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'''Beatriz Azevedo''' é uma [[cantor]]a [[brasil]]eira. Aepta da [[MPB]], possui longa carreira, inclusive internacional, ja tendo cantado ao lado de nomes como [[Tom Jobim]]<ref>[http://www.mpbnet.com.br/musicos/beatriz.azevedo/index.html MPB Net - Beatriz Azevedo]</ref>
=='''Beatriz Azevedo'''==
 
{{esboço-música}}
 
{{ref-section}}
'''Beatriz Azevedo''' é poeta, cantora e compositora brasileira. Possui carreira nacional e internacional, já tendo cantado ao lado de nomes como [[Adriana Calcanhotto]], [[Tom Zé]], [[Vinicius Cantuária]], e [[Zé Celso Martinez Correa]].
 
[[categoria:Cantores do Brasil]]
Referências
[http://www.mpbnet.com.br/musicos/beatriz.azevedo/index.html]
Categoria: Cantores do Brasil
Categoria: Música Popular Brasileira / Poetas do Brasil
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Página oficial de Beatriz Azevedo – [www.beatrizazevedo.com.br
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Links:
*[www.myspace.com/beatrizazevedo
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*[www.youtube.com/beatrizazevedomusic
]
*[www.mpb.com/beatrizazevedo
]
*[http://twitter.com/beatrizazevedo
]
*[www.reverbnation.com/acrobeatmusicbeatrizazevedo]
 
===Biografia===
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Beatriz Azevedo nasceu em São Paulo, SP, filha de arquiteto e pianista. Irmã caçula de 5 irmãos, pode desfrutar de uma formação cultural ampla e multi-generacional.
 
 
Passou a infância ouvindo [[Ernesto Nazaré]], [[Chiquinha Gonzaga]], [[Chopin]] e [[Beethoven]], interpretados pela mãe, além de “Saudade de Ouro Preto”, terra de seus avós maternos. O Pai, além de ler mitologia Grega para a filha, falar de [[Lina Bo Bardi]], [[Carlos Drummond de Andrade]] e [[Heiddeger]], ouvia na vitrola [[Adoniram Barbosa]], [[Moreira da Silva]] - o terrível Morengueira - e [[Chico Buarque]]. A família tinha a coleção completa da história da música popular Brasileira (da Abril), com os discos de [[Noel Rosa]], [[Assis Valente]], [[Sinhô]], [[Dorival Caymmi]], [[Carmem Miranda]]...
Os irmãos mais velhos, ainda adolescentes, ouviam os primeiros discos da [[Tropicália]]. Tinham em casa uma biblioteca com os “malditos” da década de 70, como [[Jorge Mautner]] e [[Torquato Neto]], revistas alternativas de Poesia, como o [[Jornal Dobrábil]] de [[Glauco Mattoso]], além das primeiras edições de [[Paulo Leminski]] e as obras completas de [[Gregório de Mattos]]. Ainda adolescente, os primeiros shows ao vivo que Beatriz assistiu foram os de [[Cazuza]], [[Cássia Eller]] e [[Chico Science.]]
 
===Dados Artísticos===
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Beatriz Azevedo é poeta, cantora e compositora, multi-artista Brasileira. Atriz e diretora teatral graduada em Artes Cênicas pela UNICAMP, estudou dramaturgia na Sala Beckett em Barcelona, na Espanha. Estudou música no Mannes College of Music e Jazz and Contemporary Music Program de Nova York.
Recebeu a Bolsa Virtuose do Ministério da Cultura do Brasil.
Beatriz Azevedo apresentou-se no Festival do MoMA (Museum of Modern Art) em Nova York e em outros importantes festivais internacionais: POPKOMM FESTIVAL (Berlim, Alemanha), DUNYA FESTIVAL (Rotterdam, Holanda), COPA DA CULTURA (Berlim, Alemanha), VERIZON MUSIC Festival (Nova York, EUA), ART ANTHROPOPHAGIE AUJOURD'HUI (Paris, França), FLIP (Festa Literária Internacional de Parati). Já apresentou seus shows na Alemanha, França, Itália, Espanha, Holanda e Estados Unidos.
 
