Abrir menu principal
Emblem-scales.svg
A neutralidade deste artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão deste artigo.
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde agosto de 2018). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Searchtool.svg
Esta página ou seção foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde julho de 2016). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.

A escravidão do salário ou escravidão assalariada é a situação na qual a vida de uma pessoa depende de um salário. É um termo pejorativo usado para fazer uma analogia entre escravidão e trabalho assalariado. No regime de escravidão, os escravos são forçados, coagidos fisicamente a trabalhar em benefício alheio, recebendo em troca apenas comida. Os trabalhadores assalariados, por sua vez, são privados dos meios de produção, que lhe são necessários para prover sua própria sobrevivência. Assim, também são forçados a trabalhar em benefício dos proprietários dos meios de produção (fábricas, terras, etc.), em troca de uma remuneração que é sempre inferior ao valor do trabalho realizado (ver mais-valia). Em contrapartida, os que possuem bens podem se dar ao luxo de empregar outros para que ganhem para si seu sustento. Para esses autores, o trabalho assalariado se assemelha a uma escravidão de aluguel, onde o trabalhador é impelido à escravidão pela pobreza, em lugar de pelo chicote. No ano 2016 A organização Acordo Coletivo ligada ao SindiPetro referiu-se em seu site á um amálgama cunhado como assalariescravo, diz o texto que: “todo trabalhador que deixa de produzir algo de seu prazer, vende sua força de trabalho a outrem, e em troca disso recebe apenas o valor do sal suficiente para sua sobrevivência, chegou a tal miséria que submete-se a ser um assalariescravo. […] Antes seres humanos eram tirados de sua pátria para trabalharem contra a sua vontade. Hoje eles se entregam por um prato de comida ao dia!”; trechos referidos ao autor Angelo de Los Santos.[1]

Segundo estes autores, a escravidão do salário só será abolida com o fim da propriedade privada sobre os meios de produção. Após isto, todos poderiam ter acesso aos recursos necessários para ganhar o próprio sustento, sem a necessidade de se submeter à exploração de terceiros.

Contudo, há autores capitalistas que afirmam que com o fim da propriedade privada apenas se abririam novos meios de exploração, sendo, assim, a escravidão do salário um sofisma, pois sem o dinheiro para dar liberdade ao homem, voltar-se-ia ao chicote, à exploração direta. Alguns autores que advogam o fim da escravidão assalariada contra-argumentam que se a liberdade dos indivíduos é dada pelo dinheiro, os indivíduos não têm liberdade enquanto indivíduos, mas apenas enquanto detentores de dinheiro. Se os indivíduos são livres não por si, mas por outra coisa (o dinheiro, o salário), eles não são livres, mas escravos dessa coisa e daqueles que detém essa coisa (os capitalistas).

Os regimes chamados "socialistas"Editar

As tendências comunistas e anarquistas que colocam a escravidão assalariada no centro da sua crítica do capitalismo entendem que todos os regimes chamados "socialistas" são uma forma de capitalismo, capitalismo de Estado, porque esses regimes se caracterizam pelo fato de o Estado assumir a forma de uma empresa colossal (propriedade privada do tamanho de um país) que priva a população do acesso aos meios de produção e obriga-a a vender sua força de trabalho ao Estado em troca do salário (dinheiro, bônus de trabalho ou até mesmo remuneração in natura) para sobreviver e, com isso, o Estado extrai mais-valia e acumula capital como todas as demais empresas capitalistas.

Cooperativas, sindicalismo e auto-gestãoEditar

Alguns ativistas sociais contestam o sistema de mercado ou sistema de preços de trabalho assalariado, historicamente têm considerado sindicalismo, cooperativa de trabalhadores, auto-gestão dos trabalhadores e controle operário como possíveis alternativas ao actual sistema de salários.[2][3][4][5]

Ver tambémEditar

Referências

  1. DE LOS SANTOS, Angelo (10 de agosto de 2016). «ESCRAVIDÃO DO SALÁRIO». Acordo Coletivo - SindiPetro/RJ. Consultado em 2 de março de 2019 
  2. htt://globetrotter.berkeley.edu
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 13 de abril de 2019. Arquivado do original em 29 de dezembro de 2010 
  4. [1]
  5. Geoffrey Ostergaard p. 133"

Predefinição:Miséria

  Este artigo sobre economia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.


  Este artigo sobre Anarquismo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

.