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Além de ter comandado o I Exército, o general Âncora foi chefe de Polícia do Distrito Federal na época do [[Crime da rua Tonelero|atentado da rua Toneleros]], em [[agosto]] de [[1954]], o que teria provocado a sua saída do cargo, antes do suicídio de [[Getúlio Vargas]], tendo sido um dos poucos militares leais a Vargas juntamente com o General [[Manuel César de Góis Monteiro]].
 
Armando Âncora é o pai do general [[Armando de Moraes Ancora Filho]].
 
 
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