Diferenças entre edições de "Basileia I"

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O '''Acordo de Capital de Basileia''', oficialmente denominado '''''International Convergence of Capital Measurement and Capital Standards''''', também designado por '''Acordo de Basileia''' ou '''Basileia I''', foi um acordo firmado em [[1988]], na cidade de [[Basiléia|Basileia]] ([[Suíça]]), por iniciativa do [[Comitê da Basiléia|Comitê da Basileia]] e ratificado por mais de 100 países. Este acordo teve como objetivo criar exigências mínimas de [[capital (economia)|capital]], que devem ser respeitadas por [[banco]]s comerciais, como precaução contra o [[Análise de crédito|risco de crédito]].
 
Até Basileia I o requerimento de capital era baseado na fixação de índices máximos de [[alavancagem financeira|alavancagem]]. Bancos somente poderão emprestar 12 vezes seu capital e reservas, ponderados pelo risco de crédito. Infelizmente mantiveram o erro inicial de 1935, quando estes limites foram primeiramente estabelecidos, de não reajustar o capital e reservas pela inflação do período. Assim uma inflação de 4% ao ano, multiplicado por 12 resulta numa queda de 48% do capital emprestavelemprestável de um banco.
Foi esta a causa da crise da Divida Externa do Brasil em 1982, quando a inflação americana atingiu 12%, obrigando os bancos a chamarem 144% de seus emprestimos de volta para poderem cumprir com a legislação de 1935. Achando que a crise fora provocada por excessivo endividamento do Brasil e demais paises, surgiu a ideia dos acordos de Basileia I , e a partir de então o requerimento de capital passou a ser baseado em risco, estabelecendo que os requerimentos mínimos de capital devem ser alinhados às expectativas de perda econômica de cada instituição.
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