Diferenças entre edições de "Antíoco I Sóter"

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Após o assassinato do pai em [[281 a.C.]] por [[Ptolemeu Cerauno]], rei da Macedónia, Antíoco consegue resistir às revoltas internas que rebentaram na Síria e no norte da Ásia Menor. Antíoco fez a paz com o assassino do pai e com o sucessor deste, Antígono II Gónatas (que era também seu cunhado).
 
Por volta de 275 a.C. Antíoco II derrota os [[Gálatas]], povo nómada que ameaçava com destruições as cidades da [[Iónia]], tendo recebido o nome de "Sóter" ("Salvador"), por ter poupado estas cidades aos Gálatas.
 
Ptolemeu II Filadelfo, rei do [[Egipto ptolemaico]], ataca-o sucessivamente. O reino selêucida começa por perder a cidade de [[Mileto]] em 279 a.C.. Três anos depois Antíoco II consegue repelir uma invasão egípcia ao norte da Síria. Contudo, não conseguiu resistir às investidas posteriores e em 273-272 a.C. a [[Fenícia]] e a costa da Ásia Menor passaram a ser controladas pelo Egipto.
 
Entre 266 e 261 a.C. Antíoco II combate [[Pérgamo]], cujas governantes pretendiam separar-se do reino selêucida. Em 262 a.C. Antíoco foi derrotado por [[Eumenes I]], tendo Pérgamo se afirmado como reino independente.
 
Antíoco faleceu em 261 a.C. a lutar contra os Gálatas, tendo sido sucedido pelo seu segundo filho [[Antíoco II Theos|Antíoco II]].
 
== Bibliografia ==
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