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Espadim de oficiais italianos

Espadim é uma espada em escala reduzida de uma maior, com todas as suas características, em geral, aparatosa.[1] Nas academias militares de diversos países é comum a sua utilização pelos aspirantes a oficial, é uma espada originária da rapieira.

No Brasil, a primeira cerimônia de recebimento de espadins ocorreu em 1932, na antiga Escola Militar de Realengo a partir de 1944, na Academia Militar da Agulhas Negras (AMAN) em Resende. O objetivo é representar o cadete a um aprendiz dos oficiais, o qual estava sendo preparado para o comando; e não a significação de nobreza, como acontecia nos Impérios Europeus. Ao adotar seu uso o Exército Brasileiro homenageou seu patrono o Marechal Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, confeccionando o espadim como uma réplica da espada deste militar.Nas Policias e Corpos de Bombeiros Militares, o Espadim recebe o nome de seus patronos, sendo conhecido como“Espadim Tiradentes” nas Polícias Militares, e de “Espadim D. Pedro II” nos Corpos de Bombeiros Militares sendo entregue ao cadete após ser concluído o primeiro ano de curso.

Espadim

O Espadim Tiradentes, constituído pela união harmônica do aço, do ouro e do marfim, trás em sua lâmina a inscrição em latim "Pro-lege Vigilanda”, que significa para vigilância da lei, e é conferido ao Cadete da Polícia Militar do Maranhão como símbolo da autoridade, da honra e da dignidade, como referência e culto à memória do Mártir da Inconfidência Mineira, Alferes da Tropa de Cavalaria de Minas, Joaquim José da Silva Xavier, cognominado Tiradentes, Patrono das Polícias do Brasil, conforme estabelecido no Decreto nº 9.208, de 29 de abril de 1946.

O Espadim, portanto é muito mais que uma arma, é símbolo de conquista, de realização, de honra e de dignidade é de grande valor destacar a tradição que esta arma representa sendo justo o orgulho de quem a ostenta mesmo comparada a outras. Como escreveu Machado de Assis em sua obra Memórias póstumas de Brás Cubas “Nunca mais deixei de pensar comigo que o nosso espadim é sempre maior do que a espada de Napoleão”.

No BrasilEditar

 
Academia Militar das Agulhas Negras, cerimônia de graduação dos novos cadetes. Resende, RJ.

Na Academia Militar das Agulhas Negras em Resende, onde se formam os oficiais para o Exército do Brasil, os cadetes recebem um espadim de Caxias, uma cópia em escala reduzida do sabre de Luís Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias. Esse espadim é utilizado pelo cadete em todas as solenidades e faz parte do uniforme de gala durante a sua formação acadêmica. Quando o cadete se forma, é nomeado Aspirante a Oficial, recebendo a espada de oficial. Décadas depois, se for promovido por escolha ao círculo dos oficiais-generais, recebe do Presidente da República, ou de seu representante legal, uma réplica em mesma escala do sabre de Caxias. O espadim também é simbolo dos Aspirantes da escola Naval (note que os alunos da escola naval tem umas designações diferentes dos demais, aspirante enquanto aluno e Guarda Marinha quando ele está na eminencia de ser nomeado segundo tenente, que é o primeiro posto do oficialato das Forças Armadas do Brasil). O espadim é entregue aos aspirantes da Escola Naval na ocasião da data comemorativa da batalha do Riachuelo (11 de Junho) e para esta data também é usado pela única vez no ano o uniforme com a combinação do Azul com a calça branca esta combinação e também chamado de Alexandrino. O espadim é depositado no patio da escola no final do curso para oficiais e é preparado então a festa cerimonia de formatura quando então os já oficiais receberam a espada de tamanho normal (espadão como é as vezes chamado).

Ver tambémEditar

Referências

  1. espadim in Dicionário infopédia da Língua Portuguesa [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2018. [consult. 2018-06-26 15:48:45]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/espadim
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