Abrir menu principal

Alterações

85 bytes adicionados, 16h58min de 30 de março de 2009
sem resumo de edição
Em relação à forma de tocar, Gillespie construiu a sua interpretação a partir do estilo "saxofónico" de [[Roy Eldrige]] indo depois muito além deste. As suas marcas pessoais eram o seu trompete (com a campânula inclinada 45º em vez de ser a direito) e as suas bochechas inchadas (tradicionalmente os trompetistas são ensinados a não fazer “bochechas”).
 
Para além do seu trabalho com Parker, Dizzy Gillespie conduziu pequenos agrupamentos e ''[[big bandsband]]s'' e aparecia frequentemente como solista com a ''Norman Granz's Jazz at the Philharmonic''. No início da sua carreira tocou com [[Cab Calloway]], que o despediu por tocar “música chinesa”, a lendária ''[[big band]]'' de ''Billy Eckstine'' deu a estas [[Harmonia (música)|harmonias]] atípicas uma melhor cobertura.
 
Nos anos [[1940]], Gillespie liderou o movimento da música Afro-Cubana, trazendo elementos [[Música da América latina|latinos]] e [[Música da África|africanos]] para o jazz, e até para a [[música pop]], em particular a [[salsa]]. Das suas numerosas composições destacam-se os clássicos do jazz ''Manteca'', ''A Night in Tunisia'', ''Birk's Works'', e ''Con Alma''.
 
Dizzy Gillespie publicou a sua autobiografia em [[1979]], ''To Be or not to Bop'' (ISBN 0306802368), e seria vítima de um cancro no início de 1993, sendo sepultado no ''Flushing Cemetery'' em [[Queens]], [[Nova Iorque]].
108 041

edições