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As acusações contra ele se deviam aos assassinatos em massa cometidos por suas tropas durante a invasão da URSS em 1941. Em [[10 de outubro]] de 1941, seu então subordinado ( e depois substituto von Reichenau, comandante do [[6º Exército (Alemanha)|6º Exército]] alemão ) publicou a famosa e sangrenta ordem Reichenau, que deteminava a seus soldados que executassem qualquer civil russo encontrado em viagem pelos [[território]]s ocupados sem salvo conduto e distante de sua cidade ou [[aldeia]] natal. Impressionado, von Rundstedt repassou a ordem aos outros comandantes de campo, como um modelo das ordens que eles deveriam dar a suas tropas.
 
Em suas acareações com outros comandantes nazistas, Rundstedt foi acusado de ter ajudado os [[Einsatzgruppen]], as tropas de retaguarda dasda [[SS]] encarregadas das execuções de civis e prisioneiros de guerra soviéticos, notadamente os [[judeu]]s da URSS. Quando questionado sobre isso e acareado com o depoimento de um oficial SS destes comandos da morte, ele se limitou a dizer que era muito imprudente a um SS falar desta maneira com um marechal de campo do exército alemão, sem conseguir produzir provas que desmentissem as acusações e os testemunhos documentados.
De qualquer maneira, von Rundstedt não chegou a ser oficialmente julgado pelos vencedores, alegadamente devido a suas precárias condições de [[saúde]], apesar da equipe de acusação norte-americana suspeitar que a decisão britânica de não levá-lo a julgamento se deveu a considerações políticas de Estado.
 
Libertado pelos Aliados em [[julho]] de [[1948]], o marechal von Rundstedt instalou-se em [[Hannover]] com a esposa Luise, onde viveu até sua morte, em [[1953]].
 
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