 
O CD “bumbum do poeta”, seu primeiro disco, foi lançado no Brasil pela Natasha Records e no Japão pela Nippon Crown. O CD conta com a participação de Adriana Calcanhotto, Zé Celso Martinez Correa e outros. Mapa-Mundi [samba and poetry] é o segundo CD de Beatriz, produzido por Alê Siqueira.
A Biscoito Fino acaba de lançar o CD ALEGRIA com composições originais de Beatriz Azevedo e participações especiais de Tom Zé e Vinicius Cantuária. O CD tem direção musical de Cristóvão Bastos e grandes músicos como Bocato, Carlos Bala e Jorge Helder. O álbum foi realizado entre SP, Rio e Nova York, onde Beatriz gravou as participações de Anat Cohen, Jamie Leonhart e Michael Leonhart.
 
 
A música de Beatriz Azevedo foi incluída na coletânea ‘Brazil-The Essential album’, ao lado de Tom Jobim, Elis Regina, João Gilberto e Chico Buarque. O álbum duplo foi lançado na Inglaterra pela Union Square Music. Outras duas canções de sua autoria estão no cd ‘Bossa Nova Nights’ da mesma gravadora.
Como atriz, dirigida por Zé Celso Martinez Correa, atuou em “Ham-Let” e “Bacantes”, espetáculos do Teatro Oficina. Atuou ao lado de Giulia Gam, Rosi Campos e Sabrina Greve em leitura dramática de Matamoros, no Teatro do Sesc Copacana no Rio de Janeiro. Matamoros, texto de Hilda Hilst, estreou depois no CCBB em São Paulo, com Beatriz Azevedo, Luiz Paetow, Maria Alice Vergueiro e Sabrina Greve no elenco. Beatriz também Interpretou a obra da escritora Hilda Hilst em programa especial realizado pela Tv Cultura.
 
 
Atuou em “Ópera Urbana Zucco”, traduzindo e encenando a obra do dramaturgo francês Bernard Marie Koltès, publicada pela primeira vez no Brasil. Também traduziu “Le Funambule”, texto do escritor Jean Genet, atuando em leituras dramáticas ao lado Zé Celso. Fundou sua própria cia Cabaret Babel, atuando, escrevendo e dirigindo diversos espetáculos, entre eles “Bilitis” e “I Love: Maiakovski e Lili Brik”.
 
 
Recebeu prêmios de teatro, poesia e dramaturgia, entre eles o Prêmio Pesquisa de Linguagem Cênica da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Durante 3 anos foi bolsista da FAPESP com pesquisa sobre a obra do escritor Oswald de Andrade. Atualmente está na pós-graduação da USP, na área de Literatura Comparada da FFLCH.
A TV Cultura filmou seu show “bum bum do poeta” e exibiu o programa especial com as participações de José Miguel Wisnik e Zé Celso. Escreveu os livros Idade da Pedra (Editora Iluminuras), com prefácio de Jorge Mautner, Peripatético (Iluminuras) e Tudo Quanto Arde (Ed Palavra Muda), com prefácio de Carlos Rodrigues Brandão.
 
 
'''Principais Shows em Festivais Internacionais:'''
 
*Popkomm Festival 2008_Berlim, ALEMANHA [GERMANY]
*Dunya Festival 2007_Roterdam, HOLANDA [THE NETHERLANDS]
*Copa da Cultura 2006_Berlim, ALEMANHA [GERMANY]
*Art-Anthropohagie-Aujourd’hui_Paris, FRANÇA [FRANCE]
*Premiere Brazil! MoMA - Museum of Modern Art_New York [USA]
*Verizon Music Festival_New York [USA]
*Encontro Internacional de Antropofagia_São Paulo [BRAZIL]
*Flip - Festa Literária Internacional de Parati_Parati, RJ [BRAZIL]
 
Referências
[http://www.mpbnet.com.br/musicos/beatriz.azevedo/index.html]
[http://beatrizazevedo.uol.com.br/biographies]
 
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===Música===
 
'''Discografia:'''
 
 
'''ALEGRIA'''
*[Biscoito Fino] - Rio de Janeiro (BRASIL)
*121 Digital Media – Paris (FRANÇA)
 
'''MAPA-MUNDI''' [samba and poetry]
*Acrobeat - São Paulo (BRASIL)
 
'''BUM BUM DO POETA'''
*Natasha Records - Rio de Janeiro (BRASIL)
 
