Luigi Lucheni: diferenças entre revisões

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[[Imagem:Lucheni.jpg|thumb|left|Três imagens de Luigi Lucheni.]]
=== Carreira Militar ===
Prestou o [[serviço militar]] emno [[Monferratoregimento de cavalaria]] Monferrato, em [[NapoliNápoles]]. Participou como [[cavaleiro]] na guerra na [[África]] oriental onde prestou serviços sob as ordens do príncipe [[Raniero de Vera d'Aragona]] com quem continuou a trabalhar até o fim da guerra, freqüentando indiretamente a alta sociedade local. Ambicionava o posto de diretor de cárcere que não lhe foi dado e por essa razão, deixou NapoliNápoles tornando a vagar errante pela Europa em busca de trabalho para sobreviver.
 
=== Interesse pela Anarquia ===
Pegou um barco e foi até [[Evian]] onde se hospedava a alta aristocracia européia e adquiriu um catálogo dos hóspedes ilustres, o ''Evian Programme'', encontrado com ele no momento de sua prisão e hoje conservado nos arquivos de Estado de Genebra.
 
Ele queria aproveitar da estada em Genebra do pretendente ao trono da [[França]], príncipe d'Orleans, mas ele já havia partido para [[Paris]]. Sem encontrar ninguém para assassinar vagou pelas estradas de Genebra onde encontrou um combatente que havia servido com ele na cavalaria de NapoliNápoles, [[Giuseppe Abis della Clara]] ([[1869]]-[[1956]]) que cuidava dos cavalos de uma empresa de transportes. Foi Giuseppe Abis della Clara (de uma família que havia servido fielmente ao [[Império Austro-Húngaro]] por várias gerações) que informou a Lucheni da chegada a Genebra da Imperatriz [[Elisabeth da Áustria]] e que sugeriu: "aí está uma que você pode assassinar". Ela estava hospedada no ''Hotel Beau-Rivage'' acompanhada apenas pela [[condessa]] [[Irma Sztáray]]<ref>Lanfranco De Clari ''O mandante do assassinato de Sissi'' in «Cenobio - Revista cultural da Svizzera italiana». 2003, 3, pp. 245-49</ref>.
 
=== Uma Imperatriz em Genebra ===
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