Gracos: diferenças entre revisões

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'''Gracos''', [[singular]] '''Graco''' (em [[latim]] ''Gracchi'', [[singular|sing.]] ''Gracchus'') Nome de uma família da antiga [[República Romana]], que se destacou nas lutas sociais travadas no [[século II a.C.]], sobretudo pela participação de dois de seus membros: [[Tibério Graco]] e [[Caio Graco]].
 
== Tibério Semprônio Graco ==
O pai de ambos, [[Tibério Semprônio Graco]], embora de origem [[Plebe|plebéia]], tornou-se um destacado homem público, iniciando sua carreira política sob a proteção dos [[Cipiões]]. Foi [[Tribuno|tribuno da plebe]], [[pretor]], [[censor]] e por duas vezes [[cônsul]].
 
Como pretor, governou a [[Hispânia Citerior]] e, em seu primeiro consulado, sufocou uma insurreição que eclodira na [[Sardenha]]. Como censor, ficou conhecido por sua austeridade. Ao morrer, em 150 a.C., era um dos homens mais poderosos de Roma.
 
Casou-se com [[Cornélia Africana|Cornélia]] - filha de [[Cipião Africano]], o vencedor de [[Aníbal]], em [[Batalha de Zama|Zama]]. eve doze filhos, dos quais apenas três sobreviveram: Tibério, Caio e Semprônia (que viria a desposar [[Cipião Emiliano]]).
 
Viúva ainda jovem, Cornélia não mais se casou. [[Plutarco]] diz que ela rejeitou proposta de [[Ptolomeu VIII]], rei do [[Egito]]), para dedicar-se inteiramente à criação dos filhos, que receberam uma educação esmerada (seus mestres foram [[Diófanes de Mitilene]] e [[Blóssio de Cumas]]). Por isso, tornou-se um símbolo da [[matrona romana]], digna, austera e recatada.
 
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