargentos de Carreira

Revista "O Monitor"Editar

A Revista "O Monitor" foi criada em meados da década de 1940 pelo Comandante da Escola de Sargentos das Armas em conjunto com o Grêmio da ESA, a fim de manter o aprimoramento da cultura geral, proporcionar momentos de distração mental e física aos alunos, além de trazer conhecimentos e preservar a história da Escola em relatos e fotos, mantendo, assim, suas tradições e seus valores.

Em dezembro de 1949, surgiu a primeira edição da revista que, na época, teve na capa a impressão: "A E. S. A." como continuação e lembrança da antiga "A E. S. I.", órgão da Escola de Sargentos de Infantaria.[66]

Até o edição do ano de 1982 a revista recebeu o nome de "O Monitor em Revista".[89]

Símbolos da Formação do Sargento CombatenteEditar

Quepe do SargentoEditar

 
Quepe do Uniforme 5º A1 de Sargento do Exército Brasileiro

Divisa de 3º SargentoEditar

 
Divisa do 3º Sargento do Exército Brasileiro


Quaderna do Curso de Formação de Sargentos de CarreiraEditar

 
Quaderna do Curso de Formação de Sargentos do Exército Brasileiro

Nas palavras do General de Exército João Camilo Pires de Campos, durante a Formatura de Diplomação da Turma CFS/2017, este definiu a Quaderna:

"Representa o Curso de Formação de Sargentos com as cores do Exército do Brasil, composto por 4 meias luas crescentes, entrelaçadas por elos, que faz lembrar que o sargento é o elo entre a tropa e o comando." - General de Exército João Camilo Pires de Campos, 2017[90]

Compromisso do SargentoEditar

O Dístico Juramental do Sargento foi aprovado no dia 1º de março de 1954, pelo General de Exército Euclides Zenóbio da Costa, Ministro da Guerra. O dístico foi elaborado pelo Coronel Moacyr Araújo Lopes, Comandante da ESA.[67]

 
Juramento Original do Sargento - Escola Sargentos das Armas - ESA

Texto original do Juramento do Sargento, de 1953:

"Ao receber o Diploma da Escola de Sargentos das Armas - confirmo o meu compromisso à Bandeira Nacional-e, pela minha honra, prometo ainda - exercer com dignidade e zêlo as funções de sargento do Exército - ligando-me ao oficial pela lealdade, efetividade e respeito - ao soldado pelo exemplo - pela aptidão, firmeza de atitudes e amizade-e aos meus companheiros pela sã camaradagem - tudo fazendo pela eficiência e grandeza do Exército Brasileiro, na paz e na guerra" - Coronel Moacyr Araújo Lopes, 1953

Condecorações Recebidas pela ESAEditar

  1. Comenda da Ordem do Mérito Militar - em 1971
  2. Comenda da Ordem do Mérito Aeronáutico
  3. Medalha da Vitória (Brasil)
  4. Medalha Osório - O Legendário
  5. Medalha Ex-Combatentes - Medalha Heróis Expedicionários do Ceará
  6. Comenda da Ordem do Mérito Naval - em 11 de junho de 2018

Antigos Comandantes e AtualEditar

Antigos comandantes da ESA[91]
Ordem Posto Arma Nome Início Término
Oficiais Superiores
1 Tenente Coronel Infantaria Miguel Cardoso 04/01/1946 11/10/1947
2 Coronel Infantaria Miguel Lages Sayão 11/10/1947 28/08/1952
3 Coronel Artilharia Moacyr Araujo Lopes 02/10/1952 02/12/1954
4 Coronel Artilharia Ramiro Gorreta Junior 02/12/1954 06/11/1957
5 Coronel Infantaria Agenor Monte 06/11/1957 18/04/1960
6 Coronel Infantaria Evandro Conceição Del Corona 05/05/1960 25/09/1961
7 Coronel Cavalaria Gilberto Pessanha 25/09/1961 25/04/1964
8 Coronel Infantaria Edgard Catunda Gondin 25/04/1964 21/06/1966
9 Coronel Artilharia Geraldo Magarinos de Souza Leão 21/06/1966 15/05/1969
10 Coronel Artilharia José Ferreira Dias 14/05/1969 11/01/1972
11 Coronel Infantaria Renato Neves Gonçalves Pereira 11/01/1972 10/08/1973
12 Coronel Cavalaria Nilson Vieira Ferreira de Mello 10/08/1973 15/07/1975
13 Coronel Cavalaria Clovis Jacy Burmann 15/07/1975 27/01/1978
14 Coronel Cavalaria Iv Henrique e Guimarães 27/01/1978 28/01/1980
15 Coronel Infantaria Waldstein Iran Kümmel 28/01/1980 14/01/1983
16 Coronel Infantaria José Siqueira Silva 14/01/1983 11/01/1985
17 Coronel Artilharia Mário Jorge Iglesias Vallim 11/01/1985 29/01/1987
18 Coronel Infantaria Reynaldo Paim Sampaio 29/01/1987 03/02/1989
19 Coronel Artilharia Roberto Luiz Calheiros de Cerqueira 03/02/1989 01/02/1991
20 Coronel Infantaria José Carlos Codevila Pinheiro 01/02/1991 29/01/1993
Oficiais Generais
1 General de Brigada Oacyr Pizzotti Minervino 29/01/1993 27/01/1994
2 General de Brigada Eden Lucas Pereira 27/01/1994 19/01/1995
3 General de Brigada Sérgio Pedro Coelho Lima 19/01/1995 07/03/1997
4 General de Brigada Marco Antonio Tilscher Saraiva 07/03/1997 26/03/1999
5 General de Brigada Jarbas Bueno da Costa 26/03/1999 30/01/2001
6 General de Brigada Ubiratan Pereira Pillar 30/01/2001 14/02/2003
7 General de Brigada José de Oliveira Sousa 14/02/2003 14/12/2004
8 General de Brigada Araken de Albuquerque 14/12/2004 05/12/2007
9 General de Brigada Celso José Tiago 05/12/2007 02/12/2009
10 General de Brigada Fernando Vasconcellos Pereira 02/12/2009 13/12/2011
11 General de Brigada Luiz Carlos Pereira Gomes 13/12/2011 25/04/2014
12 General de Brigada Marcos André da Silva Alvim 25/04/2014 17/12/2015
13 General de Brigada Vinicius Ferreira Martinelli 17/12/2015 15/12/2017
14 General de Brigada Adilson Giovani Quint 15/12/2017 Até hoje


