Diferenças entre edições de "Aborto"

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(organização, observações e remanejamento de parágrafo p/ verbete "síndrome pós-aborto")
of adults born from unwanted pregnancies, their siblings, and matched controls; A 35-year follow-up study from Prague, Czech Republic. Journal of Nervous and Mental Disease, 190, 653-552.</ref>
 
Uma argumentação contrária, entretanto, seria que, mesmo que sejam encontradas correlações estatísticas entre gravidezes indesejadas e situações consideradas psicologiamente ruins para as crianças nascidas, esta situação não pode ser comparada com a de crianças abortadas, visto que estas não estão vivas. Uma "situação de vida" não seria passível de comparação com uma "situação de morte", visto a inverificabilidade desta enquanto situação possivelmente existente (a chamada "vida após a morte") pelos métodos científicos disponíveis. Como não se pode estipular se uma situação ruim de vida, por pior que fosse, seria pior que a morte, o aborto, no caso, não poderia ser apresentado como solução, visto que não dá a capacidade de escolha ao envolvido, enquanto ainda é um feto. {{sem fontes|data=Janeiro de 2009}}
 
===Conseqüências para a sociedade===
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