Diferenças entre edições de "Traumatismo craniano"

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Somente dessa forma pode-se considerar que os resultados obtidos através do uso de meios terapêuticos estudados no grupo teste, são realmente fidedignos, ou seja, seriam também conseguidos se fossem realizados no grupo controle.
 
Assim sendo, foram selecionados todos os trabalhos com controles randomizadosaleatorizados sobre intervenções no tratamento e reabilitação do trauma cranioencefálico presentes no banco de dados do Cochrane Institute (instituição reconhecida mundialmente, especializada na análise de trabalhos randomizadosaleatorizados) publicados antes de Dezembro 1998. Foram utilizados 208 trabalhos escolhidos entre 370 artigos, dentro dos quais participaram 16.613 pacientes.
 
A média de participantes por trabalho foi de 82. O maior trabalho –1.156 participantes – tinha como conduta dar informações adicionais, orientações e suporte aos pacientes. O maior trabalho utilizando um medicamento teve 1.120 pacientes, e o medicamento mais utilizado em todos os trabalhos foi o corticosteróide – um hormônio que é natural dos seres humanos e que está relacionado com a diminuição de processos inflamatórios que podem vir a danificar ainda mais as áreas previamente lesadas.
É estimado que por volta do ano 2020, os acidentes de trânsito serão a terceira causa de perda de anos por incapacidade física em todo mundo. Atualmente, muitos milhões de pessoas sofrem traumatismos cranioencefálicos, que muitas vezes também vêm acompanhados de traumas medulares, sendo que existem, infelizmente, poucos tratamentos com benefícios comprovados.
 
Se por exemplo, houvesse um tratamento capaz de beneficiar 5% dessa população, o tratamento de um milhão de indivíduos iria proteger 50.000 pessoas da morte e/ou da incapacidade física. Uma das formas de se conseguir conclusões fidedignas sobre tratamentos seria através da realização de grandes estudos randomizadosaleatorizados e controlados, onde os resultados estariam mais perto de salvar milhares de pessoas em todo mundo.
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