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'''Andreas Bernd Baader''' ([[Munique]], [[6 de Maio]] de [[1943]] - [[Estugarda]], [[18 de Outubro]] de [[1977]]) foi um dos fundadores e líderes do grupo guerrilheiro de esquerda alemão [[Facção Exército Vermelho]], denominado pelo governo e pela imprensa conservadora de Banda '''Baader-Meinhof''', responsável por uma série de ações militares que resultaram em assaltos a bancos, seqüestros e mortes na Alemanha, na [[década de 1970]].
 
'''Andreas Bernd Baader''' ([[Munique]], [[6 de Maio]] de [[1943]] - [[Estugarda]], [[18 de Outubro]] de [[1977]]) foi um dos fundadores e líderes do grupo guerrilheiro de esquerda alemão [[Facção Exército Vermelho]], denominado pelo governo e pela imprensa conservadora de Banda '''Baader-Meinhof''', responsável por uma série de ações militares que resultaram em assaltos a bancos, seqüestros e mortes na Alemanha, na [[década de 1970]].
 
Na adolescência considerado como um jovem desajustado, na conservadora sociedade alemão de após guerra; no final dos [[década de 1960|anos sessenta]] Baader gravitou para o movimento estudantil de [[esquerda]] e para os protestos contra o [[capitalismo]], a [[pobreza]] no [[Terceiro Mundo]], o [[energia nuclear|nuclear]] a ocupação estadunidense do país, que agitavam a Alemanha Ocidental na altura, embora ele próprio não fosse estudante universitário.
Baader foi depois julgado e condenado, naquele que foi um dos julgamentos mais caros da história da justiça alemã.
 
Na noite de 8 para 9 de maio de 1972, a jornalista Ulrike Meinhof foi executada, em sua cela, presumivelmente por membros do serviço secreto alemão, que procuraram disfarçar o assassinato como suicídio. Comissão internacional de Instigação invaligou a tese de suicídio, que acirrou as tentativas de libertarem os demais presos. Em 5 de setembro, membros da Facção Exército Vermelho sequestrou o presidente da confederação da indústria alemã e, a seguir, militantes da [[Frente Popular para a Libertação da Palestina]] sequestraram um avião da [[Lufthansa]] com passageiros a bordo e levaram-no para [[Mogadíscio]] na [[Somália]]. As autoridades alemãs não aceitaram a troca e , em [[18 de Outubro]], uma operação da [[GSG 9]] libertou os passageiros e executou os militantes palestinos. A seguir, Andreas Baader, Jan-Carl Raspe e Gudrun Ensslin foram igualmente executados, a sangue frio, em suas celas de máxima segurança, os dois primeiros com tiros na nuca, à distância, com pistalas de uso exclusivo das forças armadas da Alemanha. Até hoje o Estado alemão não reconhece o assassinato perpetrado contra prisioneiros indefesos.
 
== Ligações externas ==
* [http://www.marxists.org/reference/archive/sartre/1974/baader.htm A morte lenta de Andreas Baader, por [[Jean-Paul Sartre]], [[1974]]] {{en}}
 
[[Categoria:Terroristas]]
[[fi:Andreas Baader]]
[[fr:Andreas Baader]]
[[ga:Andreas Baader]]
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