'''CD Alegria – Composições'''
 
1. ALEGRIA
[Beatriz Azevedo + Vinicius Cantuária]
 
2. COCO
[Beatriz Azevedo + Raul Bopp]
 
3. REDE
[Beatriz Azevedo]
 
4. ABRAÇAR O SOL
[Beatriz Azevedo + Cristóvão Bastos]
 
5. SPEAK LOW
[Kurt Weill + Ogden Nash]
 
6. CIRCO
[Beatriz Azevedo]
 
7. PELO BURACO
[Beatriz Azevedo]
 
8. NÃO É DA CONTA DE NINGUÉM
[versão de Beatriz Azevedo /música de Porter Grainger + Everett Robbins]
 
9. SEM FRONTEIRAS
[Beatriz Azevedo]
 
10. OS DIAS NÃO PASSAM
[Beatriz Azevedo + Pepê Mata Machado]
 
11. SAVOIR PAR COEUR
[Beatriz Azevedo]
 
12. RELICÁRIO
[Beatriz Azevedo + Oswald de Andrade]
 
 
'''Mapa-mundi [samba and poetry]– Composições'''
 
1 - Olodrum'n'bass [Beatriz Azevedo]
 
2 - Mapa Mundi [Beatriz Azevedo]
 
3 - Seu Nome n'Areia [Beatriz Azevedo]
 
4 - Sei Que Não Sei De Nada [Beatriz Azevedo]
 
5 - Pamonhas [Beatriz Azevedo]
 
6 - Inverno [José Miguel Wisnik]
 
7 - She Is a Fish [Beatriz Azevedo + Pepe Mata Machado]
 
8 - O Mar [Beatriz Azevedo + Celso Sim]
 
9 - Vem Cá [Beatriz Azevedo]
 
10 - Doido Não Avisa Quando Vai Dar Piti [Beatriz Azevedo]
 
11 - Constelações [Beatriz Azevedo]
 
12 - O Mesmo Sol [Beatriz Azevedo]
 
13 - Corda Bamba [Beatriz Azevedo]
 
14 - Afrodite [Beatriz Azevedo + Vitor Trindade]
 
15 - Cogito [Torquato Neto]
 
16 - Idade da Pedra [Beatriz Azevedo]
 
17 - Tocar na Banda [Adoniram Barbosa] + letras adicionais de Beatriz Azevedo
 
 
'''Bum Bum do Poeta – Composições'''
 
1 - Caos [Beatriz Azevedo]
 
2 - Bum Bum [Beatriz Azevedo]
 
3 - Outro Lado [Beatriz Azevedo]
 
4 - Querelle [Beatriz Azevedo + Gabriel Braga Nunes]
 
5 - Cena [Beatriz Azevedo]
 
6 - Passa da Uma [Beatriz Azevedo + Augusto de Campos + Maiakovski]
 
7 - Tarô [Beatriz Azevedo + Gabriel Braga Nunes]
 
8 - Tradução [Beatriz Azevedo + Gabriel Braga Nunes]
 
9 - Circo [Beatriz Azevedo]
 
10 - Rede [Beatriz Azevedo]
 
11 - Egoísta [Beatriz Azevedo]
 
12 - Palavrassão [Beatriz Azevedo]
 
*Nippon Crown - Tokyo (JAPÃO)
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==='''Literatura'''===
 
'''Livros:'''
 
'''*Idade da Pedra'''
Editora Iluminuras – São Paulo (Brasil)
 
'''*Peripatético''''''
Editora Iluminuras – São Paulo (Brasil)
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==='''Teatro'''===
 
'''Beatriz Azevedo''' é atriz e diretora teatral, graduada em Artes Cênicas pela Unicamp, fundou sua própria Cia Cabaret Babel e atuou em espetáculos do Teatro Oficina com direção de Zé Celso Martinez Correa.
 
