Diferenças entre edições de "Província Ocidental (Açores)"

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A Província Ocidental dos Açores resultou do facto dos habitantes da ilha de [[São Miguel]] não quererem estar subordinados, numa mesma entidade, à ilha Terceira. Durante o curto espaço de tempo que antecedeu a cisão, o [[arquipélago dos Açores]] formava uma única província, com um [[prefeito]] e uma [[junta geral]] sedeados em Angra, que simultaneamente era a capital provisória de [[Portugal]], estando aí exilado o governo liberal. A ilha de S. Miguel estava incorporada na [[comarca]] de [[Ponta Delgada]], com um [[subprefeito]] subordinado ao prefeito de Angra. Com a cisão, as ilhas de S. Miguel e de [[Santa Maria]] formaram a [[Província Oriental dos Açores]] e, as restantes ilhas, a Província Ocidental.
 
Em [[1835]] foi decretada uma nova reforma administrativa que dividia o país em [[distrito]]s, cada qual com o seu [[governador civil]] e a sua [[junta geral]]. As províncias foram mantidas, mas sem orgãosórgãos próprios, passando a ser meros agrupamentos de distritos para fins estatísticos e de referência geográfica. A Província Oriental dos Açores, foi mantida, sem orgãosórgãos próprios, englobando o [[distrito de Angra do Heroísmo]]. Com a criação do [[distrito da Horta]], em [[1836]], a província foi dividida em duas, uma - mantendo a denominação de Província Ocidental - englobou o novo distrito da Horta, a outra, denominada [[Província Central dos Açores|Província Central]], passou a englobar o distrito de Angra do Heroísmo.
 
===Província Ocidental dos Açores em 1836===
Ao ser criado o novo distrito da Horta, a partir da cisão do distrito de Angra do Heroísmo, decidiu-se também cindir a anterior Província Ocidental em duas, uma delas mantendo a mesma designação. A nova '''Província Ocidental dos Açores''' incluída a área de um único distrito, o da Horta. Esta província foi criada numa altura em que este tipo de divisão já não dispunha de orgãosórgãos próprios, sendo um mero agrupamento de distritos. Assim, a nova Província Oriental, nunca funcionou como unidade administrativa, mas apenas como mera unidade estatística e de referência geográfica. Esta situação manteve-se até ao [[século XX]].<ref>[http://audaces.blogs.sapo.pt/2585.html José J. X. Sobral, ''As Divisões Administrativas de Portugal, ao Longo dos Tempos'', AUDACES].</ref>
 
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