Referências GeraisEditar

  1. «Sobre o Curso». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
  2. «Sobre o Curso». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
  3. a b «Decreto nº 1.199, de 31 de Dezembro de 1892 - Publicação Original - Portal Câmara dos Deputados». www2.camara.leg.br. Consultado em 10 de maio de 2018 
  4. «DECRETO-LEI Nº 7.888, DE 21 DE AGOSTO DE 1945 - Publicação Original - Portal Câmara dos Deputados». www2.camara.leg.br. Consultado em 10 de maio de 2018 
  5. Portaria nº 194, 9/5/2017, do SGEx. «Boletim do Exército nº 19/2017». Boletim do Exército. 12 de maio de 2017. Consultado em 5 de junho de 2019 
  6. «Boletim Interno do 14º RC». Boletim Interno nº 01. 2 de janeiro de 1918 
  7. «Boletim Interno do 14º RC». Boletim Interno do 14º RC nº 157. 19 de junho de 1918 
  8. Falecido em 17 de novembro de 1944, em missão de reconhecimento. Souza, 1982 (p.162)
  9. RIBEIRO, Cap Nelson Branco (2000). 4º Regimento de Cavalaria Divisionário e sua História. [S.l.: s.n.] 
  10. Oliveira Lima, Frederico Alexandre. «Da Cultura 29». calameo.com. FUNCEB. Consultado em 18 de março de 2019 
  11. Boletim Interno da ESA, de 1º de novembro de 1949
  12. «Decreto Numerado 27543, de 05/12/1949, Publicação Original [Diário Oficial da União de 07/12/1949] (p. 16995, col. 3)». legis.senado.gov.br. Consultado em 18 de maio de 2018 
  13. «DECRETO-LEI Nº 4.130, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1942 - Publicação Original - Portal Câmara dos Deputados». www2.camara.leg.br. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
  14. Felipe Alves, Coronel Paulo Sérgio; Nadaln, Capitão Edson Luiz (2015). Das Origens do Sargento e Seus Aperfeiçoamento nos Dias Atuais. Cruz Alta/RS: Fundação Trowposki 
  15. Alves, Paulo Sérgio Felipe; Nadalin, Paulo Sérgio Felipe (2015). Das origens do sargento ao seu aperfeiçoamento nos dias atuais. Rio de Janeiro: Fundação Trompowsky 
  16. Portaria nº 277/2017, de 13 de dezembro de 2017, do Chefe do Departamento e Educação e Cultura do Exército.
  17. a b c d e f g h «Boletim do Exército». Separata ao Boletim do Exército nº 48/2014 - Portaria nº 1441/2014-Cmt EB, de 24/11/2014 - Regulamento da Escola de Sargentos das Armas (EB10-R-05.006). 24 de novembro de 2014 
  18. a b c d e Regimento Interno da ESA, publicado no BI nº 99/DETMil, de 29 dez 2016
  19. Portaria Ministerial nº 150, do Estado Maior do Exército, datada em 28 de novembro
  20. «Portaria nº 443-EME, de 11 de outubro de 2017». www.google.com. Secretaria-Geral do Exército. 20 de outubro de 2017. Consultado em 10 de maio de 2018 
  21. a b c d «Escola de Sargentos das Armas». concurso.esa.eb.mil.br. Consultado em 17 de julho de 2019 
  22. «CURSO DE CAVALARIA REALIZOU 1º ELD 2018». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
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  24. «Curso de Cavalaria da Escola de Sargentos das Armas». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
  25. «Curso de Artilharia - ESA-Escola de Sargentos das Armas». www.esa.eb.mil.br. Consultado em 23 de junho de 2019 
  26. «Curso de Engenharia da ESA». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
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  28. Portarias nº 107 - 1ª SCh/EME-Res, de 28 de julho de 2005
  29. Portarias nº 101 - EME-Res, de 28 de julho de 2005
  30. «C ART E C COM REALIZARAM O 1ºTURNO DA SIESP». Escola de Sargentos das Armas. Consultado em 1 de janeiro de 2019 
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