'''Espetáculos:'''
 
 
'''Matamoros [da fantasia]''' texto Hilda Hilst
dramaturgia e encenação Beatriz Azevedo
com Beatriz Azevedo, Luiz Paëtow, Maria Alice Vergueiro, Sabrina Greve
Teatro do CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo
Funâmbulo - leitura dramática. texto Jean Genet
tradução e dramaturgia Beatriz Azevedo
com Beatriz Azevedo e Zé Celso Martinez Correa
Teatro do Sesc Copacabana – Rio de Janeiro / Casa da Palavra, SP.
'''Peripatéticos''' – musical circense
dramaturgia e direção Beatriz Azevedo
Sesc Pompéia – São Paulo
'''Peripatético Poema de Chão''' – performance
com Beatriz Azevedo, Márcio Forte, Pixu Flores, e outros
Casa da Marquesa de Santos – aniversário de São Paulo
'''Ópera Urbana Zucco''' texto Bernard-Marie Koltés
dramaturgia e encenação Beatriz Azevedo
com Adilson Barros, Beatriz Azevedo, Magali Biff, Petrônio Gontijo.
teatro do Sesc Pompéia – São Paulo
'''Bacantes''' Texto Eurípedes
Direção Zé Celso Martinez Correa
Teatro Oficina / Festival Teatro Grego de Ribeirão Preto.
'''Ham-Let''' Texto William Shakespeare
Direção Zé Celso Martinez Correa
Com Alexandre Borges, Beatriz Azevedo, Júlia Lemmertz, Marcelo Drummond, Paschoal da Conceição, Zé Celso, e grande elenco.
Teatro Oficina / Teatros do Sesc SP.
 
'''I Love Maiakovski e Lili Brik''' texto e direção Beatriz Azevedo
Com Cláudia Schapira, Jairo Matos, Joca Andreassi, Pitxo Falconi.
Teatro do Centro Cultural São Paulo
'''Liubliú''' texto e direção Beatriz Azevedo
com Cláudia Schapira, Petrônio Gontijo e Cia Cabaret Babel
Sesc Consolação – São Paulo
'''Fantasia de Fedra Furor''' texto de Beatriz Azevedo
direção de Cibele Forjaz
com Rosi Campos e Paulo Márcio
teatro do Sesc Consolação – São Paulo
'''Bilitis''' texto Pierre Louys
dramaturgia e direção Beatriz Azevedo
Teatro Vento Forte – São Paulo / Teatro do Inst. Artes da Unicamp
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==='''Críticas e imprensa:'''===
 
Beatriz Azevedo é poeta, cantora e compositora. Apresentou-se na Europa e Estados Unidos, e está lançando seu segundo CD, "Alegria", que tem ótimas letras, boas músicas e perfeita direção musical do maestro Cristóvão Bastos.
'''NELSON MOTTA''' [Sintonia Fina]
 
Em meio a tantas cantoras e repertórios padronizados, "Alegria" (Biscoito Fino), de Beatriz Azevedo, é um alento para os ouvidos. A partir das idéias antropofágicas, ela cria um disco universal, com grandes melodias e letras. 
JOÃO PIMENTEL [O GLOBO, Segundo Caderno, RJ].
Alegria é o seu terceiro disco, e é muito mais que uma coleção de 12 canções. Ele traz uma leitura coerente, original do Brasil. Faixas como o manifesto cosmopolita “Sem fronteiras”, a lírica “Abraçar o sol” e a safada “Pelo buraco” revelam uma compositora madura, segura da sua arte, tranquila na conversa com a tradição. Alegria vem recheado de participações especiais, com destaque para o hilário dueto com Tom Zé em “Pelo Buraco”.

IDELBER AVELAR [O Biscoito Fino e a Massa]
Está rodando lá em casa, sem parar, o CD Alegria, de Beatriz Azevedo. Ela compõe bem pra caramba, canta muito bem, tem bons parceiros, a produção é excelente e o disco pode entrar tranquilamente na lista dos melhores lançamentos de 2008, que não vai fazer feio, e periga até ser o melhor do ano. Beatriz Azevedo. Guardem esse nome, que a moça tem talento para acontecer no mundo.
'''EDMILSON SIQUEIRA''' [correio popular]
 
