Diferenças entre edições de "Montanha (Revolução Francesa)"

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Dominando a Convenção e o Comitê de Salvação Pública, impuseram uma política de [[Terror (Revolução Francesa)|Terror]]. Os Montanheses cindiram-se então em diversas correntes distintas, os partidários de uma aliança com o Povo e de medidas sociais - liderados por [[Maximilien de Robespierre]] - e os partidários de um "Terror" pontual - liderados por [[Georges-Jacques Danton]].
[[ImageFicheiro:Gjdanton.jpg|thumb|180px|Danton, Ministro da Justiça em 7 de Setembro de 1792.]]
Muitos deputados montanheses ainda estavam próximos aos "'''[[Enragés (Revolução Francesa)|Enragés]]'''" de [[Jacques Roux]] ou aos "'''[[Hébertistes]]'''" chefiados por [[Jacques René Hébert]].
 
Sob a [[Segunda República Francesa|Segunda República]], os deputados da extrema esquerda ([[Armand Barbès]], [[Alexandre Ledru-Rollin|Alexandre-Auguste Ledru-Rollin]]) retomaram o nome de '''Montanha''' para designar seu grupo político, enquanto que os realistas legitimistas mais exaltados, partidários de « um apelo ao povo » e convencidos que o sufrágio universal terminaria por restabelecer a [[Monarquia]], adotou o nome de « Montanha Branca »<ref>Stéphane Rials, ''Révolution et contre-révolution au XIXe siècle'', DUC/Albatros, Paris, 1987, p. 155, e R. Huard, « Montagne rouge et Montagne blanche en Languedoc-Roussillon sous la Seconde République », em ''Droite et gauche de 1789 à nos jours'', Publicações da Universidade Paul-Valéry, Montpellier III, 1975, pp. 139-160.</ref>.
 
== Bibliografia ==
*Alphonse Esquiros, ''Histoire des Montagnards'', Librairie de la Renaissance, Paris, 1875 (edição de), 543&nbsp;p.
*[[Albert Mathiez]], ''Girondins et Montagnards'', 1ª edição : Firmin-Didot, Paris, 1930, VII-305&nbsp;p. –&nbsp; Réédition en fac-simile&nbsp;: Éditions de la Passion, Montreuil, 1988, VII-305&nbsp;p. {{ISBN|2-906229-04-0}}
*Jeanne Grall, ''Girondins et Montagnards : les dessous d'une insurrection : 1793'', Éditions Ouest-France, Rennes, 1989, 213&nbsp;p. {{ISBN|2-7373-0243-9}}
 
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