Diferenças entre edições de "Partido Democrático Trabalhista"

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Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 15 de maio de 1980, Caderno B. P. 1
 
=== Década de 80 ===
 
Logo após um ano de existência, nas primeiras eleições gerais diretas (com exceção do cargo de Presidente da Republica) o PDT se apresenta como o terceiro maior partido brasileiro, ficando atrás somente dos partidos tradicionais, [[PDS]] (substituto da [[ARENA]]) e [[PMDB]] (substituto do [[MDB]]), se apresentando como a primeira força de esquerda do país, posição que manterá
Durante a eleição indireta, o PDT apóia a eleição do candidato do PMDB, [[Tancredo Neves]], que consegue a vitória graças à dissidência da candidatura governista, a chamada [[Frente Liberal]], que insatisfeita com a escolha do candidato do PDS, [[Paulo Maluf]], apoiou a candidatura de Tancredo Neves.
 
Em [[1985]], nas eleições municipais, Saturnino Braga é eleito Prefeito do Rio de Janeiro pelo PDT, fazendo com que o partido controle o estado e sua capital.
 
Em [[1986]], o presidente [[José Sarney]] lança o [[Plano Cruzado]], criticado abertamente por Brizola. Após sucesso inicial do plano com e estancamento da crise econômico-financeira pela qual o pais passava, o partido do presidente, o PMDB elege 22 dos 23 governos estaduais.
Apesar da boa avaliação do PDT, o partido não consegue eleger o sucessor de Brizola. Pouco tempo depois das eleições, o plano se mostra um fracasso, confirmando as declarações de Brizola, e a crise volta.
 
No segundo turno o PDT apóia a candidatura de Lula, que perde a eleição para o candidato conservador do pequeno [[PRN]], [[Fernando Collor de Melo]] apoiado pelas forças conservadoras e com grande apoio da mídia (lembre-se a edição manipulada do último debate presidencial a favor de Collor pela [[Rede Globo]]).
 
=== Década de 90 ===
 
Nas eleições gerais de 1990, o PDT elege 3 governadores, [[Leonel Brizola]] no [[RJ]], [[Alceu Collares]] no [[RS]], e [[Albuíno Azeredo]] no [[ES]].
==Situação atual==
 
Os recentes anos do PDT caracterizam-se pela busca de um novo posicionamento político e ideológico após o falecimento de seu principal líder e fundador - o ex-governador Leonel Brizola.
 
== Década de 2000 ==
Com seu último grande esvaziamento, o PDT soma apenas 6,6% dos votos nacionais nas eleições municipais, ficando apenas como o sétimo maior partido nacional, caindo na classificação de partido de porte médio.
 
Em [[2001]], após serem expulsos do [[PSDB]], os irmãos Senadores [[Alvaro Dias]] e [[Osmar Dias]], do Paraná, ingressam no PDT por convite de Leonel Brizola.
 
Nas eleições de [[2002]], o PDT resolve não lançar candidato a presidente, porém forma a Frente Trabalhista com o [[PPS]] e o [[PTB]] apoiando a candidatura de [[Ciro Gomes]] que obtém somente a quarta colocação. No segundo turno, o PDT resolve apoiar o candidato do PT, Lula, que vence a eleição contra o candidato da situação, [[José Serra]] do [[PSDB]].
Em relação às eleições estaduais, o partido volta a eleger um governador com [[Waldez Goes]] pelo estado do [[Amapá]] e uma bancada de apenas 19 deputados federais.
 
Com a posse de [[Lula]], em janeiro de [[2003]], este convida o PDT é convidado para formar seu ministério, cabendo ao PDT o [[Ministério das Comunicações]], tendo como seu ministro, o então deputado federal [[Miro Teixeira]]. Por discordar desse apoio, o Senador Alvaro Dias deixa o partido.
Após um ano de mandato, o PDT discordando da política adotada por Lula rompe como governo e devolve todos os cargos aos quais ocupava no governo federal, passando a ser oposição.
 
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