O extraordinário novo CD de Beatriz Azevedo, “Alegria”, tem tudo – elevada cultura literária, exuberância carnavalesca, humor absurdo, e experimentalismo audacioso – as marcas da antropofagia. Além disso, Beatriz explora as conexões Brasil-Estados Unidos numa versao de “Ain’t nobody’s business if I do” (“Não é da conta de ninguém”) que ficou famosa na voz de Billie Holiday nos anos 40. Eu acho que esta é uma das melhores e mais divertidas adaptações de um standard Americano já gravado.
CHRISTOPHER DUNN [USA] Autor de “Brutality Garden: Tropicália and the emergence of a Brazilian Counterculture” (Chapel Hill).
“Alegria” é um trabalho fascinante por tudo que traz em termos de inventividade, graça, delicadeza, vigor e coragem. Poesia da flor à pele.
Beatriz Azevedo tem uma artimanha toda própria de fundir música & literatura sem sobrepujar uma à outra. Seus achados impressionam especialmente pelo impacto que causam nos tacanhos dias de hoje. Utiliza elementos da Tropicália, mas o faz de maneira renovadora, surpreendendo. É pós-Itamar Assumpção e preza pela delicadeza. Cativa o cidadão desde a primeira dentição.
FELIPE TADEU [Revista Jazzthetik/Deutsche Welle-World, Alemanha]
O que sobressai é a marca totalmente pessoal da cantora. As letras de Beatriz revelam o lado da poeta, que chamou atenção desde seu primeiro trabalho, Esse cuidado permeia toda sua obra, e está ainda mais intenso em Alegria. Presença super bem vinda é a de Tom Zé, sempre solto e livre em Pelo buraco. Crítica social, humor, crônica mundana. GENIAL. Alegria desperta o prazer da descoberta, da imaginação. Coisa difícil hoje em dia em que tudo já é tão deglutido quando chega. 
'''BETO FEITOSA''' [Ziriguidum, Brasil]
 
À primeira vista, Beatriz Azevedo pode ser considerada uma herdeira da Tropicália e do manguebeat. Beatriz faz tributo a essa tradição de deglutir o que é estrangeiro, misturando à coisa nossa brasileira, para daí regurgitar algo inteiramente novo no CD Alegria.
FRANCISCO QUINTEIRO PIRES [O Estado de S. Paulo, Caderno 2]
Poeta, atriz e compositora, Beatriz joga sua bagagem no novo disco. Ela musicou poemas dos modernistas Raul Bopp ("Coco de Pagu") e Oswald de Andrade ("Relicário"), e se baseia no "Manifesto Antropófago", de Oswald, para tratar todas as faixas, no encarte, como devorações.
LUIZ FERNANDO VIANNA
[Folha de São Paulo, ilustrada]
“Alegria” desafia ouvidos, motiva sentimentos e resulta em sorrisos de satisfação nas suas 12 faixas.
'''THIAGO CORREA''' [Folha de Pernambuco].
 
Uma deliciosa interpretação da clássica Speak Low, em inglês, e como se duas línguas fossem pouco para dizer tudo o que quer, Beatriz Azevedo ainda gravou uma faixa todinha em francês, “Savoir par Coeur”, com música e letra dela mesma. Diferente, criativo, bem feito. Se você ainda não ouviu falar dela, vai ouvir.
PHOENIX FINARDI [Folha de Londrina, Brasil]
Poeta, cantora e compositora, Beatriz Azevedo é uma artista sofisticada, acompanhada por excelentes músicos Brasileiros. 
'''MONDOMIX''' [França].
 
Seus versos são ricos, têm movimento, textura, são essencialmente visuais. Como melodista também explora caminhos inusitados, não se prendendo a soluções harmônicas comuns e/ou previsíveis. É intérprete de timbre forte e voz envolvente. Trabalho de inventividade absoluta, numa bela relação entre música e verso.
TONINHO SPESSOTO [Acordes, Brasil]
Ser um “multi” artista anda meio na moda. Raros no entanto o são tão verdadeiramente quanto Beatriz Azevedo. Mas é preciso investigar, pois ela está longe de fazer autopropaganda. 
BETH NÉSPOLI [Caderno 2, Estado de São Paulo]
Antropofágica, ligada aos princípios tropicalistas, sua música se alimenta de ritmos tradicionais, toques contemporâneos e poesia. Com notável criatividade poética e musical, Beatriz Azevedo é a artista brasileira pra você ficar de olho.
'''SANDRINE TEIXIDO''' [revista Vibrations, França]
 
