Diferenças entre edições de "Ayrton Senna"

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{{Cquote|''"Eu lembro de um fim de semana em Ímola em que eu fui para a pista e marquei o tempo. Ele saiu e foi um pouquinho mais rápido. Eu saí de novo e fui um pouqunho mais rápido que ele. Ele saiu e novamente foi um pouco mais rápido que eu e, daí, eu fui à frente, depois para trás -- como ping pong -- até o fim da qualificação. Era o último conjunto de pneus e ele estava sentado no seu carro, eu no meu, e ele saiu do carro, andou em volta do meu e disse: "Ouça, vai ser muito perigoso daqui para a frente." e eu respondi: "E daí? Vamos lá!"''}}
* A interrupção do GP de Mônaco de 1984, pouco antes de Prost ser ultrapassado, foi considerado por Senna como uma manobra do então presidente da FIAFISA, Jean-Marie Balestre, para "ajudar" seu compatriota francês. Pelo regulamento, naquelas condições, os pontos foram computados pela metade, ou seja, Prost somou 4,5 pontos e não 9. Por ironia do destino ele perdeu o campeonato para Lauda por apenas meio ponto na soma total.
 
* Sempre que vencia uma corrida, Senna buscava - e alguém sempre lhe entregava - uma bandeira do Brasil que ele fazia tremular durante a volta da vitória. Essa atitude tornou-se uma marca registrada do piloto tanto que a Prefeitura de São Paulo resolveu, em 1995, homenageá-lo com uma escultura da artista Melinda Garcia, colocada na entrada do Túnel Ayrton Senna (veja acima) que passa sob o [[Parque Ibirapuera]]. A obra de 5,0 m em bronze denominada "Velocidade, Alma, Emoção" infelizmente já sofreu a ação de vândalos que roubaram a bandeira. Esta peça foi desenvolvida tendo como base o carro de Fórmula I de Ayrton Senna, com a finalidade de cumprir uma homenagem ao ídolo em três objetivos:
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