Diferenças entre edições de "Montanha (Revolução Francesa)"

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Após a queda de [[Maximilien de Robespierre]] e seus partidários em [[27 de Julho]] de [[1794]], os Montanheses (que se costumou qualificar de "Montanheses do Ano III", em contraposição aos Montanheses « Dantonistas », que se tinham aliado aos moderados do '''Marais'''), cada vez menos numerosos, tentaram opor-se à Convenção « Thermidoriana », mas em vão. Foram em grande parte eliminados após as insurreições do 12 Germinal do Ano III e a insurreição do 1º [[Pradial]] do Ano III.
 
Sob a [[Segunda República Francesa|Segunda República]], os deputados da extrema esquerda ([[Armand Barbès]], [[Alexandre Ledru-Rollin|Alexandre-Auguste Ledru-Rollin]]) retomaram o nome de '''Montanha''' para designar seu grupo político, enquanto que os realistas legitimistas mais exaltados, partidários de « um apelo ao povo » e convencidos que o sufrágio universal terminaria por restabelecer a [[Monarquia]], adotou o nome de « Montanha Branca »<ref>Stéphane Rials, ''Révolution et contre-révolution au XIXe siècle'', DUC/Albatros, Paris, 1987, p. 155, e R. Huard, « Montagne rouge et Montagne blanche en Languedoc-Roussillon sous la Seconde République », em ''Droite et gauche de 1789 à nos jours'', Publicações da Universidade Paul-Valéry, Montpellier III, 1975, pp. 139-160.</ref>.
 
== Bibliografia ==
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