Escolhida por Gilberto Gil para representar seus país na Copa da Cultura, durante a Copa do Mundo na Alemanha, a cantora e compositora Beatriz Azevedo se apresenta em Paris no L’Entrepot e no Divan du Monde. Misturando percussão, ritmos tradicionais e novos grooves, Beatriz Azevedo se apresenta com grandes músicos brasileiros em sua banda.
C. N. '''[Le Parisien, Paris, France]'''
 
Talvez a mais nova, em uma grandiosa linha histórica de poetas-cantores do Brasil, Beatriz Azevedo é uma grande compositora e cantora de forte personalidade.
'''RICK GLANVILL [Inglaterra/UK]'''
 
Beatriz Azevedo encarna originalidade e classe no cenário da música Brasileira contemporânea. Conquistou o respeito de perspicazes amantes da música ao redor do mundo, particularmente no seu país natal, na Inglaterra e no Japão. Ela faz uma rara aparição em Nova York hoje à noite; chegue cedo para garantir seu lugar de pé”.
'''DANIEL SHIRAI''' [Flavorpill - New York]
 
A posição de Beatriz Azevedo é mais para Tom Zé (baiano, habitante de São Paulo já de longa data), Itamar Assumpção, Arnaldo Antunes, André Abujamra do Karnak, todos paulistas, multiartistas. Com este CD pode-se inferir que Beatriz não é dona de uma cultura e filosofia qualquer, nem faz música complicada. É sim pop, não pop music de consumo de massa, ela é pop no sentido de Pop Art. 
'''JIN NAKAHARA''' [JAPÃO]
 
A cantora brasileira Beatriz Azevedo é tanto poeta como compositora. Seus arranjos com matriz no Samba remetem a Arto Lindsay, assim como seu jeito descontraído de cantar.'''
K. WILLIAMS''' [Time Out - New York]
 
Beatriz Azevedo é uma artista brasileira reconhecida, fazendo atualmente uma longa visita a Nova York. Ela é uma artista extremamente energética e criativa. Beatriz foi citada como “nome promissor entre os jovens poetas”, na bem sucedida antologia da poesia brasileira recente “Nothing the Sun Could Not Explain”, organizada por Michael Palmer e Douglas Messerli (Sun and Moon Press). Sua veia lírica se extende à composição e interpretação, tendo lançado o cd “bum bum do poeta” pelo selo de Caetano Veloso, Natasha Records. Todas essas conquistas somadas à sua brilhante personalidade, fazem dela uma artista especial.
'''CHARLES ANDREWS PERRONE''' [USA]
autor dos livros "Masters of Contemporary Brazilian Song" e "Brazilian Popular Music and Globalization".
 
A poeta Beatriz Azevedo é arrepiante. Isto é, ela vai fundo na essência do ser, mas sem nunca perder as perfeições da forma. Ao lado do seu grande espírito poeta, sentimos nela a leitora voraz, super-informada, super interessada em tudo, agitadora cultural contemporânea. Do seu disco de poemas bum bum do poeta até o happening sacro-profano peripatético poema-de-chão nota-se um denominador comum: diamantina e reluzente andando como se fosse bailarina da sabedoria. Beatriz Azevedo não só é eterna e moderna, como é a junção e a atomização nuclear do vigor, do talento e da beleza.
'''JORGE MAUTNER'''
 
O refinamento maior do Teatro é quando o teatro vira Música, quando o teatro vira Dança. É quando a Prosa desaparece e vira tudo Poesia. A Bia é uma mulher contemporânea nesse sentido, ela é atriz, é poeta, antes de tudo ela é uma poeta extraordinária. De poeta, evidentemente, ela quis ser poeta em tudo, e está conseguindo tudo, está misturando tudo, e a mistura de tudo é o desejo de todo artista.
'''ZÉ CELSO MARTINEZ CORREA'''
 
Beatriz,
Compramos o seu livro para ter seu autógrafo, um pacto de letras e tinta pelo e para seu prosseguimento no ofício. Como se você jurasse : “vou adiante, conte com isso”, pelo fato de assinar. Peripatético foi lido a ponto de a lombada guardar sinais de manuseio. Será enviado para sua casa para que você ponha seu feitiço, seu autógrafo, e o devolva para mim de novo, leitor e dono do livro que era seu e agora é nosso.
'''TOM ZÉ'''
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