Diferenças entre edições de "O Mundo como Vontade e Representação"

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{{Wikificação|data=Fevereiro de 2008}}
'''O mundo como vontade e representação''' é a grande obra de [[Schopenhauer]], composta por quatro livros (mais o apêndice da crítica da filosofia kantiana), e publicada em 18181819 [http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Schopenhauer_Die_Welt_als_Wille_und_Vorstellung_1819.jpg#Beschreibung]. O primeiro [[livro]] é dedicado à [[teoria]] do conhecimento ("O mundo como representação, primeiro ponto de vista: a representação submetida ao princípio de razão: o objeto da experiência e da ciência."); o segundo, à [[filosofia]] da [[natureza]] ("O mundo como vontade, primeiro ponto de vista: a objetivação da vontade"); o terceiro, à [[metafísica]] do [[Beleza|belo]]( "O mundo como representação, segundo vista: a representação independente do princípio de razão. A idéia platônica, objeto da arte"); e o último, à [[ética]] ("O mundo como vontade, segundo ponto de vista: atingindo o conhecimento de si, afirmação ou negação da vontade"). Toda sua produção posterior pode ser definida como comentários e acréscimos aos temas ali tratados.
 
"O mundo é a minha representação": com estas palavras Schopenhauer inicia essa sua principal obra filosófica. A tese básica de sua concepção filosófica é a de que o mundo só é dado à percepção como representação: o mundo, pois, é puro fenômeno ou representação. O centro e a essência do mundo não estão nele, mas naquilo que condiciona o seu aspecto exterior, na "coisa em si" do mundo, a qual Schopenhauer denomina "vontade" (o mundo por um lado é representação e por outro é vontade). O mundo como representação é a "objetividade" da vontade (vontade feita objeto - submetida ao princípio formal do conhecimento, o princípio de razão). Essa objetividade se faz em diferentes graus, passando pelas forças básicas da natureza, pelo mundo orgânico, pelas formas de vida primitivas e avançadas, até chegar no grau de objetividade mais alto por nós conhecido, o ser humano. Entre o objeto e a vontade há um intermediário, o qual Schopenhauer identifica com a "idéia platônica". A idéia é a "objetivação adequada da vontade" em determinado grau de objetivação. Esses graus crescem em complexidade, cada um objetivando a vontade de forma mais completa e detalhada.
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