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Durante o reinado de [[Filipe III de França|Filipe III]], o castelo conheceu uma importante ampliação; foram construídas novas salas sem um real fim defensivo, como a Sala São Luís ([[1230]]-[[1240]]). Este monarca transferiu, igualmente, o tesouro Real, dando um novo carácter à fortaleza.
 
Contudo, seria apenas no reinado de [[Carlos V de França|Carlos V]] que o palácio se tornaria definitivamente residência Real. Depois de ter reprimido a revolta do [[preboste]] dos mercadores, [[Étienne Marcel]], o monarca terminou uma nova muralha para proteger a cidade, a qual já se encontrava consideravelmente desenvolvida extra-muros. O Louvre, anteriormente situado fora das muralhas de Filipe II, fica incluído neste novo sistema defensivo. O palácio toma agora uma dupla função: além do seu papel protector, torna-se numa das residências do Rei, juntamente com o [[Château de Vincennes]] entre outras.
 
Arquitectonicamente, aparecem novidades, nomeadamente uma grande escadaria helicoidal inserida na parede da torre de menagem, chamada de ''la grande vis'' (o grande parafuso), a qual foi decorada com esfíngies da Família Real. O Louvre abre-se, assim, sobre a cidade que se torna nesta época um importante centro de luxo. Carlos V, grande amante das artes, transferiu uma parte da sua [[biblioteca]] para a torre da Livraria. De acordo com um inventário de [[1373]], esta compreende mais de 12.000 manuscritos e divide-se em três salas: uma consagrada aos tratados governamentais, outra aos romances e a última aos livros religiosos. Uma outra parte da biblioteca de Carlos V encontrava-se no Château de Vincennes.